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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Curas Naturais Secretas





Encontrei este vídeo no Youtube, dividido em sete partes, fiz o
download, juntei tudo em uma única parte, assim fica mais fácil para
qualquer pessoa assistir, espero que gostem e que realmente o conteudo
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TREPADEIRA ELEFANTE


A SEMENTE


ARGYREIA NERVOSA OU TREPADEIRA ELEFANTE

A trepadeira-elefante é uma trepadeira de textura semi-lenhosa, de raízes profundas e crescimento vigoroso, excelente para cobrir caramanchões. Sua ramagem é longa, alcançando cerca de 9 metros de altura. Os ramos são recobertos por uma fina lanugem, assim como a página inferior das folhas. Esta lanugem confere um toque aveludado e uma tonalidade prateada à planta. As folhas da trepadeira-elefante são grandes e cordiformes, de cor verde-escura a acinzentada.
Suas flores são campanuladas, rosa-arroxeadas e muito vistosas. A floração ocorre na primavera e verão. Os frutos surgem no outono e são decorativos, lenhosos, marrons, e em conjunto com as sépatas, também lenhosas, são conhecidos como rosas-de-madeira. As sementes são numerosas, amarronzadas e contêm substâncias alucinóginas e antiinflamatórias. Elas são utilizadas há milhares de anos em rituais espirituais e na medicina Ayurveda.
No paisagismo a trepadeira-elefante é indicada para cobrir estruturas médias e grandes, tais como pórticos, pérgolas e caramanchões. Nestes suportes ela oferece uma sombra fresca e agradável, com suas folhas enormes, bem ao estilo tropical. Também é apropriada para cercas e muros. Por seu porte naturalmente avantajado, não é indicada para vasos ou jardineiras, sob pena de se tornar raquítica e fraca. Devido à facilidade de propagação, esta espécie pode se tornar invasiva.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e periodicamente irrigado. Planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade. Não tolera frio intenso ou geadas. Multiplica-se facilmente por sementes ou por estaquia. A dormência das sementes pode ser quebrada deixando-as de molho em água por 12 antes do plantio. Germina em cerca de 30 dias.

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O KAMBÔ A VACINA DO SAPO


O KAMBÔ

A VACINA DO SAPO




A rã verde - Phyllomedusa bicolor, apelidada de sapo Kambô, é a maior espécie do gênero da família Hylidae, encontrada no sul da Amazônia e em todo o território do Acre, podendo ser encontrado também em quase todos os países amazônicos, como as Guianas, Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia. Principalmente no período das chuvas, sob árvores próximas aos igarapés. Onde coaxam por toda noite, anunciando chuva no dia seguinte. 

Mas, é na madrugada, que são "colhidos" pelos pajés e xamãs tribais a fim de retirarem sua secreção cutânea, para fazer a "vacina do sapo". 

O kambô é uma rã Amazônica cuja secreção é um antibiótico natural poderoso capaz de combater e eliminar distúrbios no ser humano, elevando o sistema imunológico. 

Médicos que já tomaram e pesquisaram o Kambô dizem e acreditam que ela possa ser eficaz no tratamento que vai do Câncer à AIDS, e qualquer outro tipo de distúrbio crônico ou não, pois ela atua como um reforçador do sistema imunológico destruindo as membranas celulares das bactérias. 

O Kambô é um remédio indígena e para os pajés a doença é um espírito negativo que combate a pessoa. O índio toma o Kambô para afastar o inimigo, também para tirar o desânimo, falta de vontade para caçar, namorar, má sorte, tristeza, fraqueza mental, espiritual, física, baixa estima e desarmonia com a natureza. 

Na floresta Amazônica esse remédio é indicado porque traz felicidade para quem a toma, como também, para trazer sorte ao caçador que anda com má sorte. Quando se toma o Kambô a caça se aproxima curiosamente do caçador; pois quem a toma emite um tipo de luz verde, e é isso que faz a caça se aproximar. Também serve para desentupir as veias do coração fazendo circular a emoção, o sentimento e o amor. 

Uso Tradicional 

Tomar a vacina do sapo é uma prática antiga com fins medicinais, muito difundida entre os povos indígenas do Brasil e do Peru. A "medicação" consiste em uma secreção cutânea retirada da rã Kambô (Phyllomedusa bicolor). A finalidade mais procurada é "tirar a panema", ou seja, afastar a má sorte na caça e com as mulheres. Existem variações nos rituais e nomes dados ao sapo verde. Na história antiga dos Kaxinawás, o sapo kampu (nome utilizado pelo povo Kaxinawá), era o chefe do "nixi pëi", bebida preparada com o cipóBanisteriopsis caapi (mesmo cipó que produz a Ayahuasca). 

Já os Katukinas, nunca os matam, pois dizem que poderão ser picados por cobras, onde a vacina é o veneno retirado do sapo kambô. Para os Ashaninkas, quando o sapo wapapatsi canta perto da casa, o dono tem que apanhá-lo, queimar os pulsos e dormir. Bem cedo, tem de preparar um mingau bem forte e bater nas costas do sapo, para ele soltar o veneno que será passado sobre a pele. Entretanto, o remédio somente terá resultado, se o caçador seguir as regras. 

A vacina do sapo é considerada um remédio para muitos males pelas populações indígenas da floresta Amazônica, curando desde amarelão até dores em geral. Hoje, a vacina do sapo é utilizada também por seringueiros e vem sendo aplicada por alguns curandeiros nas cidades de Cruzeiro do Sul/AC e Rio Branco/AC. 

O efeito da vacina do sapo é curto, porém muito forte: "uma forte onda de calor, que sobe pelo corpo até a cabeça. A dilatação dos vasos sanguíneos parece provocar uma circulação mais veloz do sangue, deixando o rosto vermelho e, em seguida a pessoa fica pálida, a pressão baixa, podendo provocar náuseas, vômito e/ou diarréia. Durando cerca de 15 minutos. Sensação desagradável, que aos poucos retorna a normalidade, e a pessoa se sente mais leve, como se tivesse feito uma boa limpeza, causando uma maior disposição". 

Pesquisa internacional 

Pesquisas científicas vem sendo realizadas sobre as propriedades da secreção daPhyllomedusa bicolor desde a década de 80. O primeiro a "descobrir" as propriedades da secreção para a ciência moderna, foi um grupo de pesquisadores italianos. Amostras das rãs foram levadas do Peru por um pesquisador para os EUA. (Pesquisador que já tinha pesquisado e patenteado anteriormente substâncias da rã Epipedobates tricolor, utilizada tradicionalmente pelos povos indígenas do Equador). 

Também foram publicadas pesquisas sobre as propriedades da secreção por pesquisadores franceses e israelitas. Mais recente, a Universidade de Kentucky (EUA) está pesquisando (e patenteando) uma das substâncias encontradas na secreção do sapo em colaboração com a empresa farmacêutica Zymogenetics. 

Diversos laboratórios internacionais já estão interessados no veneno do kambô para desenvolver um medicamento que pode levar à cura do câncer. 

Resultados surpreendentes 

As pesquisas revelaram que a secreção do Phyllomedusa bicolor contém uma série de substâncias altamente eficazes, sendo as principais a dermorfina e a deltorfina, pertencentes ao grupo dos peptídeos. Estes dois peptídeos eram desconhecidos antes das pesquisas com o Phyllomedusa bicolor. Dermorfina é um potente analgésico e deltorfina pode ser aplicada no tratamento da Ischemia. (um tipo de falta de circulação sanguínea e falta de oxigênio, que pode causar derrames). As substâncias da secreção do sapo também possuem propriedades antibióticas e de fortalecimento do sistema imunológico e ainda revelaram grande poder no tratamento do mal de Parkinson, AIDS, câncer, depressão e outras doenças. A Deltorfina e Dermorfina hoje estão sendo produzidos de forma sintética pelos laboratórios farmacêuticos. 

Doenças combatidas pelo kambô 

O medicamento vem sendo desenvolvido e mostrado bons resultados nas pessoas que se encontram com dores e inflamação em geral: musculares, coluna, ciática, artrite, reumáticas, tendinite, enxaqueca e outros. Cansaço nas pernas, dor de cabeça crônica, asma, bronquite, rinite, sinusite, acne, alergias, gastrite, úlcera, diabetes, pressão arterial, obesidade, problemas circulatórios, formigamento, retenção de líquido, colesterol, cateterismo, doenças do coração em geral, hepatite, cirrose, malária (aguda) e pós malária, labirintite, epilepsia, TPM, irregularidades menstruais, infertilidade, impotência, redução da libido, depressão e suas conseqüências, ansiedade, insônia, irritação, insegurança, nervosismo, medo, stress, fadiga, sistema nervoso abalado, esgotamento físico, mental, emocional, desintoxicação, dependência química e tabagismo são algumas das possíveis doenças tratadas pela Vacina do Sapo. 

Trata distúrbios nos órgãos genitais, pulmão, rim, vesícula, baço-pâncreas, bexiga, coração, estômago, intestino, tiróide, fígado, garganta. 

Reação 

A reação da vacina dura cinco minutos. Nesse tempo ocorrem limpeza no campo físico, energético, emocional e espiritual. 

Após cinco minutos a sensação é de limpeza, leveza, tranqüilidade, bem estar, paz interior e conscientização do desequilíbrio ou distúrbio a ser tratado. Depois de 30 minutos da aplicação, a pessoa já está apta para suas atividades normais. 

O kambô é indicado para qualquer tipo de pessoa que tenha algum tipo de distúrbio ou desequilíbrio. Purifica o sangue e trata todos os processos agudos e crônicos do organismo. É também indicado para pessoas que aparentemente não apresentam nenhum sintoma, mas busca se conhecer e imunizar o corpo. Atua na percepção, intuição nos sonhos, 3ª visão, no inconsciente e nos bloqueios que impedem o fluxo da energia vital. Há contra-indicação no caso de mulheres grávidas e no ciclo menstrual, já que pode causar hemorragias, devido à dilatação dos vasos sangüíneos, assim como em crianças menores de dez anos. 

Aplicação é indolor e os efeitos imediatos 
A coleta da substância da rã é feita sem machucá-la, no tempo certo e na lua certa. Conhece-se o animal pelo canto. Logo que a secreção é retirada, ele é devolvido a mata. Após seis meses a rã pode ser reutilizada. 

Na aplicação não utilizam-se agulhas. São feitos os pontos para introduzir a vacina no organismo com um cipó em brasa (lembra um incenso), fazendo uma leve escamação na pele, em contato com a pele, retira um pedaço pequeno, deixando a circulação exposta, onde é aplicada a substância. O cipó usado é anti-inflamatório e após a aplicação não é necessários cuidados especiais, pois a cicatrização dos pontos é rápida. O tratamento é composto de três aplicações com intervalo de 30 dias para cada aplicação. 

A aplicação diferencia do sexo, nas mulheres, os pontos são feitos na batata (paturrilha) da perna. Nos homens são feitos no braço. 
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SAGRADAS AS PLANTAS DE PODER


SAGRADAS


AS PLANTAS DE PODER





Artigos


Título:As 10 Plantas Mestras Professoras

O Xamanismo Ancestral dividiu as plantas em 3 categorias: plantas medicinais, plantas de poder e plantas mestras professoras. As plantas medicinais são mais utilizadas para fins analgésicos em geral, as plantas de poder fornecem uma conexão com dimensões energéticas/espirituais superiores, como o Mundo dos Espíritos e as plantas mestras professoras tem o objetivo de não apenas nos remeter ao Mundo dos Espíritos, bem como nos ensinar, guiar e orientar, nos ajudando a compreender o Universo e nosso micro-universo, sob novas perspectivas e pontos de vistas mais sutis, assim como também podem nos remeter ao passado para resgatar alguma habilidade perdida, também atuam como poderosas ferramentas de cura, tanto fisica como emocional, mental e espiritual.

Existe no mundo centenas de milhares de espécies vegetais, dessa imensidão de plantas o homem não conhece 20 porcento. Estudando suas utilidades curativas e de auto-conhecimento nossos ancestrais encontraram grande magia nas plantas. Desde tempos remotos o homem já se concectava com sua Divindade através de Bebidas Sagradas, desde o SOMA da Índia à Ayahuasca Sulamericana, em todos os continentes do planeta acharemos evidências e práticas espirituais que ainda utilizam tais meios para se concectarem com o Mundo dos Espíritos e assim, obter cura e auto-conhecimento.

Relacionamos 10 plantas mestras professoras muitos significativas na atualidade no meio xamânico. Estas plantas quando utilizadas da maneira correta e ministradas por xamãs sérios e experientes, nos proporcionará experiências agradáveis e curas significativas em nossas vidas.

As 10 Plantas Mestras Professoras:

1 - CHACRONA (Psichotria viridis) e JAGUBE (Banisteria caapi)
Chacrona e Jagube A Chacrona e o Jagube estão no topo da classificação, em empate. Sua substância ativa é o DMT (N-dimetiltriptamina). São as plantas mestras professoras mais poderosas do xamanismo, da preparação de ambas nasce a Bebida Sagrada conhecida como Ayahuasca ou "Vinho das Almas". Plantas originárias da América do Sul, encontradas em toda a região amazônica. Utilizada para busca de auto-conhecimento e cura por pajés, xamãs e curandeiros.



2 - PEYOTE (Lophophora williamsii)
PeyoteO peyote é um cacto originário da América Central e é muito utilizado pelas tribos indígenas do México e dos Estados Unidos. A substância ativa encontrada é a mescalina. Esta planta é utilizada em rituais de cura e nos remete a experiências visionárias, é utilizada pela Igreja Nativa Americana em seus cultos sagrados.




3 - WACHUMA (Trichocereus Pachanoi)
WachumaO Wachuma ou San Pedro é um cacto originário da região dos Andes, Chile, Bolívia, Perú, Equador e Colômbia. Sua substância ativa é a mescalina. Planta utilizada para cura e experiências visionárias e adivinhatórias, onde o xamã é levado a ter a visão da cura do enfermo, o espírito da planta entra em contato com o xamã ensinando-o a expulsar a enfermidade.



4 - IBOGA (Tabernanthe iboga)
IbogaA Bebida Sagrada mais usada na África chama-se Bwitists, que é uma preparação da raíz do Iboga, planta mestra muito utilizada pelos pigmeus, tribo indígena africana. Sua substância ativa é o alcalóide ibogaína. Muito utilizado pelos xamãs africanos em sessões de cura. O Iboga estimula o sistema nervoso central e induz a experiências visionárias e a transes profundos.







5 - DATURA (Datura wrightii e Datura stramonium)DaturaExistem diversos tipos de Datura, porém, as únicas que são realmente plantas mestras professoras são a Datura wrightii e a Datura stramonium. Planta originária do México e Estados Unidos, porém, aDatura stramonium é encontrada no Brasil. Sua subtância ativa é a scopolamina. É uma das plantas mestras mais perigosas, deve apenas ser ministradas por xamãs muito experiêntes. Experiências recreativas podem ser fatais.


6 - JUREMA (Mimosa hostilis)
JuremaA Jurema, também conhecida como Jurema-preta, também é nome de uma Bebida Sagrada feita com a raiz da árvore do mesmo nome (Mimosa hostilis). Os pajés, sacerdotes tupis, também fazem outra Bebida Sagrada da jurema-branca (Mimosa verrucosa), para estimular sonhos afrodisíacos. É um tipo de Bebida Sagrada servida em reuniões especiais. Das raízes e raspas dos galhos, os feiticeiros e pajés, babalorixás, os mestres do catimbó, os pais-de-terreiro do candomblé de caboclo fazem uso abundante. Sua substância ativa é o DMT (N-dimetiltriptamina). É utiliza tradicionalmente para fins medicinais e religiosos. Sua casca é usada para fins medicinais e a casca de sua raiz é a parte da planta usada nas cerimônias religiosas, pois possui maior parte dos alcalóides psicoativos.

7 - SOMA (Amanita muscaria)*
Amanita (Soma)O nome SOMA provém dos Vedas, escrituras sagradas da Índia, que nos relata que esta seria a Bebida Sagrada mais antiga da humanidade. SOMA é a Bebida Sagrada preparada com o cogumeloAmanita muscaria. Sacramentado até os dias de hoje na Índia, Sibéria e Austrália, por tribos aborígenes. A substância ativa do SOMA é o alcalóide ephedrina, que nos remete a transes extâticos profundos, conhecido comosamadi em sânskrito.


8 - LÓTUS AZUL (Nymphaea caerulea)
Lótus AzulEsta planta mestra é originária no Egito antigo, assim como também é encontrada na América do Sul. A Bebida Sagrada é feita através das flores da planta. Suas substâncias ativas são os alcalóides nuciferina e apomorphina, que nos enduz a experiências visionárias. Desta planta também são realizados diversos preparos afrodisíacos.



9 - SÁLVIA (Salvia Divinorum)
Salvia DivinorumExistem diversas espécies de Sálvia, porém, a única considerada como planta mestra professora é a Salvia Divinorum. Também conhecida como Maria Pastora pelas tribos indígenas mexicanas e Diviner's Sage pela tribos americanas. Sua substância ativa chama-se Salvinorin A. Planta que nos remete a experiências visionárias.



10 - PARICÁ ou YOPO (Anadenanthera peregrina)
ParicáParicá é o extrato moído, rapé, do caule ou das sementes da árvore conhecida no Brasil como Angico. Planta originária da América do Sul, encontrada especialmente no Brasil. Sua substância ativa é o DMT (N-dimetiltriptamina). Muita utilizado pelas tribos indígenas em rituais de cura e em experiências adivinhatórias, onde o xamã ou pajé, é levado a ter a visão da cura do enfermo. Durante o ritual o xamã inala junto com o enfermo uma quantidade do rapé de paricá para entrarem no estado alterado de consciência, estado este que proporciona as experiências de cura. 



* Trata-se de um fungo.
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ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA SEMENTE DA UNIÃO


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chá de iboga para cura do vício de crack


Mineiros dependentes de crack aderem ao chá de iboga para cura do vício

Eles dizem ter se livrado do vício após tratamentos em clínicas de SP. Médicos alertam para falta de pesquisas sobre a raiz e dizem que há efeitos colaterais perigosos

 

Beto Magalhaes/EM/D.A Press.
Desesperados para se livrar do crack, dependentes químicos e familiares de Minas Gerais estão buscando o tratamento alternativo do chá de iboga em clínicas de recuperação no interior de São Paulo e em Curitiba. A dose, única, custa entre R$ 4 mil a R$ 10 mil e não requer a internação do paciente. Apesar da falta de comprovação científica e dos riscos existentes de ministrar substância sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os viciados em drogas pesadas, como cocaína e crack, recorrem ao uso desse fitoterápico, que seria capaz de eliminar a vontade de usar drogas e a síndrome de abstinência (fissura).

Relatos obtidos pela equipe de reportagem do Estado de Minas chegam a atribuir à iboga o poder de ‘cura’, de ‘renascimento’, de ‘apagar o passado’. “É uma sensação deliciosa acordar sem a menor vontade de usar droga, sem medo da recaída. A vontade simplesmente apagou-se da minha mente”, comemora o dono de bancas de jornais Wagner do Patrocínio, de 43 anos. Em função do envolvimento com o crack, Wagner caiu na sarjeta – usava até 20 pedras por dia. Ele passou um ano internado, em duas clínicas mas continuou com recaídas.

Há três meses, Wagner aceitou experimentar a iboga por influência da mulher, Angela Chaves, que descobriu a novidade em SP. “Bebi um pó parecido com canela, misturado na água. Na hora, é preciso deitar porque a gente perde o jogo das pernas. Depois, começa a ‘ver’ um monte de cenas ruins. Pessoas sendo esfaqueadas, coisas com chifres, bichos. A sensação dura umas cinco horas. Depois, você toma a segunda dose. Os pensamentos ruins somem e vêm coisas boas, como anjos”, revela ele, que recomendou o tratamento ao colega João Paulo Barbosa Neto, de 34 anos (leia Depoimento). “Voltei a ter vida social com minha mulher e minha filhinha”, diz Wagner.

O psiquiatra Dartiu Xavier, diretor do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes de Drogas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), aplicou a dose de iboga a 75 voluntários. Do total, 51% dos pacientes conseguiram largar a dependência química. “A taxa de sucesso é alta. Chega a ser 10 vezes maior em relação à média de 5% de recuperação registrada nas internações em comunidades terapêuticas”, compara o psiquiatra.

 Este semestre, o psiquiatra dará entrada no Comitê de Ética da Unifesp com protocolo de estudo científico, inédito no país, na tentativa de comprovar a eficácia do uso da iboga no controle da dependência química em álcool e drogas. Caso seja aprovado, o ensaio clínico deverá comparar a reação dos viciados em crack, divididos no grupo que vai ingerir placebo e no outro, que receberá a fórmula original. “Mas os resultados serão a médio prazo”, alerta o pesquisador. Não há previsão de que, quando finalizados os trabalhos, a iboga possa ter autorização para ser usada como medicação controlada no Brasil.

Uso perigoso
Com formação em homeopatia, o psiquiatra Aloízio Andrade alerta que já é velha conhecida da medicina a técnica de propor aos pacientes a substituição de uma droga por outra. “É mais fácil e rápido abrir mão de uma substância nova do que da outra que já está usando há muitos anos. O que se faz é quebrar o ciclo vicioso do paciente, com a mudança do paradigma”, explica o médico. Segundo Andrade, que desconhece o uso da iboga em Minas Gerais, este papel costuma ser atribuído a alucinógenos ligados a rituais, sendo os mais populares a ayuaska e a mescalina.

Para Andrade, toda substância que age no sistema nervoso central pode desencadear quadros psiquiátricos e também neurológicos nos pacientes, como por exemplo convulsões. “Sem estudos científicos, não há clareza sobre a dose correta a ser oferecida por quilo de peso”, diz.

Beto Magalhaes/EM/D.A Press.
Assim como Andrade, o psiquiatra gaúcho Félix Kessler admite nunca ter testado a iboga em seus pacientes. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o psiquiatra Félix Kessler desconfia, por princípio, de promessas rápidas de cura para a dependência química. “Quem dera eu tivesse um remédio que pudesse dar aos meus pacientes na clínica. Descobriram que o tratamento alternativo dá bastante dinheiro e a onda de que a ibogaína cura o crack está pegando”, avalia o médico, para quem a melhor receita continua sendo o tratamento a longo prazo, com abordagem multidisciplinar e grupos de autoajuda. “O maior desafio é estimular o craqueiro a dar continuidade ao tratamento. É uma doença crônica como o diabetes – quem a tem enfrenta dificuldades para evitar doces”, completa.

Segundo a Anvisa, não há nenhum medicamento registrado no Brasil com o princípio ativo ibogaína. Dessa forma, a atribuição de alegações terapêuticas a este produto é ilegal, já que não há essa comprovação no Brasil. Entretanto, é legítima a importação de medicamentos sem registro no País, desde que para uso apenas pessoal e amparada pela prescrição de um médico que se torna o responsável pelo uso do produto.

Spa explora brechas na legislação


 “Por uma brecha na lei brasileira, consigo trabalhar com a iboga na forma de chá”, afirma o psicanalista clínico Gadyro Nakaya, dono do Spa Reabilit, em Arujá, no interior paulista. O spa é uma das entidades que trabalham com a substância. Amparado por cinco advogados, Nakaya já está importando mudas do arbusto no continente africano. Ele acredita no potencial de cura da planta que, criada em condições especiais na estufa em SP, ainda deve levar em torno de 10 anos para começar a produzir.

Ex-dependente químico de heroína, Nakaya diz ter se submetido a 40 internações no passado e que só conseguiu se livrar do vício após conhecer a substância. Ele garante que, em quatro anos, já “ibogou” centenas de pessoas em SP, inclusive artistas de tevê e músicos. “Acolhi um casal que passou a morar aqui comigo há um ano. Eles trabalham como caseiros do sítio. Os dois continuam limpos”, afirma ele. A clínica, registrada inicialmente como um spa, conta com clínico-geral e psiquiatra.
Antes de tomar a iboga, os pacientes são submetidos a uma bateria de exames, que comprovem abstinência de substâncias tóxicas de, no mínimo, sete dias. Depois, assinam um termo de responsabilidade. Só então são internados para ingerir a dose, que varia de acordo com o caso. O transe varia de 24 a 36 horas. A compulsão por drogas cessa ao final da “viagem”.   
No Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas (IBTA), em Paulínea (SP), a atendente informa que é oferecida a iboga junto a terapias e medicina ortomolecular, segundo ela como forma de potencializar o efeito da substância. O tratamento dura cinco dias, com índice de 70% a 80% de recuperação. “A iboga corta a vontade de usar a droga, mas a pessoa precisa querer deixar a vida de viciado”, alerta. Há mais de 10 anos no mercado, a Clínica Cleuza Canan, de Curitiba (PR) solicitou o envio de perguntas por e-mail. Até o fechamento desta edição, porém, as perguntas não haviam sido respondidas.
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VITAMINA D - A CURA





VITAMINA D - A CURA

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A CURA DA AIDS - O LIMÃO MATA O FRÁGIL VÍRUS HIV - VEJA O TRATAMENTO COM...





A CURA DA AIDS - O LIMÃO MATA O FRÁGIL VÍRUS HIV - VEJA O TRATAMENTO COM VITAMINA B12

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MUTAMBA PLANTA TROPICAL NO BRASIL,CURA CONTRA O VIRUS HIV-AIDS MAIS DE 100 CASOS DE PACIENTES COM SUCESSO INOCULADAS


UMA CURA E ENCONTRADA CONTRA O VIRUS HIV-AIDS COM UMA PLANTA TROPICAL NO BRASIL CHAMADA MUTAMBA

CIENTÍFICO ENCONTRA A CURA CONTRA O VIRUS HIV-AIDS COM UMA PLANTA TROPICAL NO BRASIL, COM MAIS DE 100 CASOS DE PACIENTES COM SUCESSO INOCULADAS
Por fim, a cura deve ser disseminada para a população infectada globalmente.
Documento Importância: Muito Alto.
Grau de sensibilidade: Muito sensível.
Tipo de documento: Scientific.
Por: CENIC SAÚDE Div.
(fonte Científico: Dr. Paulo Antônio Rodrigues Gouveia)
Araguaina-BRASIL.-AGPROG (05-09-2014).- Um equipe de investigação na cidade Institute Brasil Presidente Antonio Carlos Tocantinense (ITPAC) Araguaína, na cidade brasileira do norte do estado de Tocantins, descobre com sucesso a cura HIV / AIDS, com base em pesquisas de trabalho duro ao longo de 10 anos, no âmbito do Projeto Cientista e Dr. Antonio Rodrigues Paulo Gouveia, investigando as propriedades da planta tropical chamado Mutamba (Guazuma ulmifolia) para o atualmente mais de 100 casos documentados de pacientes inoculados com sucesso em laboratório, em todos os testes, e desde dezembro 2013 agora permanece apenas a distribuição e aplicação em todo o mundo para todos os pacientes infectados e respectivo financiamento um órgão mundial ou governo, que pode ser contactado com o líder do Projeto Mutamba, como eu lhe chamo. Farmacêutica Grande, OMS e da OPAS não ter contactado porque o cura é descoberta finalmente, mata o vírus, no prazo de oito meses após a aplicação da droga, e não é contínua no tempo, ao contrário de dividendos e receitas que podem ser obtidos através de (corrente convencional anti-retroviral) da ARV, que oferecem as empresas de lucro mais elevadas, até a morte do paciente, sem inoculante. A equipe do Dr. Antonio Rodrigues Paulo Gouveia pesquisa supostamente está disposta a fornecer o apoio e colaboração das nações ou governos diretamente ou agências e instituições científicas luta que exigem, se necessário, para inocular infectados.
MUTAMBA TITMAIN port
Cientista do Projeto Dr. Antonio Rodrigues Paulo Gouveia
Dr. Antonio Rodrigues Paulo Gouveia, Advanced Project Manager, exige várias nações progressistas do mundo e aqueles que desejam participar e instituições livres em várias nações, para que eles possam entrar em contato com você e fazer a produção em massa do composto, com sua equipe, para implementar a planta piloto de produção, o processo de fabricação é simples, natural e segura, diz eli.
Em todo o mundo existem mais de 40 milhões de pessoas infectadas, só em 2014, dados recentes mostram que só no Brasil, existem pelo menos 750.000 infectados e vai progressivamente aumentando, mesmo em grupos sem risco. Dr. Antonio Rodrigues Paulo Gouveia informou, não é um trabalho para apenas uma pessoa, mas uma equipa organizada e científica, que trabalham com regras e diretrizes, e agora está pronto para trabalhar para o doente e para o planeta e insiste que é o trabalho de todos para derrotar o vírus. A cura está agora disponível para distribuição imediata aos afetados globalmente, de agosto de 2014, através de uma agência responsável diz o cientista, não esperando indica doente e pode entrar em contato e publicado pela mídia. Governos e nações Informa pode entrar em contato através de seus ministérios e instituições para implementar Saúde Legal protocolo inoculação imediata e incluir em seus programas padrão do HIV.
O QUE É AIDS?
A SIDA é uma doença caracterizada por uma disfunção grave e progressiva do sistema imunitário infectados com o vírus da imunodeficiência humana individual (HIV). Sua evolução pode ser dividida em três fases: infecção aguda, semanas após a infecção inicial pode ocorrer com manifestações como febre, calafrios, sudorese, mialgia, dor de cabeça, dor de garganta, sintomas gastrintestinais, linfadenopatia generalizada, e erupção cutânea . A maioria das pessoas desenvolvem sintomas de auto-limitação desaparecem após algumas semanas. No entanto, a maior parte não são diagnosticados por causa da semelhança de outras doenças virais. Em seguida, o paciente entra em uma fase de infecção assintomática, duração variável de alguns anos. Doença sintomática da SIDA, que é a sua manifestação mais grave ocorre na medida em que o paciente irá apresentar perturbações significativas de imunidade com a ocorrência de febre prolongada, diarreia crónica, perda de peso significativa (mais do que 10% em peso acima do indivíduo), suores nocturnos, fadiga e linfadenopatia. Infecções oportunistas começam a surgir ou reaparecer, como tuberculose, pneumonia por Pneumocystis carinii, toxoplasmose cerebral, oroesofágica candidíase, meningite criptocócica e retinite por citomegalovírus, entre outros. Rara em indivíduos imunocompetentes, sarcoma e linfoma e certos tipos de tumores podem surgir a partir de sarcoma, caracterizado condição SIDA. A ocorrência de graves ou atípicas de doenças tropicais, como paracoccidioidomicose, leishmaniose e doença de Chagas formas têm sido observadas no Brasil.
aids2
O virus da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS)
A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) ou “síndrome da imunodeficiência adquirida” (AIDS) começou a se espalhar entre a população a partir de 1980, fez com que milhões de pessoas infectadas, e milhões de mortes e do número de portadores do vírus está a aumentar de forma alarmante a cada ano, aumentando o seu número, incluindo os que estão fora dos grupos de risco ou de risco e isso é alarmante.
DIAGNÓSTICO AIDS
O laboratório para HIV-A, encontrando técnicas para quantificar anticorpos, antígenos, material genético por meio de técnicas de biologia molecular (carga viral) ou isolamento do vírus direta. Na prática, os testes que buscam anticorpos (sorologia) são os mais utilizados. O aparecimento de anticorpos detectáveis ​​por sorologia é um período médio de 6 a 12 semanas após a infecção inicial. Chamado de “período de janela” que o intervalo entre a infecção ea detecção de anticorpos por técnicas laboratoriais padrão. Durante este período, o teste sorológico pode ser jogado ou falsos negativos. Devido à importância de diagnóstico laboratorial, em especial, as consequências da “etiqueta” de um indivíduo como HIV positivo e têm uma maior segurança no controlo de sangue e seus derivados qualidade, recomenda-se que o teste detecção de reagentes de laboratório de uma possível primeira amostra foi repetido e confirmado como exigido pelas regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde.
TRATAMENTO DA AIDS
A terapia anti-retroviral -A dirige a prevenção da replicação viral, com diferentes drogas que têm como alvo vários estágios do ciclo replicativo. Drogas anti-retrovirais actualmente disponíveis para o tratamento do HIV são vários inibidores da transcriptase reversa que actuam antes da incorporação do material genético do vírus dos inibidores da protease do cromossoma do hospedeiro e, em seguida, que actuam neste passo, e evitar formando viriões proteínas funcionais, isto é, o vírus infeccioso. O cocktail é uma combinação de dois fármacos (Chi et al., 2004).
Os inibidores de transcriptase reversa do vírus pode impedir a alterar o seu código genético no ADN-ARN, a operação necessária para multiplicar no interior das células (Costi et al, 2004).
Vários compostos naturais são utilizados nos estudos de inibição de transcriptase inversa retroviral do HIV, incluindo são taninos, compostos fenólicos, estes são caracterizados pela sua capacidade de combinar com proteínas ou outros polímeros, tais como polissacáridos (Buolamwini e Assefa 2002 ).
Desde o surgimento do vírus da Aids, a medicina tem buscado tratamentos que podem aumentar a expectativa de vida dos pacientes. O mais eficaz até agora, tem sido chamado de cocktail, que consiste em comprimidos pacientes precisam tomar diariamente para combater a doença, chamados de ARVs. Para alguns HIV-positivo, o tratamento é o martírio, porque eles sofrem com efeitos colaterais, como náuseas, diarreia, dores de estômago e dores de cabeça motivados pelo uso contínuo de medicamentos e os efeitos colaterais nocivos sobre seus corpos e prematuro envelhecimento do corpo. Mas estes só parar o vírus, mas não eliminá-lo do corpo.
SOBRE O DESCOBRIDOR DO CIENTIFICO E DA CURA
Apesar dos avanços, muitos pesquisadores em todo o mundo ainda estão tentando encontrar uma cura para a doença tornou-se uma epidemia mundial. Mas foi em Tocantins, o médico e cientista Dr. Paul Anthony Rodrigues Gouveia (Paulo Antonio Rodrigues Gouveia), que em entrevistas exclusivas vários jornais nacionais: o portal Norte, o Diário Oficial ou Progresso e Araguaia Notícias, ofereço o detalhes específicos de sua pesquisa e descoberta importante, com base em um projeto de pesquisa, estudando a cura, agora curto de pessoas com HIV.
Ele viveu por 40 anos em Araguaína, Brasil, Dr. Paulo Gouveia, ele trabalhou como técnico de laboratório no Hospital de Doenças Tropicais (HDT) e formou-se em medicina por quatro anos no Instituto Presidente Antonio Carlos Instituto Tocantinense (ITPAC) Araguaína . De acordo com um boletim oficial, trabalhando na área da saúde no Estado e Município e oferece cursos de formação e conferências, há dez anos realiza pesquisas científicas que podem mudar o curso da história da medicina na busca de uma cura AIDS, com resultados muito positivos. Ele descobriu que, por meio das propriedades de uma planta chamada Mutamba, nativa do norte da clínica pode curar esta doença.
Dr. Paulo Gouveia, não só estudou as propriedades da planta, mas também desenvolveu o projeto da cura, que é oficialmente patenteado no Brasil e da comunidade científica.
MUTAMBA
A Mutamba é uma planta tropical chamada nome científico, Guazuma ulmifolia, Família Malvaceae (Antigamente Stherculiaceae). Mutamba, é uma palavra tupi guarani que significa “fruta dura”, também chamado Guazuma, Mutambo, Araticum bravo, Head-to-negro, fruta ou Macaco Chico-magro.
Origem: Nascido em várias formações florestais da América Central e do Sul, aparecendo preferencialmente nas florestas do Brasil.
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Guazuma ulmifolia, Família Malvaceae (Antigamente Stherculiaceae). Mutamba
JUSTIFICAÇÃO
A base teórica da pesquisa do Dr. Paulo Gouveia, o trabalho de seu avô, também cientista Dr. Francisco Cabral de Melo, especialista farmacêutico, formado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1946, baseia-se Faina – Goiás, juntamente com colaboradores, tratamentos de documentos em vários pacientes com febre amarela, usando tanino (acúmulo de carbono, hidrogênio e oxigênio) da planta popularmente conhecida como Pithecellobiun Mutamba ou, em testes de plantas típicas região norte, e com um prognóstico favorável, com vários pacientes já tiveram a cura em 100% dos casos, sem evidência de toxicidade em nenhum deles, sendo um produto natural.
O tanino substância contendo Mutamba da planta, através da parede celular e do citoplasma atingir o vírus HIV mesmo em lugares distantes como lingonodos.
INICIO DO PROJETO E TESTEMUNHO
O cientista explica: projeto Mutamba começou há dez anos, minha mãe sempre falava sobre meu avô Francisco Cabral de Melo, farmacêutico, meu avô estava em tratamento em 1946 pacientes com febre amarela, com uma taxa de cura de cem por cento. Mais tarde, um médico, comecei a pesquisar e encontrei o Guazulma ulmifolia mais conhecido como (Mutamba). O cientista, então, realizada uma pesquisa e começou a apresentar o projeto em 23 de outubro de 2010, apresentou o projeto em Porto Alegre em Pastoral Aids, pouco depois, conseguiu um contato laboratórios Kyolab, com os quais foram realizados e outras evidências de inibição foram de 30 por cento, os testes foram feitos pelo Dr. Amilcar Tanure, um dos melhores cientistas e pais de citologia, Dr. Amilcar Tanure realizada reteste, que foi de 100 por cento do inibição sem citotoxicidade, agora, após quatro anos de muitas lutas, nós estamos aqui para dar continuidade ao projeto funcional. Precisamos do apoio de toda a sociedade, para que este projecto avance que vai ajudar as pessoas, não só no Brasil, mas em todo o mundo, para superar esta doença.
DESCRIÇÃO DO PROJETO
Os seus estudos demonstraram que a casca e entrecasca Pithecellobiun conhecido como (Mutamba) são ricas em componentes com propriedades farmacológicas. Este apresenta alcalóides triterpeno e uma quantidade significativa de tanino (Costi et al. 2004).
As propriedades de taninos são ligados à sua capacidade para formar complexos de proteínas envolvidas na protecção de tecidos, em comparação com o ataque microbiológico. Ele também dá as propriedades gustativas agrupadas sob o termo adstringência, tem anti-radicais livres e pode consumir a energia do oxigênio dissolvido, ou seja, têm propriedades farmacológicas interessantes e função antioxidante também mostram atividade potente contra a replicação do HIV (Cocuzza, 2001).
ESTUDO GERAL
Para identificar a eficácia do substrato planta Pithecellobiun (Mutamba) como um inibidor da transcriptase inversa na replicação viral (a polimerização de moléculas de DNA a partir de moléculas de RNA enzima, muitas vezes o oposto do que acontece em células) do HIV, com redução do risco de toxicidade.
ESTUDO ESPECIFICO
  • identificar o peso molecular de tanino, que tem uma acção inibidora da transcriptase inversa retroviral do HIV, com um menor risco de toxicidade.
  • Promover a redução da carga viral, preservando a função do sistema imunitário.
  • Retardar a progressão da doença, modificando a história natural do HIV.
JUSTIFICATIVA DO ESTUDO
Embora o início da terapia, diminui a partículas virais indetectáveis​​, o vírus persiste nos vasos no corpo, tais como linfócitos T adormecido. A aparência e a taxa de desenvolvimento de resistência a várias combinações de drogas disponíveis no mercado o stress é também um factor limitador. No entanto, um fator que torna ainda mais difícil para a terapia anti-HIV é a alta incidência de efeitos colaterais causados ​​por medicamentos disponíveis hoje. Estudos realizados por Ligani Jr. e seus colegas mostraram que esta é a principal causa de falhas na adesão à terapia anti-retroviral (20,5%), que é caracterizada principalmente por vômitos, diarreia, náuseas e dor abdominal, bem como dor cabeça e até mesmo mudanças na cor da pele.
O uso de plantas medicinais é o resultado do acúmulo secular de dados empíricos sobre o estoque de conhecimento sobre as plantas de diferentes grupos étnicos. Eles são relevantes para a padronização da produção e comercialização de técnicas de ervas questões importantes, no entanto (De Clercq, 2000).
As ervas encontrados em quantidades relativamente elevadas de compostos fenólicos. O seu papel é essencial para proteger os tecidos contra o ataque de insetos, fungos ou bactérias. É considerado um sistema de defesa passiva relativamente eficiente. As plantas também podem produzir grandes quantidades de fenóis de uma alteração na superfície das células vivas: protecção está activa. O melhor exemplo é dado pela picada de insetos nas folhas que são a fonte de galhas.
Durante dez anos árvore Mutamba foi observado e percebi que em algum momento no ano, teve uma forte presença de galhas, seca atingindo quase 70% comprometimento da árvore e, a cada dia que passa a planta estava se recuperando, mostrando resistência à praga que anteriormente alcançado.
Em 1946, Faina – GO, testes especialista Francisco Cabral de Melo, Farmacêutica UFRJ, e colegas conduziram, não documentadas em pacientes com febre amarela, usando Mutamba tanino, que tem um baixo peso molecular, com um prognóstico favorável e cura ele foi bem sucedido em 100% dos casos, sem evidência de toxicidade em qualquer um deles, uma vez que é um composto natural.
Moléculas de taninos foram testados com a intenção de encontrar uma droga eficaz contra o HIV. Kilkuskie e colegas observaram galotaninos pesquisa mostrou atividade inibitória apenas em concentrações tóxicas, elagitaninos e taninos condensados ​​inibir a replicação viral e os taninos complexos mostraram potente atividade contra a replicação do HIV. Eles concluíram que a actividade anti-HIV por taninos exibida é devido à inibição da transcriptase inversa, impedindo assim a replicação viral.
Isso justifica a alta relevância da pesquisa com uma menor taninos peso molecular e menor toxicidade.
ESTUDO DOCUMENTADO DE CASO CIENTÍFICO PARA EXEMPLO
DBDS extrato paciente, de 47 anos, do sexo masculino, HIV estado +/- há 10 anos, ela começou o tratamento com Pithecellobiun (Mutamba), em 22 de janeiro de 2011, usado por 30 dias e realizou os seguintes exames :
Hemograma completo (03/02/11)
HT: 46,0%
Hm: 5,04
Hb: 16.10
Plaquetas: 126.000
Leucócitos: 3000
Objetivo: 62
Total de Linfócitos: 34
Em linfócitos: 1020
B: 3
Hemograma completo (25-08-11)
Ht: 39%
Hm: 4.3
Hb: 13
Plaquetas: 144.000
Leucócitos: 4200
Meta: 46
Total de Linfócitos: 44
Relacionados: 1848
PCR PCR quantitativo (22/09/2011) – Laboratório Alvaro. Método RT – PCR (abade verdadeiro HIV Equipe I)
Resultado: não detectado
Referência: não detectado
O tratamento com o tanino extraído Pithecellobiun na inibição da transcriptase reversa do HIV de PCR para zero. O hemograma completo foi feito no final de oito meses e foi normal.
RESULTADOS
Diante dos resultados, o Dr. Gouveia, tem vindo a testar as moléculas de taninos Mutamba, com a intenção de encontrar uma droga eficaz contra o HIV desde que de acordo com a pesquisa, o vírus da febre amarela e HIV são iguais em termos de estrutura. Em entrevista, o médico especialista, explica o tratamento dirigido a duas pessoas com HIV. Oito meses após a conclusão do seu tratamento, e os testes de PCR específicos, como exames de sangue que detectam a carga viral foram negativos em relação ao diagnóstico da evolução da doença. Isto significa que os vírus se replicar, eles pararam em sua multiplicação no corpo dos pacientes, “Eles se viraram para zerar a carga viral, e restaurado em 15 kg ou 10 kg de peso corporal, a eficácia do tratamento está praticamente comprovado” diz o cientista e médico, explicando que agora os cientistas e revisões técnicas Biópcia é comprovada a eficácia do produto e 100%. Dr. Gouveia também explica que, porque é um remédio natural, não tem contra-indicações e não há continuidade impedimento ético-moral e massa pode ser aplicada na população infectada. O tratamento é apenas para pessoas que foram identificadas com o vírus HIV.
TRATAMENTO EFICAZ SOBRE O PROTOCOLO PARA HIV
Gestão do Tempo:
Gestão do Tempo:
O tratamento para pacientes com HIV, dura apenas 30 dias.
Ingredientes básicos de cura natural:
Como a droga ainda não é quimicamente tratada, o médico dá a simples receita de como preparar o remédio na mão para consumo:
– Cinqüenta folhas de os topos das árvores maduras
– 2 litros de água
preparação:
As folhas devem ser misturados com 200 ml de água pura e moído num misturador.
Após este procedimento, adicionar 1800 ml de água remanescentes. O paciente deve tomar a medida de um liquidificador 200 ml, 2 vezes ao dia, a cada 12 horas. Este deve ser administrada todos os dias, durante trinta dias consecutivos.
COMENTÁRIOS
O médico ressaltou que o tratamento eficaz apresentada pode depender da região em que a planta é Mutamba. Neste caso, sua eficácia tem sido comprovada em plantas que originaram no clima e altitude dos estados de Goiás e Tocantins. “Você não pode fazer todas as plantas de outras regiões”, adverte.
PROTOCOLO DE TRATAMENTO DE HIV AIDS
O protocolo completo para o tratamento do vírus HIV, está amplamente descrita na seguinte relação:
PESQUISA DE PROPIEDADE
A descoberta foi patenteada e 19 outubro de 2010, a pesquisa Dr. Gouveia, segundo ele, já está liberado pelo Instituto Nacional de Patentes, chamou a atenção para as doenças infecciosas ou especialistas em doenças infecciosas de várias partes do Brasil e o mundo, visando realizar o tratamento de pacientes HIV-positivos. Em colaboração com especialistas em doenças infecciosas e realizar o tratamento de uma centena de pacientes Araguaína.
PRÓXIMO PASSO
No final da entrevista, o Dr. Gouveia informa que o pedido enviado pelo Centro de Investigação ITPAC através do coordenador do curso de Medicina, Dr. Elvio Machado, a fim de continuar os estudos no comando do Instituto, “A aplicação foi bem recebido pelo coordenador.
TESTE
Nós teste e reteste em vitrio com 100% de inibição, sem citotoxicidade, e seguiu os pacientes inoculados, todos com sucesso.
As pessoas infectadas com o HIV, que usaram o extrato Guazulma ulmifolia (Mutamba) foram tratados em grande número, atualmente tem mais de uma centena de pessoas compareceram a zero a carga viral e CD4 padronizado, com documentação completa do processo bem sucedido.
APOIO DO GOVERNO E EMPRESAS E NECESSARIO
E, atualmente, projeto eficaz e comprovada ainda não tem o apoio do governo federal ou de instituição médica. Atualmente, o projeto de pesquisa tenha sido pago por fundos e recursos.
Apoio para que se deseja é necessário inocular tantos doentes e ajudar as pessoas em todo o mundo. O apoio do governo de governos em todo o mundo, em cada país para eliminar completamente o vírus vai precisar.
Por isso, o apoio de todos os governos e as organizações sociais, instituições que vivem é necessária para ajudar a impedir que o vírus HIV e AIDS Project trazer Mutamba atingir os objetivos iniciais de cura para o grande número de pessoas infectadas e que sofrem de este mal.
LISTA DE VIDEOS
https://www.youtube.com/watch?v=cCnPgaMYEr0&list=PLOyK5NwgRB1Xbtkg8oryIdU8SXQ6-kIP4
CONTATO DIRECTOR DO PROJETO MUTAMBA CONTRA HIV
Médico e Científico- CRM-2107-TO Project Manager
Dr. Paulo Antônio Rodrigues Gouveia
Brasil, residente na Rua, número 236, Setor Couto, Araguaina
CONTATO E CORREIOS PARA OS GOVERNOS E INSTITUICOES CIENTIFICAS:
E-mails:
Primário: paulogouveia.gouveia@bol.com.br (Projeto Global CHEFE).
Secundário: paulogouveia.gouveia@gmail.com
Call Center – CENIC MUTAMBA: cenic-mutamba@gmx.com
telefone:
Centro de Pesquisa: +55633414 0719
Chefe Global de telefone móvel do projecto: +5563 9263 2664
LIBERAÇÃO DE DESCOBRIMENTO NOS MEIOS
Ver relatos generalizados de descoberta:


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plantas venenosas mortais


As plantas venenosas dessa lista são mortais, assassinas impiedosas: elas contêm algumas toxinas que não podemos nem pensar em chegar perto. Até sementes de maçã contêm vestígios de cianeto, mas, nesta lista, vamos conhecer algumas plantas que contêm tais doses elevadas de toxinas que podem matar humanos em questão de horas. Em alguns casos, animais têm uma tolerância muito maior ao veneno. É chocante reconhecer algumas das plantas que você cresceu por perto, sem saber que apenas uma mordida poderia ter lhe matado.
Muitas das vítimas dessas plantas são crianças, pois elas muitas vezes têm aparência de frutas um pouco apetitosas, e os pequenos são curiosos, além de terem uma tolerância ainda menor para o veneno. Se for pai ou mãe, preste atenção nos itens abaixo:
1 – Abundância (Ageratina adenophora)

Essa planta nativa da América do Norte é altamente venenosa. Suas flores são brancas e, após a floração, pequenas sementes sopram com o vento. Elas têm uma alta porcentagem da toxina tremetol, que não é conhecida por matar seres humanos diretamente, mas indiretamente. Quando a planta é comida pelo gado, a toxina é absorvida em seu leite e carne. Quando os seres humanos, então, comem essa carne ou bebem esse leite, a toxina entra no corpo e se torna a chamada “doença do leite”, altamente fatal. Milhares de colonos europeus morreram da doença na América no início do século 19.
2 – Erva-de-São-Cristóvão (Actaea pachypoda)

Essa planta com flores nativa do leste e norte da América do Norte tem veneno no seu fruto marcante, de um 1 centímetro de diâmetro, que lembra muito um olho. Apesar de toda a planta ser declarada tóxica para consumo humano, a parte mais venenosa é a toxina concentrada no fruto que, infelizmente, foi responsável por tirar uma série de vidas de crianças, já que também têm um gosto doce. As bagas contêm uma toxina cancerígena, que tem um efeito sedativo quase imediato em músculos cardíacos humanos e pode facilmente causar uma morte rápida.
3 – Trompeta de anjo (gênero Datura)

As plantas desse gênero são às vezes chamadas de lírio, pela semelhança. Também são chamadas de trompeta de anjo, nativas das regiões tropicais da América do Sul, por causa das flores pendentes em forma de trompete, cobertas de pelos finos, que pendem da árvore. As flores vêm em uma variedade de tamanhos (14 a 50 centímetros) e em uma variedade de cores, incluindo branco, amarelo, laranja e rosa. Todas as partes da planta contêm toxinas. A planta é, por vezes, transformada em chá e ingerida como uma droga alucinógena. Como os níveis de toxicidade variam de planta para planta, e de parte para parte, é quase impossível saber a quantidade de toxinas que você ingeriu. Como resultado disso, muitos usuários têm overdose e morrem.
4 – Nuz-vômica (Strychnos nux-vomica)

A árvore Estricnina é nativa da Índia e sudeste asiático. As pequenas sementes dentro do fruto verde para laranja são altamente tóxicas, com alcalóides venenosos. 30 miligramas dessas toxinas são o suficiente para serem fatais a um adulto, e levará a uma morte dolorosa de convulsões violentas devido à estimulação simultânea de gânglios sensoriais da coluna vertebral.
5 – Teixo (Taxus baccata)

Essa árvore é nativa da Europa, norte da África e sudoeste asiático. Ela tem sementes dentro de sua baga vermelha. Essa é a única parte do fruto que não é venenosa e permite que as aves a comam e espalhem as sementes. É preciso uma dose de cerca de 50 gramas para ser fatal para um ser humano. Os sintomas incluem dificuldade respiratória, tremores musculares, convulsões, colapso e, finalmente, parada cardíaca. Em casos de intoxicação grave, a morte pode ser tão rápida que os outros sintomas não são sentidos.
6 – Cicuta (Cicuta maculata)

Cicuta é um grupo de plantas altamente venenosas nativas às regiões temperadas do hemisfério norte. As plantas têm pequenas flores brancas ou verdes, dispostas em forma de guarda-chuva. É considerada a planta mais venenosa da América do Norte: contém uma toxina que provoca convulsões. O veneno é encontrado em todas as partes da planta, mas é mais concentrado nas raízes, que por sua vez são mais potentes na primavera. Além das convulsões quase imediatas, outros sintomas incluem náuseas, vômitos, dores abdominais, tremores e confusão. A morte geralmente é causada por insuficiência respiratória ou fibrilação ventricular e pode ocorrer poucas horas após a ingestão.
7 – Erva de lobo (Aconitum lycoctonum)

O nome lycoctonum se refere ao uso desta planta para matar lobos (luco = lobo e ctonos = matar). Curiosamente, também é mencionada na mitologia e folclore de lobisomem como tanto sendo capaz de repelir lobisomens/licantropos, quanto induzir o estado de lobo, independentemente da fase da lua. Essas plantas perenes são nativas de regiões montanhosas do hemisfério norte. Contêm grandes quantidades de um veneno que costumava ser usado pelo povo Ainu do Japão como veneno para a caça nas pontas de suas flechas. Em casos de ingestão, os sintomas incluem queimação nos membros e abdômen. Com grandes doses, a morte pode ocorrer dentro de 2 a 6 horas. 20 mililitros são suficientes para matar um humano adulto.
8 – Ervilha do rosário ou jiquiriti (Abrus precatorius)

A planta é nativa da Indonésia, mas cresce em muitas partes do mundo. É mais conhecida por suas sementes, que são usadas como miçangas, pelo seu vermelho brilhante com um único ponto preto (não muito diferente de uma viúva negra). O veneno contido na planta (abrina) é muito semelhante ao veneno ricina, encontrado em algumas outras plantas venenosas. Há uma diferença principal, entretanto: a abrina é cerca de 75 vezes mais forte que a ricina. Ou seja, a dose letal é muito menor e, em alguns casos, tão pouco como 3 microgramas pode matar um humano adulto. O uso de sementes como enfeite ainda representa uma enorme ameaça; pessoas já morreram só de furar os dedos na broca usada para perfurar os orifícios minúsculos nas sementes.
9 – Beladona (Atropa belladonna)

Beladona é nativa da Europa, norte da África e Ásia ocidental. É também uma das plantas mais venenosas do mundo, pois contém toxinas que causam delírios e alucinações. Outros sintomas de envenenamento incluem perda da voz, boca seca, dores de cabeça, dificuldade respiratória e convulsões. Toda a planta é venenosa, mas as bagas costumam ser mais, além de serem doces e atraírem crianças. 10 a 20 bagas podem matar um adulto, mas só uma folha em que os venenos estão muito mais concentrados pode matar um homem adulto. Estranhamente, nossos ancestrais “muito inteligentes” da era elizabetana (1500) usavam beladona como parte de sua rotina diária de cosméticos. Eles usavam gotas feitas a partir da planta como colírio, para dilatar as pupilas, considerado atraente porque dava ao usuário um olhar sonhador. As mulheres também bebiam cianeto, ou “sangravam” a si mesmas para obter uma cor pálida e uma pele translúcida.
10 – Mamoma (Ricinus communis)

As mamonas são realmente assassinas; de fato, é a planta mais venenosa do mundo, segundo o livro dos recordes Guiness. A planta é nativa da bacia do Mediterrâneo, África oriental e Índia, mas é amplamente cultivada como planta ornamental. A toxina chamada ricina é encontrada em toda a planta, mas está concentrada nas sementes/grãos (da qual o óleo de mamona é feito). Uma semente é suficiente para matar um humano em dois dias, em uma morte agonizante e longa. Os primeiros sintomas vêm dentro de algumas horas e incluem sensação de queimação na garganta e na boca, dor abdominal e diarréia com sangue e vômito. O processo é imparável e a causa final da morte é desidratação. Estranhamente, os humanos são os mais sensíveis a essas sementes: leva 1 a 4 para matar um ser humano plenamente desenvolvido, 11 para matar um cão e 80 sementes para matar um pato. [Listverse]
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