. a cura: como Obter o principio ativo de uma erva medicinal

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domingo, 19 de maio de 2013

como Obter o principio ativo de uma erva medicinal

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como Obter o principio ativo de uma erva medicinal

Decocção

Esta técnica consiste em manter um vegetal em contato durante certo tempo com um solvente (normalmente água) em ebulição.
É de emprego restrito, pois muitas substâncias ativas são alteradas por aquecimento prolongado, costuma-se empregá-las com material vegetal duro e de natureza lenhosas. O produto obtido chama-se decocto.
Deita-se as ervas numa vasilha e verte-se água fria em cima. A duração do cozimento, em fogo brando, pode variar entre cinco e trinta minutos, dependendo da qualidade das ervas empregadas. Folhas, flores e partes tenras, basta cozer de cinco a dez minutos. Partes duras, como sejam: raízes, cascas, talos, pica-se em pedaços pequenos e cozinha-se entre quinze e trinta minutos. Finalmente tira-se a vasilha do fogo, conservando-a tapada por mais alguns minutos, côa-se e esta pronto. O decocto deve ser utilizado no mesmo dia de seu preparo.

Destilação

É o processo pelo qual se retira das ervas os óleos essenciais a serem usados em massagens, inalações, banhos, etc.
A destilação é o modo de separação baseado no fenômeno de equilíbrio líquido--vapor de misturas. Em termos práticos, quando temos duas ou mais substâncias formando uma mistura líquida, a destilação pode ser um método adequado para separá-las: basta que tenham volatilidades razoavelmente diferentes entre si.

Infusão

Preparação utilizada para todas as partes de plantas medicinais ricas em componentes voláteis, aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada de água e do calor. Normalmente, trata-se de partes das plantas tais como flores botões e folhas. As infusões são obtidas fervendo-se a água necessária, que é derramada sobre a erva já separada, colocada noutro recipiente. Após a mistura, o recipiente permanece tapado por um tempo variável entre 5 e 10 minutos para folhas, flores e talos tenros e de 20 a 30 minutos para cascas, talos e raízes, que devem ser muito bem picados. Deve-se coar a infusão, logo após o término do repouso. Também a infusão deve ser ingerida no mesmo dia da preparação. Utilizam-se infusões também em gargarejos.

Tisana

A tisana é um tipo de infusão que consiste em adicionar ervas medicinais a água fervente durante cinco ou dez minutos num recipiente tapado. Após esse tempo retira-se o recipiente do fogo, deixando descansar (ainda tapado) por cerca de 15 minutos. A tisana está pronta a ser consumida, após ser coada e colocada numa chávena ou xícara.
"Chá de ervas" é frequentemente utilizado para designar todas as infusões feitas a partir de diferentes partes de plantas (não necessariamente ervas - casca, folhas, flores, etc.). Exemplos mais comuns: chá de camomila, chá de erva-cidreira, chá de tília, chá de menta, chá de limão, chá de flor de laranjeira, etc.
No entanto, essas infusões são tisanas e não rigorosamente chás, uma vez que o termo chá designa única e exclusivamente a bebida preparada através da infusão de folhas, flores ou raízes da planta Camellia sinensis.

Maceração

Neste processo, a substância vegetal é deixada em contato com o veículo (líquido usado para dissolver o princípio ativo, como por exemplo: água, aguardente, álcool de cereais, álcool, azeite ou óleo, vinho, ou outro líquido extrator), em temperatura ambiente. O período de maceração depende do material a ser utilizado. Folhas, flores e outras partes tenras são picadas e ficam macerando por 10 a 12 horas, enquanto partes mais duras como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos, ficam macerando por 18 a 24 horas. Embora lenta, a maceração é um método excelente para obter o princípio ativo em toda sua integridade. Após este período côa-se e esta pronto.
Em casos específicos a droga vegetal deve entrar em contado com o liquido extrator de 6 h há 10 dias com agitação esporádica do recipiente.
A maceração de água não deve ser tomada 12 horas após seu preparo, pois existe proliferação de bactérias que podem ser prejudiciais.
Quando se utiliza álcool à solução obtida é chamada de tintura ou extrato que é a maceração das plantas a frio, em álcool de cereais a 60º ou a 70º.

Processo

Põe-se de molho, em água, vinho, aguardente, álcool de cereais, azeite ou óleo, por doze a vinte e quatro horas, as partes a serem utilizadas.
De 12 a 18 horas - As partes tenras, folhas, flores.
De 18 a 24 horas - As partes mais duras, como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos.
Após este período côa-se e esta pronto. Neste processo conserva-se os sais minarias e vitaminas dos vegetais empregados.


Azeite

Deixar em maceração as partes a serem utilizadas:
De 12 a 18 horas - As partes tenras, folhas, flores, etc.
De 18 a 24 horas - As partes mais duras, como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos.
Após este período côa-se e esta pronto. Neste processo conservam-se os sais minarias e vitaminas dos vegetais empregados.

Loção

Por maceração obtém-se a tintura que se adiciona ao álcool de cereais.

Extrato

A erva posta em solvente (água ou álcool) absorvem-no e permitem a evaporação de seu excesso.

Tintura

Utilizados em casos de extrema gravidade por possuírem altas concentrações de princípios ativos. As partes da planta são pulverizadas e conservadas numa solução feita de água e álcool nas mesmas proporções (1:1).
A preparação de tinturas a partir de substâncias é um processo minucioso e delicado que consiste em misturar partes de plantas secas e dividas em álcool de pureza absoluta, onde o contato deverá ser mais ou menos prolongado para permitir uma melhor extração dos princípios ativos (8 a 15 dias).
Para obter as tinturas deve-se:
a.        Plantas frescas - utilizar a proporção de 50% em peso de plantas em relação ao álcool, em volume, isto é, 500 g de planta fresca em 1000 ml de álcool;
b.        Plantas secas - usar a proporção de 25 % em peso de plantas secas em relação à mistura álcool-água, na proporção de sete partes de álcool e três partes de água destilada ou fervida, em volume, ou seja, 250 g de plantas secas em 700 ml de álcool e 300 ml de água.
Após a obtenção da tintura, filtra-se e o resíduo é espremido em uma prensa, para extrair o líquido que ainda esteja presente.

Vinagres

As ervas são mergulhadas em vinagre de maçã, arroz ou malte por duas semanas ou mais.

Vinhos Medicinais (Garrafadas)

As plantas devem ser picadas e moídas, colocadas em recipiente fechado, fresco e ao abrigo da luz. A proporção deve ser de 20g de erva para 100 ml de cachaça, vinho tinto ou vodca. A extração deve ser realizada num período de 21 dias. O recipiente deve ser agitado uma a duas vezes ao dia para melhorar a extração. A dose diária é, em geral, em torno de 20 a 40 ml. São preparações que resultam da ação dissolvente do vinho sobre as substâncias vegetais. O vinho utilizado deve ser puro, com alto teor alcoólico; tinto para dissolver princípios tônicos ou adstringentes e branco quando se deseja obter um produto diurético.
O método para se obtiver vinhos medicinais é muito simples: adiciona-se 5g de uma ou mais ervas secas, bem limpas e picadas para cada 100 ml de vinho e macera-se em recipiente bem tampado e em local escuro, por um período de 10 a 15 dias, sendo agitado uma ou duas vezes diariamente. Depois de filtrado, o produto deve ser conservado em local arejado.

A planta é seca o suficiente para permitir sua trituração com as mãos ou podem ser moídas em moinhos esterilizados, peneirar e guardar em vidros fechados em locais frescos e abrigados da luz. As cascas e raízes devem ser moídas até se transformarem em pó. Internamente pode ser misturado ao leite ou mel e externamente, é espalhado diretamente sobre o local ferido ou misturado em óleo, vaselina ou água antes de aplicar.

Sumo

É um processo para ser utilizado imediatamente. Na preparação são utilizados frutos moles e maduros espremidos em pano ou folhas, flores e sementes trituradas em liquidificador ou socadas em um pilão. São então coadas e diluídas em água e, caso necessário, adoçadas com mel.

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