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quinta-feira, 21 de março de 2013

Síndrome Hemolítico-Urêmica

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Foi no ano de 1955 que o alemão Gasser e colaboradores publicaram uma descrição desta moléstia. Apesar de não ter sido o primeiro relato, este foi considerado o seu marco inicial.
Comumente afeta crianças infectadas, por via oral, com a bactéria E. coli O157H7, responsável por liberar toxinas que entram em contato com a corrente sanguínea e destroem os eritrócitos sanguíneos.
Consiste em uma emergência médica que apresentam mortalidade entre 5-10%, sendo que a outra porcentagem se recupera sem grandes consequências. Contudo, uma pequena proporção desenvolve doença renal crônica, ficando dependente da terapia de substituição renal.
Nas crianças, a SHU clássica ocorre após uma diarréia sanguinolenta causada por uma cepa da E.coli, responsável por liberar toxinas, que leva a sinais clínicos, como severa oligúria, hematúria, anemia hemolítica microangiopática e consideráveis alterações neurológicas.
Existe uma forma mais infrequente da SHU que, acredita-se, resultar da ausência do fator H (proteína reguladora do complemento), que ocasiona a ativação descontrolada do complemento, causando uma lesão endotelial, resultando em trombose.
Na forma clássica, a toxina alcança a corrente sanguínea e causa danos ao endotélio vascular. Este fato é especialmente prejudicial aos rins, local onde a toxina inicia uma reação não-inflamatória, com conseqüente desenvolvimento de insuficiência renal aguda. Além disso, os danos endoteliais generalizados ocasionam a ativação das plaquetas e conseqüente trombocitopenia.
Nos adultos, A SHU a patologia e os sintomas são semelhantes, porém apresenta outra etiologia, como: HIV, síndrome antifosfolipídica (associada com lúpus eritematoso e hipercoagulabilidade generalizada), insuficiência renal pós-parto, hipertensão maligna, esclerodermia e determinados fármacos (como medicamentos utilizados na quimioterapia e agentes imunossupressores).
O diagnóstico diferencial da SHU com a PTT pode ser muito difícil, pois os resultados de exames laboratoriais são quase idênticos. O que diferencia as duas afecções é o quadro clínico apresentado pelo paciente; contudo, não são todos os casos de SHU que são precedidos por diarréia sanguinolenta. A SHU caracteriza-se pela tríade anemia hemolítica, trombocitopenia e insuficiência renal aguda.  A única característica que a distingue da PTT é que, nesta última, febre e sintomas neurológicos são comumente frequentes, mas esse nem sempre é caso.

O tratamento consiste em aliviar os sintomas e evitar futuros problemas, mantendo normais os níveis de eletrólitos e água no corpo. Crianças podem necessitar de uma transfusão de eritrócitos. Nos casos mais graves, pode ser necessária a realização de diálise, para assumir a função dos rins, para remoção dos resíduos no sangue. Alguns pacientes podem sofrer danos renais irreversíveis, necessitando de diálise a longo prazo ou transplante renal. A maior parte das crianças se recupera completamente sem maiores conseqüências.
A SHU em crianças pode ser evitada adotando-se medidas simples, como:
  • Evitar consumir carne crua ou mal cozida;
  • Evitar ingerir leite ou produtos lácteos não pasteurizados;
  • Sempre higienizar bem as mãos após evacuar e antes das refeições;
  • Higienizar as mãos após contado com bovinos e material fecal dos mesmos.
Fontes:
http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v24n8/a09v24n8.pdf
http://www.spmi.pt/revista/vol12/vol12_n2_2005_102-116.pdf
http://en.wikipedia.org/wiki/Hemolytic-uremic_syndrome
http://kidney.niddk.nih.gov/kudiseases/pubs/childkidneydiseases/hemolytic_uremic_syndrome/

Steven Johnson Syndrome

--> Stevens-Johnson é uma doença rara e grave em que a sua pele e membranas mucosas reagir severamente a um medicamento ou infecção. Muitas vezes, a síndrome de Stevens-Johnson começa com sintomas de gripe, seguidos de um vermelho dolorosa ou erupção púrpura que se espalha e bolhas, eventualmente causando a camada superior da sua pele para morrer e derramar.



Stevens-Johnson apresenta uma emergência médica que geralmente requer hospitalização. O tratamento se concentra na eliminação da causa subjacente, controlar os sintomas e minimizar complicações.
Recuperação depois de Stevens-Johnson, síndrome pode levar semanas ou meses, dependendo da gravidade do seu estado. Se o seu médico determinar que o caso de Stevens-Johnson foi causado por medicação, você vai precisar para evitar permanentemente a medicação e todos os outros a ele relacionados.

Lista de síndromes raras

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Doenças Raras – Lista de Síndromes

 

Síndrome de Aarskog-Scott
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Síndrome Aicardi
Síndrome Aicardi-Goutieres
Síndrome de Alagille
Síndrome Alcoólica Fetal
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Síndrome de Alpers
Síndrome de Alport
Síndrome de Alström
Síndrome de Angelman
Síndrome de Apert
Síndrome de Asperger
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Síndrome Antifosfolipídico
Síndrome de Arnold Chiari
Síndrome de Bannayan-Riley-Ruvalcaba
Síndrome de Barakat
Síndrome de Bardet-Biedl
Síndrome de Barth
Síndrome de Bartter
Síndrome de Behr
Síndrome de Bellini
Síndrome de Bencze
Síndrome de Bean
Síndrome de Beckwith e Wiedemann
Síndrome de Brown Sequard
Síndrome de Brugada
Síndrome de Budd Chiari
Síndrome de Binder
Síndrome de Bernard-Soulier
Síndrome de Bloom
Síndrome de Boca Escaldada
Síndrome de Cabelo Lanoso
Síndrome de  CACH
Síndrome de CADASIL
Síndrome de CAMOS
Síndrome de CANOMAD
Síndrome de CAPOS
Síndrome de Cardio-Facial-Cutâneo
Síndrome de CDG
Síndrome de Char
Síndrome de CHAND
Síndrome de Charge
Síndrome de Churg-Strauss
Síndrome de CINCA
Síndrome de Citomegalovírus
Síndrome de Cockayne
Síndrome de CODAS
Síndrome de Coffin Siris
Síndrome de Coffin-Lowry
Síndrome de Cornélia de Lange
Síndrome de Costello
Síndrome de Crigler-Najjar
Síndrome de CREST
Síndrome de Crisponi
Síndrome de Criswick-Schepens
Síndrome de Cushing
Síndrome de Dandy-Walker
Síndrome de Morsier
Síndrome de DiGeorge
Síndrome de Down
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Síndrome de Dravet
Síndrome de Duane
Síndrome de Dubowitz
Síndrome de Duplo Córtex
Síndrome de Ehlers-Danlos
Síndrome de Eisenmenger
Síndrome de Ellis Van Creveld
Síndrome de Fanconi
Síndrome de Felty
Síndrome de Floating-Harbor
Síndrome de FG
Síndrome de Floppy Baby
Síndrome de Foix-Chavany-Marie
Síndrome de Gilbert
Síndrome de Gilles de la Tourette
Síndrome de Goldenhar
Síndrome de Goodpasture
Síndrome de Gorlin,
Síndrome de Guillain-Barré
Síndrome de Grito de Gato
Síndrome de Hallervorden-Spatz
Síndrome de Heller
Síndrome de Insensibilidade aos Androgénios
Síndrome de Intestino Curto
Síndrome de Isaacs
Síndrome de IVIC
Síndrome de Jackson-Weiss
Síndrome de Jacobsen
Síndrome de Jarcho Levin
Síndrome de Joubert
Síndrome de Kabuki
Síndrome de Kallmann
Síndrome de Kearns-Sayre
Síndrome de Kennedy
Síndrome de Klein-Waardenburg
Síndrome de Kleine Levine
Síndrome de Klippel-Trenaunay
Síndrome de Klippel-Trenaunay-Weber
Síndrome de Kostmann
Síndrome de Christ-Siemens-Touraine
Síndrome de Hermansky Pudlak
Síndrome de Conradi-Hünermann-Happle
Síndrome de Coração Hipoplásico Esquerdoe
Síndrome de Hemiconvulsão-Hemiplegia-Epilepsia
Síndrome de Kleefstra
Síndrome de Oculo-Cerebro-Renal
Síndrome de Ochoa
Síndrome de Noonan
Síndrome de Opitz-Kaveggia
Síndrome de Opsoclonus-myoclonus
Síndrome de Olho de Gato
Síndrome de Ohdo-Madokoro-Sonoda
Síndrome de Lambert-Eaton
Síndrome de Lance-Adams
Síndrome de Landau Kleffner
Síndrome de Langer-Giedion
Síndrome de Laron,
Síndrome de Larsen
Síndrome de Laurence-Moon
Síndrome de Leigh
Síndrome de Lennox-Gastaut
Síndrome de LEOPARD
Síndrome de Lesch Nyhan
Síndrome de Locked-in
Síndrome de Lowe
Síndrome de Lown-Ganong-Levine
Síndrome de Maffucci
Síndrome de Majeed
Síndrome de Marden-Walker
Síndrome de Marfan
Síndrome de Maroteaux Lamy
Síndrome de Marshall Smith
Síndrome de MASA
Síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser
Síndrome de McCune-Albright
Síndrome de Meige
Síndrome de Melas
Síndrome de Melkersson-Rosenthal
Síndrome de MERRF
Síndrome de Miasténicos Congénitos Sinápticos
Síndrome de Miller Dieker
Síndrome de Moebius
Síndrome de Mowat-Wilson
Síndrome de Muenke
Síndrome de Nager
Síndrome de Nail-Patella
Síndrome de Neu-Laxova
Síndrome de Neuroléptica Maligna
Síndrome de Nevo Epidérmico
Síndrome de Ouvrier-Billson
Síndrome de Pallister-Killian
Síndrome de Parkes Weber
Síndrome de Parkinsoniano-Piramidal
Síndrome de Parry-Romberg
Síndrome de Parsonage-Turner
Síndrome de Perrault
Síndrome de Peters-plus
Síndrome de Peutz-Jeghers
Síndrome de Pfeiffer
Síndrome de Pitt-Hopkins
Síndrome de POEMS
Síndrome de Prader Willi
Síndrome de Proteus
Síndrome de Pterígio Popliteu
Síndrome de QT-Longo
Síndrome de Ramsay-Hunt
Síndrome de Rapp Hodgkin
Síndrome de Regressão Caudal
Síndrome de Rendu Osler Weber
Síndrome de Renier-Gabreels-Jasper
Síndrome de Rett
Síndrome de Rieger
Síndrome de Roberts
Síndrome de Robinow
Síndrome de Rubinstein-Taybi
Síndrome de Saethre-Chotzen
Síndrome de Schinzel Giedion
Síndrome de Schnitzler
Síndrome de Schwartz-Jampel
Síndrome de Sharp
Síndrome de Shwachman Diamond
Síndrome de Silver-Russell
Síndrome de Simpson-Golabi-Behmel
Síndrome de Sinostose Espôndilo-Carpo-Tarsal
Síndrome de Sjögren
Síndrome de Smith-Lemli-Opitz
Síndrome de Smith-Magenis
Síndrome de Sotos
Síndrome de Stevens-Johnson
Síndrome de Stickler
Síndrome de Stiff Person
Síndrome de Stiff Skin
Síndrome de Sturge-Webber
Síndrome de Stuve Wiedemann
Síndrome de Susac
Síndrome de Swyer
Síndrome de Swyer-James-MacLeod
Síndrome de Tay,
Síndrome de Tolosa-Hunte
Síndrome de Treacher Collins
Síndrome de Tríade de Currarino
Síndrome de Turner
Síndrome de Unha Amarela
Síndrome de Usher
Síndrome de Van der Knapp
Síndrome de Van der Woude
Síndrome de Von-Hippel Lindau
Síndrome de WAGR
Síndrome de Walker Warburg
Síndrome de Weaver
Síndrome de Web Laringea
Síndrome de Weill Marchesani
Síndrome de Werner
Síndrome de West
Síndrome de Williams
Síndrome de Wolf-Hirschhorn
Síndrome de Wolff Parkinson White
Síndrome de Wolfram
Síndrome de Young
Síndrome de Young-Maders
Síndrome de Zellweger
Síndrome de Zlotogora-Ogur
Síndrome de Zollinger-Ellison
Síndrome de Zori-Stalker-Williams
Síndrome de Zunich-KayeSíndrome de Apert
Síndrome de Asperger
Síndrome de Bartter
Síndrome de Bassen-Kornzweig
Síndrome de Beckwith-Wiedemann
Síndrome de Benjamin
Síndrome de Bloom
Síndrome de Brugada
Síndrome de Bruck
Síndrome de Burnout
Síndrome de Capgras
Síndrome de Caplan
Síndrome de Chediak-Higashi
Síndrome de Cleimar
Síndrome de Clèrambault
Síndrome de Cole-Carpenter
Síndrome de colisão do ombro
Síndrome do cólon irritável
Síndrome compartimental
Síndrome do coração partido
Síndrome de Cornelia de Lange
Síndrome de Cotard
Síndrome CREST
Síndrome cri du chat
Síndrome da criança maltratada
Síndrome de Crouzon
Síndrome de Cushing
Síndrome de Dandy-Walker
Sindrome do desamparo
Síndrome de Dhat
Síndrome de Diógenes
Síndrome de Down
Síndrome de Doege-Potter
Síndrome DRESS
Síndrome de Dubin-Johnson
Síndrome do duplo subjetivo
Síndrome de Edwards
Síndrome de Ekbom
Síndrome de Ehlers-Danlos
Síndrome de Eisenmenger
Síndrome de Ellis-Van Creveld
Síndrome do esmagamento
Síndrome de Estocolmo
Síndrome de Fanconi
Síndrome de Felty
Síndrome do Floppy Baby
Síndrome floral
Síndrome de Fregoli
Síndrome de Ganser
Síndrome de Gilbert
Síndrome de Guillain-Barré
Síndrome de Gilmore
Síndrome de Goodpasture
Síndrome de Hanhart
Síndrome HELLP
Síndrome hemolítico-urêmica
Síndrome hepatorrenal
Síndrome de Horner
Síndrome de Hunter
Síndrome de Hurler
Síndrome da imunodeficiência adquirida
Síndrome de Irukandji
Síndrome Kabuki
Síndrome de Kallmann
Síndrome de Kandinsky-Clèrambault
Síndrome de Kleine-Levin
Síndrome de Klinefelter
Síndrome de Klippel-Trenaunay
Síndrome de Koro

Síndrome de Prader Willi

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Síndrome de Prader  Willi
Esta síndrome descrita em 1956 é de origem genética localizada no cromossomo 15 ocorrendo no momento da concepção. Afeta meninos e meninas em um complexo quadro de sintomas, durante todas suas vidas, estes variando em presença e  intensidade de indivíduo para indivíduo. Um diagnóstico precoce,  antes da manifestação dos sintomas, principalmente a obesidade,  tem trazido uma melhora na qualidade de vida dos portadores nos últimos anos. Mas ainda em caso de diagnósticos tardio, uma série de cuidados pode ser  iniciados, retornando na qualidade de vida dos portadores.
Bebês com Síndrome de Prader Willi (PWS) apresentam baixo Apgar ao nascer, dificuldade de sugar, choro fraco e são muito pouco ativos, dormindo a maior parte do tempo. Raramente conseguem ser amamentados. Seu desenvolvimento neuro-motor é lento, tardam a sentar, engatinhar e caminhar.
Os sintomas da síndrome variam de individuo para individuo e estão também associados ao ambiente em que este vive, aos estímulos  e ao acompanhamento terapêutico e educacional que recebe, os principais sintomas são:

  • Hiperfagia - constante sensação de fome e interesse com comida, que pode surgir entre os 2 e 5 anos de idade e  levar a obesidade ainda na infância.
  • Hipotonia - atraso nas fases típicas do desenvolvimento psicomotor quando bebês. Mais tarde  fraco tônus muscular, dificuldades com alguns  movimentos, equilíbrio, escrita, uso de instrumentos, lentidão.
  • Dificuldades de aprendizagem e fala.
  • Instabilidade emocional e imaturidade nas trocas sóciais.
  • Alterações hormonais - atraso no desenvolvimento sexual.
  • Baixa estatura.
  • Diminuição da sensibilidade à dor.
  • Mãos e pés pequenos.
  • Pele mais clara que os pais.
  • Boca pequena com o lábio superior fino e inclinado para baixo nos cantos da boca.
  • Fronte estreita.
  • Olhos amendoados e estrabismo.
A obesidade manifestada por muitos portadores é conseqüência de  um consumo excessivo de calorias, pelo comportamento compulsivo em relação a comida,  somado a fatores metabólicos e  pouca atividade física.A fome constante é provavelmente causada por uma desordem do hipotálamo, no cérebro: durante uma refeição, a "mensagem" de saciedade não é processada.  E se não controlado esse acesso a quantidade/composição da comida, o ganho de peso é rápido. Portadores desta síndrome, em geral, necessitam algum nível de assistência ou supervisão em sua alimentação, mesmo quando bem informados de sua condição de saúde. Diferentemente por exemplo de portadores de diabetes.
Muitos efeitos relacionados aos sintomas podem ser amenizados com um diagnóstico, que proporciona a chance de intervenções terapêuticas e educacionais; pelo conhecimento e compreensão da síndrome pela família que deve buscar estruturar  um ambiente inclusivo, seguro, assistido e estimulador para o individuo se desenvolver;   e  por um acompanhamento de saúde e educação adequada.
Bibliografia:
  • PWS ASSOCIATION UK - Babies and children with Prader-Willi Syndrome 2001 - ISBN- 0 9521023 6 6
  • BALLONE, G.J. - Trastornos Alimentares, in. PsiqWeb , no endereço eletrônico < http://www.psiqweb.med.br/anorexia.html>, revisto em 2003.
  • ASOSIACION ESPANOLA PRADER-WILLI, Guía familiar y profesional del síndrome de PRADER-WILLI. Cada capitulo esta escrito por um especialista en el tópico. 400 p.; 2001.
Texto de Ivana Silva revisado por Cássia Nunes

Síndrome de Klinefelter

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A síndrome de Klinefelter diz respeito à presença de um cromossomo X a mais no homem.

Causas

Os humanos possuem 46 cromossomos. Os cromossomos contêm todos os genes e o DNA, blocos de construção do corpo. Os dois cromossomos sexuais determinam se será um menino ou uma menina. As mulheres normalmente possuem dois cromossomos XX. Os homens normalmente possuem um X e um Y.
A síndrome de Klinefelter é um de vários problemas de cromossomos sexuais. A síndrome se dá em homens que têm pelo menos um cromossomo X extra. Normalmente, isso ocorre devido a um cromossomo X extra, que é escrito como XXY.
A síndrome de Klinefelter ocorre em 1 a cada 500 - 1.000 meninos recém-nascidos. Mulheres que engravidam depois dos 35 anos são um pouco mais propensas a terem um menino com a síndrome do que as mulheres mais jovens.

Exames

A Síndrome de Klinefelter pode ser diagnosticada primeiramente quando um homem procura o médico por causa de infertilidade. A infertilidade é o sintoma mais comum.
Os seguintes exames podem ser realizados:
  • Cariotipagem
  • Espermograma
Exames de sangue serão feitos para verificar os níveis hormonais, incluindo:

Sintomas de Síndrome de Klinefelter

  • Proporções anormais do corpo (pernas longas, tronco curto, ombro igual ao tamanho do quadril)
  • Seios anormais grandes (ginecomastia)
  • Infertilidade
  • Problemas sexuais
  • Quantidade menores que as normais de pêlos pubianos, nas axilas e na face
  • Testículos pequenos e firmes
  • Grande altura

Buscando ajuda médica

Marque uma consulta com o médico se seu filho não desenvolver características sexuais secundárias na puberdade. Isso inclui o crescimento de pêlos faciais e mudança no tom da voz.
Um geneticista pode fornecer informações sobre essa condição e direcioná-lo para grupos de apoio específicos. 



Tratamento de Síndrome de Klinefelter

A terapia com testosterona pode ser recomendada. Ela pode ajudar a:
  • Fazer os pêlos crescerem
  • Melhorar a aparência dos músculos
  • Melhorar a concentração
  • Melhorar o humor e a autoestima
  • Aumentar a energia e a libido
  • Fortalecer
A maioria dos homens com essa síndrome não consegue engravidar uma mulher. No entanto, um especialista em infertilidade pode ajudar. Um médico especial chamado endocrinologista também pode ser útil. 

Síndrome de Asperger

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Como sempre afirmamos, cada criança é um mundo e não se pode generalizar. Menos ainda nos casos de Asperger. Um diagnóstico preciso e seguro só poderá ser dado por um  médico especialista, assim como o devido tratamento.
No entanto, existem algumas características que podem ser observadas pelos pais quando seus filhos tenham entre 2 e 7 anos de idade. Normalmente, uma criança com Asperger pode apresentar algumas características com maior frequência. Aqui, apresentamos algumas:

1- Habilidades sociais e controle emocional

- Não desfruta normalmente do contato social. Relaciona-se melhor com adultos que com crianças da mesma idade. Não se interessa pelos esportes.
- Tem problemas de brincar com outras crianças. Não entende as regras implícitas do jogo. Quer impor suas próprias regras, e ganhar sempre. Talvez por isso prefira brincar sozinho.
- Custa-lhe sair de casa. Não gosta de ir ao colégio e apresenta conflitos com seus companheiros.
- Custa-lhe identificar seus sentimentos e os dos demais. Apresenta mais birras que o normal. Chora com facilidade por tudo.
- Tem dificuldades para entender as intenções dos demais. É ingênuo. Não tem malícia. É sincero.

2- Habilidades de comunicação

- Não pode olhar nos olhos quando fala contigo. Crê em tudo aquilo que lhes dizem e não entende as ironias. Interessa-se pouco pelo que dizem os outros. Custa-lhes entender uma conversa longa, e muda de tema quando está confusa.
- Fala muito, em tom alto e peculiar, e usa uma linguagem pedante, extremamente formal e com um extenso vocabulário. Inventa palavras ou expressões idiossincrásicas.
- Em certas ocasiões, parece estar ausente, absorto em seus pensamentos.

3- Habilidades de compreensão

- Sente dificuldade em entender o contexto amplo de um problema. Custa-lhe entender uma pergunta complexa e demora para responder.
- Com frequência não compreende uma crítica ou um castigo. Assim como não entende que ele deve portar-se com distintas formas, segundo uma situação social.
- Tem uma memória excepcional para recordar dados e datas.
- Tem interesse especial pela matemática e as ciências em geral.
- Aprende a ler sozinho ainda bem pequenos.
- Demonstra escassa imaginação e criatividade, por exemplo, para brincar com bonecos.
- Tem um senso de humor peculiar.

4- Interesses específicos

- Quando algum tema em particular o fascina, ocupa a maior parte do seu tempo livre em pensar, falar ou escrever sobre o assunto, sem importar-se com a opinião dos demais.
- Repete compulsivamente certas ações ou pensamentos para sentir-se seguro.
- Gosta da rotina. Não tolera as mudanças imprevistas. Tem rituais elaborados que devem ser cumpridos.

5- Habilidades de movimento

- Possui uma pobre coordenação motora. Corre num ritmo estranho, e não tem facilidade para agarrar uma bola.
- Custa-lhe vestir-se, desabotoar os botões ou fazer laço nos cordões do tênis.

6- Outras características

- Medo, angústia devido a sons como os de um aparelho elétrico.
- Rápidas coceiras sobre a pele ou sobre a cabeça.
- Tendência a agitar-se ou contorcer-se quando está excitado ou angustiado.
- Falta de sensibilidade a níveis baixos de dor.
- São tardios em adquirir a fala, em alguns casos.
- Gestos, espasmos ou tiques faciais não usuais.

sintomas Hepatite A

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Quais são os sintomas?

Náuseas, febre, falta de apetite, fadiga, diarreia e icterícia são os sintomas mais comuns que, consoante a reacção do organismo, podem manifestar-se durante um mês. Os sintomas também variam consoante a idade em que há contacto com o VHA: apenas cinco a dez por cento das crianças infectadas apresentam sintomas, nas pessoas idosas a doença pode tomar formas mais graves. Mas 90 por cento dos casos de hepatite A aguda são assintomáticos.
De início, a doença pode ser confundida com uma gripe, uma vez que esta também provoca febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e inflamação dos olhos mas, normalmente, as dúvidas desfazem-se quando a pele e os olhos ficam amarelados, sinal de que o fígado não consegue remover a bilirrubina e esta entra na corrente sanguínea, ou seja, o órgão inflamado não consegue retirar a bilirrubina do sangue. Inicialmente, pode confundir-se com qualquer outra hepatite provocada por vírus, se bem que o número de casos em que a icterícia não se manifesta seja maior.

Outros sintomas possíveis, após a primeira manifestação da doença que se traduz na falta de apetite, vómitos, febre e num mal-estar geral, são o aparecimento de pigmentos biliares na urina, a falta de secreção biliar, dor na barriga, aumento do volume do fígado e, nalguns casos, o baço pode também aumentar de volume.


Este tipo de hepatite definido pela letra A deixa o indivíduo extremamente fraco e debilitado; por vezes, a icterícia pode demorar mais tempo a desaparecer, prolongando-se durante dois ou mais meses. Podem também ocorrer de recaídas: um a três meses após o desaparecimento dos sintomas, estes reaparecem e, concomitantemente, os resultados das análises agravam-se podendo este quadro clínico e laboratorial persistir até seis meses. Contudo, a cura acaba por ocorrer em todos os casos.

sintomas que não deve ignorar

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Descubra as doenças que escondem e os tratamentos mais eficazes para as vencer

Alguns sintomas, por si só, não se revestem, aparentemente, de particular gravidade.
No entanto, podem ser indicativos de outras doenças mais sérias, para as quais devemos estar alerta, de forma a diagnosticá-las e, se necessário, recorrer a tratamento. O dicionário define sintoma como um fenómeno subjetivo revelador de uma doença. A definição não pode ser mais clara e específica.
No entanto, a maior parte das vezes, ignoramos o mal estar, à partida, tão inócuo como uma perda excessiva de cabelo ou uma alteração da cor da língua. Na verdade, estes sinais podem representar verdadeiras chamadas de atenção que o corpo nos envia. A intensidade e as características dos sintomas é que ativam o nosso sistema de alarme. Assim, é muito importante saber descodificar os sintomas para se tomar as medidas oportunas. Na dúvida, deve sempre consultar o médico.

1. Perda de peso
Uma perda de peso involuntária durante um considerável período de tempo pode ser indicativa de um vasto leque de patologias subjacentes. Isto, evidentemente, se não tiver mudado o seu estilo de vida nem hábitos alimentares.

O que pode indicar
Esta perda de peso traduz um sintoma de perturbações endócrinas e pode indicar diabetes, hipertiroidismo, doenças gastrointestinais, deficiências nutricionais. Além disso, esta doença pode ser sinal de problemas psiquiátricos, infecões, doenças neurológicas ou outras doenças, como cancro, tuberculose e sida.
A depressão, a anorexia e a bulimia não diagnosticada, ou a ingestão de certas drogas, também podem estar implicadas neste sintoma. Deve seguir uma alimentação equilibrada e praticar exercício físico, de forma moderada. Em todo o caso e se não conhece a origem da perda de peso, deve procurar um médico.

Quando ir ao médico
É particularmente aconselhável ir ao médico quando a perda de peso se mantém constante, excessiva (superior a 10% do peso normal) e sem razão aparente. Também se deve estar atento a outros sintomas que acompanhem a perda de peso, como dor, hemorragias, falta de apetite e cansaço excessivo. No caso dos adolescentes, é necessário compreender se a imagem que têm do seu próprio corpo corresponde à real (se acham que estão demasiado gordos e exageram nas dietas).

sintomas do infarto

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Principais sintomas do infarto

Sintomas prévios do infarto

  • Mal estar;
  • Enjôo;
  • Tontura;
  • Palidez - rosto branco;
  • Falta de ar/Dificuldade em respirar;
  • Sensação de indigestão grave;
  • Suor frio;
  • Tosse seca;
  • Respiração curta, rápida ou barulhenta.
Não é necessário que todos estes sintomas estejam presentes para caracterizar um quadro de infarto, mas há suspeita de infarto quando há mal estar e dor no peito. Neste caso deve-se ligar para o 192 (SAMU), 193 (Bombeiros) para chamar uma ambulância ou levar o indivíduo para o hospital o mais rápido possível.
O infarto quando é tratado precocemente tem boas chances de cura, mas se o indivíduo não tiver um atendimento médico adequado poderá morrer em poucos minutos.

Sintomas de infarto nos jovens

Quando o infarto ocorre em indivíduos jovens os principais sintomas são:
  • Dor forte no peito que irradia para o braço, gerando formigamento no braço, mão ou garganta, e
  • Falta de ar.
A dor pode ser tão intensa que leva o indivíduo a cair no chão e pode levá-lo a desmaiar. Se ele não for atendido imediatamente, há risco de morte e neste caso seria um infarto fulminante.

Sintomas de infarto na mulher

Na mulher, o infarto manifesta-se de forma diferente dos homens, gerando sintomas menos específicos, são eles:
  • Dor no queixo, dor no colo, ou dor nas costas como se tivesse um peso;
  • Forte indigestão, como se tivesse exagerado na alimentação e sentindo um "bolo"na garganta ou
  • Dificuldade em respirar.
Estes sintomas podem surgir até mesmo em repouso, mas são mais comuns em mulheres que tomam a pílula anticoncepcional, nas estressadas e nas que fumam.

Causas do infarto

O infarto é causado pela interrupção do fluxo de sangue para o coração devido ao acumulo de placas de gordura no interior das artérias; êmbolo ou espasmo da coronária. Algumas situações que podem causar o infarto são:
  • Estresse;
  • Emoção;
  • Diabetes;
  • Colesterol alto;
  • Hipertensão arterial mal controlada;
  • Uso de drogas ilícitas;
  • Dor excessiva;
  • Frio intenso;
  • Excesso de atividade física.

Primeiros socorros para infarto

  • Chamar uma ambulância ligando para o 192 (SAMU), 193 (Bombeiros) ou levar o indivíduo para o hospital o mais rápido possível;
  • Afrouxar as roupas do indivíduo, abrindo o cinto e desapertando os botões da camisa e da calça, por exemplo;
  • Não deixar a vítima sozinha;
  • Tentar manter a vítima calma;
  • Não deve-se dar nada para o indivíduo comer nem beber. Somente medicação cardíaca já prescrita pelo médico;
  • Se a respiração parar, faça uma massagem cardíaca.

Como fazer a massagem cardíaca

  • Deite a vítima no chão de barriga para cima;
  • Vire a cabeça da vítima um pouco para trás, deixando o queixo mais para cima;
  • Apoie suas mãos abertas uma sobre a outra, com os dedos para cima. Use somente a palma da mão;
  • Coloque suas mãos em cima do coração da vítima e com os seus próprios braços bem esticados faça a seguinte compressão:
  • Empurre as suas mãos com força e rapidamente sobre o coração contando 2 empurrões por segundo por 30 vezes seguidas. Se o coração não voltar a bater sozinho, faça a compressão outra vez até que o coração volter a bater.
  • Se a vítima não respirar sozinha, jogue o ar da sua boca na boca da vítima após cada 30 compressões.
  • Repita esse procedimento sem interrupção verificando se a vítima voltou a respirar sozinha.
Não é necessário jgogar o ar na boca da vítima se ela conseguir respirar sozinha.

Sintomas Iniciais da Depressão

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Sentimento de tristeza, desânimo, isolamento, falta de energia, são estes sintomas que nos vem à cabeça quando pensamos em uma pessoa com depressão na sua fase inicial, porém alguns estudiosos no assunto afirmam que os sintomas físicos podem ser os primeiros a aparecer, ou seja, aparecem muito antes daquela tristeza profunda se instalar e tomar conta da pessoa. Pode-se dizer então que os sintomas iniciais da depressão podem se emergir através de dores em diversas partes do corpo.


Vale destacar que a depressão não é somente aquele sentimento de tristeza que sentimos uma vez ou outra, além de todos os seus sintomas ela traz consigo um fenômeno eminentemente bioquímico. Isso quer dizer que algumas partes do Sistema Nervoso, incluindo o Sistema Nervoso Autônomo que é responsável por comandar o funcionamento dos órgãos do nosso corpo.


Portanto, algumas substâncias químicas do cérebro que interferem no estado depressivo sendo o causador desta imensa tristeza, a serotonina, a adrenalina e a noradrenalina. Estes três neurotransmissores são fundamentais para a regulação do humor.

Sintomas de Diabetes

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Sintomas de Diabetes

Principais sintomas do diabetes tipo 1:

Principais sintomas do diabetes tipo 2:

  • infecções frequentes
  • alteração visual (visão embaçada)
  • dificuldade na cicatrização de feridas
  • formigamento nos pés e furúnculos.

Sintomas de Ansiedade

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Sintomas de Ansiedade

Os transtornos da ansiedade têm sintomas muito mais intensos do que aquela ansiedade normal do dia a dia. Eles aparecem como:
  • Preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar)
  • Sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer
  • Preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho
  • Medo extremo de algum objeto ou situação em particular
  • Medo exagerado de ser humilhado publicamente
  • Falta de controle sobre pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade
  • Pavor depois de uma situação muito difícil.
  •  
  • maçã
  • A esclerose múltipla
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Tratamento de Ansiedade

Existem três tipos de tratamento para os transtornos de ansiedade:
  • Medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica)
  • Psicoterapia com psicólogo ou médico psiquiatra
  • Combinação dos dois tratamentos (medicamentos e psicoterapia).
A maior parte das pessoas com ansiedade começa a se sentir melhor e retoma as suas atividades depois de algumas semanas de tratamento. Por isso, é importante procurar ajuda especializada na unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, o tratamento eficaz e o acompanhamento por um prazo longo são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízos.

Sintomas da Dengue

--> sintomas da Dengue
O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquitos.
Febre alta com início súbito.
Mais Forte dor de cabeça.
Mais Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Mais Perda do paladar e apetite.
Mais Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Mais Náuseas e vômitos·
Mais Tonturas.
Mais Extremo cansaço.
Mais Moleza e dor no corpo.
Mais Muitas dores nos ossos e articulações.



seta Dengue hemorrágica
Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:
Mais Dores abdominais fortes e contínuas.
Mais Vômitos persistentes.
Mais Pele pálida, fria e úmida.
Mais Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Mais Manchas vermelhas na pele.
Mais Sonolência, agitação e confusão mental.
Mais Sede excessiva e boca seca.
Mais Pulso rápido e fraco.
Mais Dificuldade respiratória.
Mais Perda de consciência.


Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.
O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.
Sintomas É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.

sintomas de que você está grávida

1. Vontades e fome fora de hora É, é um clichê, mas a vontade repentina de comer alguma coisa pode ser um sinal de gravidez. É um sintoma não muito confiável, porque você pode estar sugestionada (ou até ser um sinal de que seu corpo precisa de determinado nutriente), mas, se as vontades começarem a aparecer e você tiver algum outro sintoma da lista, é bom fazer as contas para saber se a menstruação não está atrasada. A vontade de comer pode aparecer em horários estranhos, como no meio da madrugada, na forma de um "buraco" no estômago que precisa ser preenchido de qualquer jeito.


 2. Bicos dos seios mais escuros e veias muito aparentes Se a pele da aréola, a região em torno do mamilo, ficar mais escura, pode ser que você esteja grávida. O escurecimento pode também indicar algum desequilíbrio hormonal, ou ser efeito de uma gravidez anterior. Se as veias dos seus seios, mãos ou pés estão aparecendo demais, pode ser sinal de gestação (ou pode ser que você esteja acalorada!), desde que junto com algum outro sintoma da lista.



 3. Sangramentos irregulares e cólicas Se você estiver grávida, cerca de oito dias depois da ovulação, pode ser que você tenha pequenos sangramentos vaginais, como no início da menstruação, e um pouco de cólica. É um sinal de que o zigoto (o óvulo fertilizado) está se alojando no endométrio, a camada de sangue que reveste o útero e que é eliminada a cada menstruação. Muitas mulheres têm esse tipo de escape e têm certeza de que estão para ficar menstruadas, quando na verdade já estão grávidas.



4. Vontade de fazer xixi a toda hora Uma vez que o embrião se implanta e começar a produzir o hormônio gonadotropina coriônica humana (hCG), você pode começar a precisar ir ao banheiro com mais frequência. Para algumas mulheres, porém, fazer mais xixi é uma característica do período pré-menstrual, portanto o sintoma pode não ser tão claro. Uma boa indicação é começar a precisar levantar para fazer xixi à noite, se antes isso nunca tinha acontecido.

 5. Sono e cansaço Você anda desmaiando no sofá à noite, na frente da TV? Passa o dia bocejando? A alta concentração de progesterona no organismo de uma mulher grávida pode deixá-la exausta. O sono excessivo é marca registrada do início da gravidez, embora não possa ser tomado como 100 por cento sinal de gestação se aparecer isolado, sem outro sintoma.


 6. Seios inchados e doloridos Se você estiver grávida, seus seios vão provavelmente ficar cada vez mais doloridos, mais ou menos como ficam logo antes de você ficar menstruada (ou seja, mais um sinal que confunde bastante com o período da TPM), talvez com um pouco mais de intensidade. Os mamilos também podem ficar mais sensíveis. Quando o organismo se acostumar aos novos níveis hormonais, o incômodo deve melhorar.

 7. Alterações no paladar ou no olfato Você pode começar a sentir um gosto metálico na boca, ou passar a não suportar mais o sabor do café ou de algum alimento de que normalmente gosta. Ou então passar a sentir cheiros que nunca tinha notado antes, e ficar incomodada com eles.


 8. Enjoos Com sorte, a náusea só vai aparecer algumas semanas depois da concepção (as mais sortudas chegam a não ter nem um pingo de enjoo a gravidez inteira). Mas não é incomum começar a se sentir enjoada antes mesmo do atraso da menstruação. O enjoo pode aparecer a qualquer hora do dia -- e costuma piorar quando o estômago está vazio.


 9. Atraso menstrual Se você tem ciclos menstruais regulares e a menstruação está atrasada, vale a pena fazer um teste de gravidez. O atraso na menstruação é o sinal mais garantido de gravidez no caso de mulheres que têm ciclos regulares. E finalmente...


 10. Um teste de farmácia positivo Se você obteve um resultado positivo num teste de gravidez de farmácia, feito com a urina, você deve estar mesmo grávida! O teste detecta a presença do hCG no organismo, e o hormônio só é produzido em caso de gravidez, exceto em casos raríssimos. Às vezes o exame dá negativo porque foi feito cedo demais, por isso vale a pena esperar alguns dias e tentar de novo. Mas, com o resultado positivo nas mãos (que devem estar tremendo), não tem muito erro. Pode comemorar!

Primeiros sintomas da AIDS

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Primeiros sintomas da AIDS

Os primeiros sintomas da infecção com o vírus HIV, causador da AIDS podem surgir após aproximadamente 1 mês da contaminação, podendo ser:
  • Febre alta;
  • Mal estar;
  • Dor de garganta e
  • Tosse seca.
Estes sintomas duram em média 14 dias e podem ser confundidos com outras doenças, como a gripe por exemplo. Nesta fase, mesmo que se faça o teste do HIV o resultado será falso-negativo. Ou seja, o indivíduo está contaminado com o HIV, já pode infectar outros mas a doenças ainda não consegue ser detectada pelo exame.

Principais sintomas da AIDS

Os principais sintomas da AIDS surgem, em média após 10 anos da contaminação. São eles:
  • Febre persistente;
  • Tosse seca prolongada;
  • Suor noturno;
  • Edema dos gânglios linfáticos por mais de 3 meses;
  • Cefaleia;
  • Dor articular ou muscular;
  • Cansaço ou perda de energia;
  • Rápido emagrecimento. Perder 10% do peso corporal num mês, sem dieta;
  • Candidíase oral ou genital persistente;
  • Diarreia há mais de 1 mês e
  • Manchas avermelhadas ou pequenas erupções na pele.
Estes sintomas surgem quando o organismo apresenta poucas células de defesa e elevada carga viral. Nestes, a contagem do Linfócito T CD4 deve ser de aproximadamente 200 quando, num indivíduo adulto saudável este número deveria estar entre 800 a 1200 por mm³ de sangue.
Nesta fase surgem doenças oportunistas como a hepatite viral, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose ou outras.
Por norma, a AIDS manifesta-se através de diferentes fases, onde:

  • Fase 1: Fase aguda, que pode ser confundida com outras doenças;
  • Fase 2: Fase assintomática e perdura por anos;
  • Fase 3: Quando os principais sintomas da AIDS manifestam-se e
  • Fase 4: Quando as doenças oportunistas aparecem.

Formas de contágio da AIDS

  • Relação sexual sem preservativo com indivíduo contaminado com o vírus HIV;
  • De mãe para filho através da gravidez; parto ou amamentação;
  • Partilha de seringas;
  • Contato direto de uma ferida com o sangue ou outras secreções de um indivíduo contaminado.
  •  
  • gripe
  • queimaduras
  • reumatismo
  • DENGUE
  • Ácido Úrico
  • Prisão de Ventre

Como identificar a AIDS

AIDS é uma doença que pode ser identificada através do teste do HIV que pode ser feito a partir de 40 a 60 dias do comportamento de risco, como ter relações sem preservativo ou partilhar seringas, por exemplo.
Trinta dias após este primeiro teste, recomenda-se repetir o exame mesmo que o resultado do primeiro dê Negativo. Isto serve para comprovar a presença de anticorpos Anti-HVI 1 e Anti-HIV 2 no organismo, evidenciando ou não a doença. Ainda se repete o exame após 3 a 6 meses, devido à possibilidade de o indivíduo se encontrar na janela imunológica, quando a doença ainda não pode ser identificada apesar do indivíduo já estar contaminado.

Tratamento da AIDS

O tratamento da AIDS é feito com a toma de um coquetel de medicamentos, que fortalecem o sistema imune e combatem o vírus ao mesmo tempo. O coquetel assim como todos os exames são fornecidos gratuitamente pelo governo. Alguns exemplos de medicamentos contra AIDS são:
Acompanhamento psicológico, nutricional e a prática regular de atividade física também são importantes durante o tratamento.
É importante que o indivíduo siga o tratamento corretamente para travar a evolução da doença e ajudar a controlar a epidemia de AIDS no mundo.
Para saber mais sobre a AIDS de forma anônima e gratuita ligue para o telefone: (0XX21) 2518-2221 de Segunda a Sexta, das 12 às 18 horas, ou envie um email para: disqueaids@pelavidda.org.br.

Sintomas De Câncer de mama

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O câncer de mama quando é descoberto precocemente tem 90% de chances de cura. Confira 12 sintomas do câncer de mama, que você não deve ignorar:

  1. Mama mais dura que o normal;
  2. Presença de um sulco na mama, como se fosse um afundamento de uma parte da mama;
  3. Pequenas feridas na pele;
  4. Vermelhidão ou ardor na mama;
  5. Saída de um líquido desconhecido pelo mamilo;
  6. Uma espécie de "buraquinhos" na pele da mama;
  7. Alguma protuberância na mama;
  8. Veia facilmente observada e crescente;
  9. Afundamento do mamilo;
  10. Assimetria entre as duas mamas, como por exemplo uma maior que a outra;
  11. Pele da mama mais grossa que o normal, com aspecto de casca de laranja;
  12. Nódulo ou pequeno caroço interno, palpável e dolorido.
  13.  -------------------------------------------------------------------------------
  14. aumentar Testosterona Naturalmente
  15. creatina
  16. Hipertensão Ministério da Saúde,
  17. ração humana
  18. ACNE:
  19. ADENITE:
  20. --------------------------------------------------------------
Se a mulher notar qualquer uma das alterações acima em sua mama deve marcar uma consulta com um ginecologista o mais rápido possível.


Ter um ou outro destes sintomas não significa necessariamente que a mulher possua um câncer na mama, mas se houver qualquer alteração na mama, ela deve ir ao médico para investigar o que está acontecendo. Por vezes, pode ser apenas um nódulo benígno ou uma inflamação do tecido mamário. Mas é importante que ela seja consultada para que receba o tratamento adequado.
O câncer de mama é uma doença degenerativa que quando não é tratado pode levar à morte, pois existe a possibilidade de espalhar-se por outras áreas do corpo. Mas quando ele é tratado precocemente, ou seja, no início da lesão, ele tem grandes chances de cura.

Tratamento para câncer de mama

 

O tratamento para o câncer de mama é feito com a toma de medicamentos e por vezes radioterapia e/ou cirurgia para a retirada de uma parte ou de toda a mama. Caso seja necessário retirar a mama, a mulher poderá colocar uma prótese de silicone no local, para que sinta-se melhor com a sua própria imagem.

Como eliminar as estrias - tratamento caseiro

--> As estrias são cicatrizes de um rompimento da pele, que pode começar de cor vermelha e passar a cor branca. Tem sido a grande vilã do corpo feminino e muitas mulheres têm gastado muito em tratamentos que nem sempre tem funcionado.

Hoje quero apresentar uma receita caseira para eliminar as estrias de forma simples.

Ingredientes:

1- Meio limão
2- Óleo de rosa mosqueta

Modo de usar:

Após sair do banho umedeça bem sua pele com o suco de limão massageando por pelos 5 minutos. Caso sinta que deve acrescentar mais suco limão vá adicionando mais. Em seguida passe algumas gotas do óleo de rosa mosqueta na área afetada.


O óleo de rosa mosqueta é rico em vitamina E que tem capacidade de regenerar a pele, o suco de limão além de clarear tem como função fazer uma leve esfoliação regeneradora da pele.

Este é um dos tratamentos muito eficaz e usados por mulheres no mundo todo para eliminar as estrias



Lembre-se que para eliminar as estrias com este tratamento seu uso deve ser continuo. Pelo menos 04 vezes na semana.

Prevenção de quedas em idosos

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Prevenção de quedas em idosos

Os traumatismos resultantes de quedas da própria altura são um dos principais fatores que ameaçam a independência dos idosos. Muitas das vezes as quedas ficam sem a devida atenção dos profissionais de saúde e mesmo dos familiares e/ou cuidadores. Isto ocorre por uma série de razões, entre as quais eu destacaria três: [1] No caso de não haver 
testemunhas da queda, o idoso simplesmente não menciona o caso a ninguém, principalmente se não resultar em lesão. [2] Tanto os cuidadores quanto o paciente erroneamente acreditam que as quedas são uma parte inevitável do processo de envelhecimento e [3] Muitas das vezes, durante o tratamento de lesões resultantes de uma queda deixa-se de investigar adequadamente as causas da queda.
Como é o caso de muitas síndromes geriátricas, a tendência a quedas está associada ao somatório de vários fatores de risco. O resultado desta combinação compromete a capacidade de compensação postural do indivíduo.



Mas calma! Nem tudo está perdido. Um número considerável de condições que predispõem a quedas em idosos são modificáveis. Os fisioterapeutas que cuidam de pacientes idosos precisam rotineiramente inquirir sobre quedas, para avaliar e identificar os fatores de risco modificáveis. Esta postagem concentra-se em estratégias para prevenção de quedas em idosos, focado na literatura científica e sem o menor interesse de ensinar receitas de bolo.

Prevenção de quedas - Vários estudos que investigam estratégias para a prevenção de quedas têm sido conduzidos. Investigou-se o papel dos programas educativos e de intervenção para melhorar a força ou equilíbrio, a otimização dos medicamentos, e a própria modificção dos fatores ambientais em casas ou instituições. Algumas intervenções têm como alvo um único fator de risco, enquanto outros têm tentado enfrentar múltiplos fatores. Em geral, as evidências sugerem que as intervenções planejadas sob medida para os fatores de risco específicos de cada idoso são muito mais eficazes do que as aplicadas como um pacotão do tipo “receita de bolo que vale pra todo mundo”.

Intervenções específicas - Uma revisão sistemática recente da Cochranne, disponibilizada em 2009, avaliou 111 estudos randomizados de intervenções para reduzir a incidência de quedas, e envolveu 55.303 pessoas idosas [Gillespie LD, Robertson MC, Gillespie WJ, Lamb SE, Gates S, Cumming RG, Rowe BH. Interventions for preventing falls in older people living in the community. Cochrane Database of Systematic Reviews 2009, Issue 2. Art. No.: CD007146. DOI: 10.1002/14651858.CD007146.pub2.]. Diversas intervenções em idosos residentes na comunidade foram capazes de reduzir a taxa de quedas (número de vezes que um idoso cai ao longo de um período de tempo), mas a maioria não reduziu o risco de cair (por exemplo, o número de pessoas que caem), ou seja: As intervenções não foram capazes de impedir que os idosos sofressem quedas, mas foram capazes de diminuir o número de quedas ao longo de um período de tempo. Este é um achado particularmente interessante para quem pretende conduzir uma pesquisa sobre queda de idosos: Concentre-se na taxa de quedas ao longo de um período de tempo e não só no número de idosos que sofreram quedas.

Exercícios – As intervenções de exercícios pesquisadas podem ser agrupadas em seis categorias:• Marcha e treino de equilíbrio• Treinamento de força• Flexibilidade• Movimento (como Tai Chi Chuan ou dança)• Atividade física geral• Endurance
Em estudos que incorporaram várias categorias de exercícios, resultaram em redução tanto da taxa de quedas quanto o risco de queda. A prática de Tai Chi, que contém elementos de treinamento de força e equilíbrio, foi considerado eficaz na revisão sistemática e em outros estudos [J Am Geriatr Soc. 2007 Aug;55(8):1185-91.A randomized, controlled trial of tai chi for the prevention of falls: the Central Sydney tai chi trial], embora possa ser menos eficaz em adultos mais velhos frágeis de alto risco para quedas [Logghe, IH, Zeeuwe, PE, Verhagen, AP, et al. Lack of effect of Tai Chi Chuan in preventing falls in elderly people living at home: A randomized clinical trial. J Am Geriatr Soc 2009; 57:70.]. Programas de exercício exclusivamente focado na melhoria da marcha ou no treino de equilíbrio reduziram a taxa de quedas, mas não o risco de cair. Intervenções que se centraram em apenas uma das outras cinco categorias de exercício não reduziu a taxa de quedas [Tinetti, ME, Kumar, C. The patient who falls: "It's always a trade-off". JAMA 2010; 303:258].

Ambiente / tecnologia assistiva - Em uma meta-análise de seis estudos, as intervenções de segurança aplicadas na casa não foram capazes de diminuir a taxa de risco geral de quedas, mas reduziu a frequência e o risco de queda para os indivíduos com maior risco de cair (exemplo: indivíduos com alterações visuais). A avaliação e a correção de alterações visuais (ex: catarata) isoladamente não reduziu o risco ou a taxa de quedas.

Educação - Educar as pessoas idosas sobre a prevenção de quedas como uma intervenção única, não reduzir a taxa e nem o risco de quedas.

Resumão e recomendações
Quedas em idosos são devidas a fatores extrínsecos interagindo com fatores intrínsecos relacionados a idade. Múltiplos fatores de risco já foram identificados, incluindo história de quedas, fraqueza de membros inferiores, idade, sexo feminino, déficit cognitivo, déficit visual, problemas de equilíbrio, o uso de drogas psicotrópicas, artrite, história de acidente vascular cerebral, hipotensão ortostática, tonturas e anemia.

Me parece razoável dizer que a intervenção para prevenção de queda em idosos é multimodal e multiprofissional. Como sugerido pelos estudos publicados, para um cuidado adequado, não adianta treinar a marcha isoladamente, ou apenas modificar os fatores ambientais. Faz-se necessário incluir uma intervenção conjunta dos profissionais médicos (Controle clínico, e ajuste dos medicamentos), dos fisioterapeutas (exercícios) e dos terapeutas ocupacionais (avaliação e adaptações ambientais e das AVD´s).

Mesmo quando os programas de prevenção da quedas tenham sido bem sucedidos em uma pesquisa controlada, a aplicação de intervenções semelhantes no “mundo real” nem sempre resultou na prevenção de quedas [Elley, CR, Robertson, MC, Garrett, S, et al. Effectiveness of a falls-and-fracture nurse coordinator to reduce falls: a randomized, controlled trial of at-risk older adults. J Am Geriatr Soc 2008; 56:1383. - - - Hendriks, MR, Bleijlevens, MH, van Haastregt, JC, et al. Lack of effectiveness of a multidisciplinary fall-prevention program in elderly people at risk: a randomized, controlled trial. J Am Geriatr Soc 2008; 56:1390.]. Neste caso, foram identificadas como possíveis barreiras para o sucesso na implementação das estratégias de prevenção, os seguintes fatores: [1] Resistência a aderência ao programa de exercícios e modificação do ambiente proposto. [2] Falta de expertise na implementação do treino de equilíbrio. [Tinetti, ME. Multifactorial fall-prevention strategies: time to retreat or advance. J Am Geriatr Soc 2008; 56:1563.]

Apesar de alguns resultados contraditórios, é razoável (e prudente) abordar os idosos que têm uma história de queda através de uma avaliação geriátrica multidimensional, com intervenções específicas aos fatores de risco identificados. É importante ressaltar que a maioria dos estudos na comunidade não aborda especificamente os idosos com comprometimento cognitivo. Assim, a eficácia das intervenções de prevenção de quedas nesta população permanence desconhecido.

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