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terça-feira, 19 de junho de 2012

NUTRICIONISTA ONLINE GRÁTIS



Alguns nutricionistas estão usando a internet como uma ferramenta a seu favor, isso porque muitos deles estão montando blogs ou sites para que as pessoas possam esclarecer dúvidas banais e entender um pouco melhor sobre os alimentos e sobre alimentação saudável.
Em alguns desses sites e blogs é possível enviar dúvidas e perguntas para que o especialista as esclareça. O que vale lembrar é que os sites são apenas uma maneira de apoiar e informar, não há como fazer uma consulta propriamente dita, para quem precisa ser avaliado por um nutricionista e deseja um diagnóstico e um regime apropriado, o ideal é marcar uma consulta no consultório do especialista de sua escolha.

Mas enquanto sua consulta não chega, você pode conferir informações interessantes a repseito de alimentos e dietas nos sites como os relacionados abaixo:
-www.suanutricionistaonline.com/
- www.comerbemfazbem.com.br/p/sistema-de-atendimento-nutricional.html
- www.3fitness.com/2nutricao/nutricionista.htm

A esclerose múltipla

É um distúrbio do sistema nervoso central, sobretudo do cerebelo, e se caracteriza pela dificuldade dos movimentos musculares. Pode causar a paralisia total.
Causas:
- vírus e bactérias que atingem o sistema nervoso central;
- tumor no cerebelo ou coluna (geralmente câncer);
- vermes que atingem a coluna ou cerebelo, isto o auto tem constatado nos exames bioenergéticos que realiza, por exemplo a fascíola hepática;
- alimentação deficiente em gorduras não-saturadas e alimentação morta, desvitalizada, requentada;
- envenenamento por chumbo.
Tratamento:
Dependendo do estágio da doença e dos estragos musculares causados, pode-se ter bons resultados com o seguinte:
Aplicar argila com o chá de cipó-mil-homens no cerebelo (atrás da cabeça) por 30 dias, deixando por 3 horas ou a noite inteira.
Linda Clark em seu livro: “Os remédios naturais que curam as doenças” dá o seguinte depoimento: “Milhares de pacientes de esclerose múltipla que se submeteram à dieta do Dr. Joseph Evers, da Alemanha Ocidental, recuperaram-se e um mês e voltaram para casa prontos para viver uma vida normal”.
Um sacerdote americano que não podia andar quando começou o tratamento de Evers em sua própria casa, recuperou-se de tal forma, que passou a fazer caminhadas de 14km por dia.
Eis aqui a dieta do Dr. Evers, que não contém qualquer alimento desnaturado:
1) Leite cru, laticínios, contanto que você não seja alérgico a eles; se o leite de vaca lhe faz mal, pode tomar o leite de cabra. Use manteiga, queijo e leite fermentados.
2) Cereais germinados como centeio e trigo.
3) Qualquer fruta preferencialmente fresca e crua.
4) Mel puro e natural.
5) Nozes e outros alimentos que contenham óleo.
6) Legumes bulbosos (que formam raízes), organicamente cultivados.
7) Um ovo cru por dia (de galinha caipira), pode ser batido com leite e mel, como gemada.
Alimentos proibidos:
1) Quaisquer alimentos fritos ou cozidos, com exceção do pão de cereal integral, de massa azeda.
2) Café, chocolate, álcool, mostarda, sal, açúcar ou adoçante.
Outros procedimentos:
- fazer jejum de desintoxicação por 2 a 3 dias, depois comer só alimentos crus, nenhum açúcar e muita vitamina B;
- aplicar argila também no baço com cipó-mil-homens por 15 dias.
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 201-203. Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

maçã

maçã é uma das frutas mais consumidas no mundo. Devido a sua facilidade de cultivo e não possuindo sazonalidade, ou seja, sendo colhida durante todo o ano, pode ser usada de forma ampla na culinária. Conheça as propriedades nutricionais da maçã. A composição nutricional da maçã merece destaque, principalmente pelo seu alto valor de vitaminas do complexo B, vitamina C e E, além do mineral potássio. Além disso, sua composição de fibras, principalmente da pectina, fornece aproximadamente 10% das necessidades diárias de fibras. O consumo regular da pectina, tem se mostrado eficaz no controle da glicemia, auxiliando os portadores de diabetes a manter a boa saúde. O consumo aproximado de 2 maçãs pequenas ao dia, fornece a dose de pectina necessária. A pectina auxilia também na redução do mau colesterol, pois forma uma barreira de fibra na parede intestinal impedindo a absorção do colesterol e de outras gorduras.
Há quem diga que a maçã costuma “abrir” o apetite, mas na realidade o que os estudos demonstram é um efeito importante na saciedade. As fibras presentes na casca são do tipo insolúvel, ou seja, não são digeridas e desta forma ficam presentes por mais tempo no estômago, induzindo a sensação de saciedade.
As maças exercem uma função benéfica e protetora para toda a mucosa do trato digestório, pois além das fibras possui agentes cicatrizantes, portanto indicada para os que sofrem de problemas como azia, gastrite e úlceras, além de auxiliar no funcionamento intestinal.
As vitaminas do complexo B colaboram com a saúde do sistema nervoso, no crescimento infantil, na saúde da pele. É uma excelente fonte de nutrientes para o cérebro, pois é rica em vitamina C e ácido fosfórico. É ainda uma poderosa arma desintoxicante e antioxidante, pois é fonte de ácido málico, essencial para o processo de detoxificação hepática e para a neutralização dos radicais livres.
Os Taninos e os Flavonóides, fitonutrientes presentes na maçã, possuem ação antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce, adstringente e principalmente antiinflamatória.
Inclua a maçã na sua alimentação diária e desfrute de toda a saúde que ela oferece!

terça-feira, 12 de junho de 2012

melanismo

O melanismo industrial é uma forma de seleção natural, que se caracteriza pelo aumento da ocorrência de indivíduos (plantas, animais ou até seres humanos) com coloração escura, por conta de mudanças ambientais geradas pela industrialização. Um exemplo é a mariposa Biston betularia, típica de regiões industrializadas da Inglaterra. Originalmente, a maioria das mariposas de determinada região inglesa tinha coloração esbranquiçada e habitualmente pousava em troncos de árvores cobertos por liquens de coloração clara. Por conta da poluição gerada pela industrialização, os líquens desapareceram dos troncos das árvores e, com isso, as mariposas claras ficavam muito expostas aos predadores. Assim, as poucas escuras que existiam começaram a ter mais facilidade de sobreviver, desenvolver-se e reproduzir-se e. Com o tempo, elas passaram a existir em proporção muito maior do que as claras.

AVC-(Acidente Vascular Cerebral)

  • POR FAVOR PRESTE ATENÇÃO Isto é muito importante e pode salvar a vida de uma pessoa !
  • Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu no chão suavemente..
  • Ela garantiu aos presentes que estava bem (aos que se ofereceram para chamar por socorro) e que havia tropeçado no ladrilho por causa dos seus sapatos novos.
  • Os seus amigos ajudaram-na a levantar-se e trouxeram-lhe um novo prato de comida, enquanto ela parecia um pouco aturdida, tentando desfrutar da festa durante o resto da tarde.
  • Mais tarde o marido ligou para os seus amigos informando-os que a sua mulher havia sido levada ao hospital onde veio a falecer.
  • Havia sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o churrasco. Se o seu esposo e amigos soubessem como reconhecer um AVC, talvez hoje ela estivesse viva.
  • COMO RECONHECER UM AVC :
  • Um neurologista afirma que se o chamarem dentro das primeiras 3 horas, os efeitos de um AVC podem ser revertidos totalmente.
  • Afirma que é crucial diagnosticá-lo e prestar assistência ao paciente nas três horas subsequentes.
  • Lembre-se dos '3' Passos:
  • LEIA e APRENDA:
  • Actualmente os médicos estabeleceram uma regra para reconhecê-lo mediante três simples perguntas:
  • 1. Peça que a pessoa SORRIA.
  • 2. Peça que a pessoa LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
  • 3. Peça que a pessoa PRONUNCIE UMA FRASE SIMPLES (Coerente) (por exemplo . . . Hoje está um dia ensolarado)
  • Se ele ou ela apresentar dificuldades numa destas três questões, chame imediatamente o SOCORRO e descreva os sintomas.
  • Depois de descobrir que um grupo de voluntários que não são médicos podem identificar a debilidade facial, a debilidade motora dos braços e a debilidade na fala, os investigadores apelam ao público em geral para que aprenda estas três perguntas.
  • Uma maior divulgação deste teste pode facilitar um rápido diagnóstico e tratamento do AVC e evitar danos cerebrais.

Azeite é um dos melhores hidratantes

AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM

Azeite é um dos melhores hidratantes para sua pele. Pesquisadores estão estudando suas propriedades anticancerigenas e os resultados são muito positivos. Na antiga Grecia as pessoas se banhavam em azeite de oliva. Agora sabemos que o Azeite tem 4 tipos diferentes de antioxidantes. Eles ajudam a proteger sua pele contra o cancer e o envelhecimento. Estudos feitos em ratos mostram que aqueles que bebem o azeite extra virgem tem muito menos possibilidade de ter cancer de pele quando expostos a raios UV. Essa pesquisa também mostrou que se passar o azeite nos ratos depois de que foram expostos ao s raios UV, eles tem muito menos possibilidade de ter cancer de pele. Azeitona tem acido Lonileic, que é um componente da sua pele e a protege quanto a perda de água. Se você está deficiente em acido linoleic em sua pele, vai perder muito mais água o que irá provocar o cancer de pele. O acido linoleic não é fabricado pelo corpo, então tem que ser aplicado localmente em forma de creme ou loção, ou até mesmo ingerido. Sendo assim, comendo azeitona e/ou tomando uma dose de azeite extra virgem, e até mesmo tomando um banho morno onde se acrescentou uma porção de azeite de oliva, ou até mesmo aplicando o azeite diretamente na pele, vai ajudar a supri-la com acido linoleic.

hipotireoidismo

Crie o hábito de comer peixe, principalmente de águas frias e profundas do oceano. Além de ricos  em ácidos graxos ômega-3, são excelentes fontes de iodo, fundamental para o funcionamento da glândula tireóide, bem como de minerais como selênio e magnésio.

Atenção!

O mercúrio pode ser encontrado em níveis elevados em alguns tipos de peixe, como o peixe-espada, o atum e o espadarte (peixes de água profunda).


A Food Standards Agency do Reino Unido aconselhou recentemente as mulheres grávidas e as crianças a não consumir esses tipos de peixe, pois o mercúrio pode danificar o sistema nervoso do feto e aumentar o risco de envenenamento em crianças pequenas.


Os peixes com maior teor de mercúrio são o cação, o peixe-espada (branco e preto), o espadarte e o atum. Os peixes grandes e predadores de águas profundas são mais ricos em mercúrio do que os peixes pequenos. Por isso, é bom evitar os peixes anteriormente citados (não comer mais de duas vezes por semana) e o fígado de todos os peixes, bem como preferir os peixes pequenos. Esta regra é válida sobretudo para as mulheres grávidas.





REDUZA O AÇÚCAR
Minimize o consumo de açúcar e farináceos, pois altos níveis de açúcar no sangue podem desregular o funcionamento da glândula tireóide.


CONSUMA ALIMENTOS RICOS EM IODO
O iodo é necessário, em pequenas quantidades, para a função da glândula tireóide, assim como para o metabolismo das gorduras, produção de hormônios sexuais e uma série de processos bioquímicos. Cãibras musculares, dores de cabeça, depressão, pés frios, mãos geladas e ganho de peso podem ser sinal de deficiência dessa substância. Deficiências de iodo podem aumentar a suscetibilidade para doenças como câncer de mama e pólio.

Alguns alimentos ricos em iodo:
  • frutos do mar;
  • sal não refinado;
  • algas marinhas;
  • caldo de peixe caseiro;
  • manteiga (não margarina);
  • abacaxi;
  • alcachofra;
  • aspargos;
  • verduras de coloração mais escura.
Para que possa ser utilizado pelo organismo, o iodo requer níveis adequados de vitamina A, que são obtidos com a ingestão moderada de manteiga e gorduras de origem animal (de animais criados soltos, e não em cativeiro ou à base de ração).

O iodo em excesso pode ser tóxico para o organismo, por isso não se recomenda o consumo excessivo de algas ou de sal iodado.
CONSIDERAÇÕES SOBRE AS ALGAS
Quanto às algas marinhas, embora elas sejam ricas em iodo e uma série de outros minerais, seu consumo excessivo pode causar intoxicação pelo próprio iodo.

Além disso, algumas pessoas não têm a enzima capaz de digerir o carboidrato complexo presente nas algas e muitas algas comerciais são tratadas com pesticidas e fungicidas durante o processo de secagem e armazenamento, razão pela qual é importante se conhecer os métodos utilizados pelo fabricante da alga.

Por fim, recomenda-se deixar as algas in natura de molho por um período de 6 horas, a fim de auxiliar a digestão.

CALDO DE CABEÇA DE PEIXE
Prepare caldo de peixe em casa, à moda dos nossos ancestrais, utilizando carcaça e cabeça, ricas em minerais, inclusive iodo. Além disso, a cabeça de peixe é fonte direta de hormônios da tireóide, além de outras substâncias que nutrem essa glândula.

Quatro mil anos atrás, os médicos chineses rejuvenesciam seus pacientes idosos com sopa feita com a tireóide de animais. Segundo os textos antigos, esse tratamento ajudava os pacientes a se sentir remoçados, com mais energia e capacidade mental. Na Inglaterra do período vitoriano, os médicos prescreviam sanduíches especiais de tireóide crua para seus pacientes mais doentes. Tal sanduíche não oferece o menor apelo ou atração para nosso paladar, mas as sopas e molhos feitos com caldo de peixe caseiro são uma delícia! Um “remédio” impossível de recusar!

Algumas pesquisas indicam que até 40% das pessoas podem estar sofrendo de alguma deficiência da glândula tireóide e de seus respectivos sintomas: fadiga crônica, ganho de peso, dificuldade de perder peso, resfriados e gripes freqüentes, unhas quebradiças, cabelos fracos, dificuldade de concentração, dores de cabeça, depressão e uma série de complicações mais sérias, como doenças cardiovasculares e câncer. Por que então não incluir um caldo de peixe caseiro em sua dieta sempre que for possível?

OVA DE PEIXE
Inclua ovas de peixe na sua alimentação. As ovas sempre foram valorizadas pelos povos primitivos pela sua capacidade de prevenir problemas da tireóide, promover a fertilidade e nutrir mulheres grávidas e crianças em fase de crescimento.

VERDURAS CRUAS
Algumas verduras cruas contêm substâncias naturais chamadas glucosinolatos, que podem interferir negativamente na produção de hormônios da tireóide. Entre essas verduras estão repolho, brócolis, couve-de-bruxelas, couve-flor e espinafre. Para neutralizar esse efeito potencialmente prejudicial à tireóide, basta cozinhar essas verduras, ligeiramente, no vapor, em água ou em sopas. Ocasionalmente, pode-se – e até se deve – consumir essas verduras cruas, pois somente quando cruas elas têm importantes propriedades anticâncer (por causa daqueles mesmos glucosinolatos, que são neutralizados pelo cozimento). A sabedoria está em não consumi-las cruas diariamente, mas sim ocasionalmente.
Lembre-se: Prefira as verduras sem agrotóxico ou, na impossibilidade de tê-las, deixe-as de molho em água com bicarbonato de sódio (leia matéria publicada neste blog).

GRÃOS, CEREAIS E SEMENTES INTEGRAIS
Consuma grãos, cereais e sementes integrais que tenham sido deixados de molho por 7 a 24 horas, em água com gotas de limão ou 1 colher (sopa) de soro de iogurte. Faça isso com feijão, arroz integral, grão-de-bico, lentilha, trigo, aveia e todos os grãos e cereais que você consumir. Esse procedimento neutraliza substâncias potencialmente prejudiciais à tireóide, denominadas antinutrientes. O único grão que não obedece a essa regra é a soja, pois seus antinutrientes não são neutralizados por tais procedimentos. Por essa razão, seu consumo deve ser evitado ao máximo.

candidiase

remédio caseiro muito eficaz, barato e sem efeitos colaterias para curar a candidíase é o iogurte natural. Introduza aproximadamente 25g de iogurte no interior da vagina com o auxílio de uma seringa (sem agulha), 2 vezes por dia durante 3 dias.
Uma outra forma prática de utilizar o iogurte como remédio para candidíase é mergulhar um absorvente interno no potinho de iogurte natural à temperatura ambiente e introduzí-lo na vagina, deixando-o atuar por pelo menos 3 horas.
O iogurte irá diminuir a acidez da vagina, travando o crescimento das bactérias que preferem um ambiente mais ácido para se desenvolverem.
Retire o iogurte da geladeira com alguma antecedência para que a temperatura muito fria não seja incomodativa.

Remédio para candidíase em dose única

Alguns remédios para candidíase em dose única são o Fluconazol e o Itraconazol. Esta abordagem costuma ser bem aceita pois o tratamento só dura 1 dia, mas só devem ser utilizados sob orientação médica.
Este tipo de medicamento pode ser utilizado exclusivamente ou associado ao tratamento tópico que consiste em passar uma pomada com o mesmo princípio ativo nos órgãos genitais. Sendo eficaz tanto para homens quanto para mulheres.

Remédio natural para candidíase

Um outro remédio natural para vencer a candidíase é o vinagre. Basta fazer banhos de assento e duches vaginais com água morna e vinagre, na proporção de 4 colheres de vinagre para 1/2 litro de água.
O vinagre possui o mesmo pH da vagina e vai ajudar no combate à candidíase, por combater a sua proliferação.

Pomada para candidíase

Uma ótima pomada para candidíase a de Fluconazol, que deve ser aplicada nos órgãos genitais internos e externos durante aproximadamente 7 a 14 dias consecutivos.
Contudo, se a candidíase for persistente recomenda-se uma consulta com o ginecologista para uma avaliação mais profunda e um tratamento mais direcionado, que deverá incluir alterações na dieta alimentar e nos hábitos de higiêne íntima.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Transtorno Dismórfico Corporal

Muitos são os pais que se esforçam, em vão, para convencer seus filhos adolescentes de que eles não são tão magros e raquíticos como acreditam, ou que não têm o nariz tão enorme como se vêem, que as espinhas não são tão deformantes como eles reclamam... Os adolescentes, entretanto, não acreditam em nenhum desses argumentos, mesmo se forem ditos por centenas de pessoas... eles continuam diante do espelho reclamando suas “deformidades”. Podem ser portadores de Transtorno Dismórfico Corporal.

Na Anorexia Nervosa, e quase sempre na Bulimia, há também uma deformação da imagem corporal. A pessoa se vê muito mais gorda do que é de fato, não acredita nas pessoas que dizem-lhe o contrário. Portadores de Anorexia costumam ver gordurinhas e dobrinhas que, ou não existem, ou são fisiológicas e normais em todas as pessoas. Isso é também uma espécie de Transtorno Dismórfico Corporal, onde a crença de estar gordo tem características delirante, ou seja, são irremovíveis pela argumentação lógica (foto, balança, opiniões).

Pacientes com Transtorno Dismórfico Corporal sofrem de idéias persistentes sobre o modo como percebem a própria aparência corporal, portanto, é muito comum que entre pessoas com Transtorno Dismórfico Corporal, tenha aquelas portadoreas de Vigorexia, que é o Transtorno Dismórfico Muscular.

Auto Imagem e Dismorfia
"Dismorfia é um termo mais antigo e igualmente usado para designar a discrepância ou diferença entre aquilo que a pessoa acredita ser (em termos de imagem corporal) e aquilo que realmente é.

Estudos por Phillips (1995) realizados em três países sobre a imagem que os homens teriam deles próprios, sobre a imagem que achariam ideal para si e sobre a imagem que acreditam que as mulheres preferem. Os resultados mostraram que a escolha do corpo ideal foi em média de, aproximadamente, 13 quilos a mais de massa muscular do que eles tinham.

Também estimaram que as mulheres prefeririam um corpo masculino aproximadamente 14 quilos de massa muscular a mais do que eles tinham. Em um estudo piloto paralelo, entretanto, os autores encontraram que as mulheres preferiram, de fato, um corpo masculino comum e sem os músculos adicionais que os homens pensavam ser necessários.

Como conclusão, Pope atestou a grande discrepância entre o estado real e o ideal muscular dos homens, ajudando assim a explicar a aparente ascensão de distúrbios tais como o Transtorno de Dismorfia Muscular, relacionado ao abuso de esteróides anabolizantes.

Segundo Mariangela Gentil Savoia, o Transtorno Dismórfico Corporal é um novo nome para uma velho transtorno. Segundo Warwick (1996), tem sido descrito nas literaturas européia e japonesa por uma variedade de nomes, sendo o mais comum dismorfofobia, termo utilizado por Morselli pela primeira vez há 100 anos (1886). Embora esse termo seja usado de diferentes maneiras, é definido como um sentimento de feiúra ou defeito físico que o paciente percebe a despeito de sua aparência normal.

O termo dismorfia é uma palavra grega que significa feiúra, especialmente na face. A primeira referência aparece na história de Herodutus, no mito da garota feia de Esparta, que era levada por sua enfermeira, todos os dias, ao templo para se livrar da sua falta de beleza e atrativos.

Kraeplin, em 1909, considerava a Dismorfia Corporal como uma neurose compulsiva. Janet, em 1903, como uma obsessão com vergonha do corpo, enfatizando a extrema vergonha dos indivíduos que se sentiam feios e ridículos. Jahrreiss, em 1930, chamava o mesmo quadro de hipocondria da beleza e Stekel, 1949, descreveu um grupo peculiar de idéias obsessivas que as pessoas apresentam a respeito de seu próprio corpo.

Embora sua presença seja clara na literatura européia, a dismorfofobia não apresenta na CID - Classificação Internacional de Doenças (1993), uma categoria nosológica a parte, estando inclusa na mesma classificação de hipocondria.

O Transtorno Dismórfico Corporal é caracterizado pela preocupação com um imaginado defeito na aparência. Se uma ligeira anomalia física está presente, a preocupação do indivíduo é acentuadamente excessiva. A preocupação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo"

Choi, Pope e Olivardia definiram esse subtipo de Transtorno Dismórfico Corporal, que é o Transtorno Dismórfico Muscular, sinônimo de Vigorexia, como uma síndrome onde as pessoas, geralmente homens, independentemente de sua musculatura (embora normalmente sejam bem desenvolvidos), têm uma opinião patológica a respeito do próprio corpo, acreditando terem uma musculatura muito pequena, fraca e frágil.

Os pensamentos persistentes sobre “defeitos” na aparência corporal são praticamente delirantes, além de intrusivos à consciência, difíceis de resistir e em geral acompanhados por compulsões rituais de olhar-se no espelho constantemente, eles não são acompanhados de nenhuma crítica por parte do paciente.

Essas idéias obsessivas sobre defeitos no próprio corpo são muito semelhantes aos pensamentos obsessivos dos pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo, e em geral são egodistônicas, ou seja, estão em desacordo com o gosto da pessoa, portanto, fazem a pessoa sofrer.

No Transtorno Dismórfico Corporal são mais comuns as queixas que envolvem defeitos faciais, como por exemplo, em relação à forma ou tamanho do nariz, do queixo, calvície, etc. As queixas geralmente envolvem falhas imaginadas ou, se existem são bem mais leves que o paciente imagina, na face ou na cabeça, tais como perda de cabelos, acne, rugas, cicatrizes, marcas vasculares, palidez ou rubor, inchação, assimetria ou desproporção facial, ou pêlos faciais excessivos.

Outras preocupações comuns incluem o tamanho, a forma ou algum outro aspecto do nariz, dos olhos, pálpebras, sobrancelhas, orelhas, boca, lábios, dentes, mandíbula, queixo, bochechas ou cabeça. Não obstante, qualquer outra parte do corpo pode ser o foco de preocupação do paciente, inclusive podem envolver outros órgãos ou funções, como por exemplo, preocupação com o cheiro corporal que exalam, mau hálito, odor dos pés, etc. Embora a queixa seja freqüentemente específica, algumas vezes pode ser vaga e alguns pacientes podem apenas se queixar de uma “feiúra” geral.

Sendo assim, o Transtorno Dismórfico Corporal costuma estar presente na Vigorexia (sinônimo de Transtorno Dismórfico Muscular). Há ainda co-morbidade do Transtorno Dismórfico Corporal e/ou Muscular, com outros quadros psiquiátricos, tais como Fobia Social, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Depressão e quadros delirantes.

A co-morbidade do Transtorno Dismórfico Corporal poral com Depressão e Ansiedade chega a 50% dos casos, especialmente com quadros de ansiedade tipo Pânico. De fato, alguns autores (Grant, 2002) acham que o Transtorno Dismórfico Corporal raramente aparece sem alguma comorbidade.

Com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo clássico, Fobia Social e Anorexia Nervosa a comorbidade também é alta, em torno de 40%. Pacientes com Transtorno Dismórfico Corporal em geral são perfeccionistas e podem ter traços de personalidade obsessivos ou esquizóides. Sendo as idéias sobre as deformidades corporais de natureza obsessiva, pode haver também um comportamento compulsivo.

No caso da Vigorexia os exercícios excessivos são compulsivos, mas também a compulsão pode se manifestar através de freqüentes verificações diante do espelho, cansativos exames do suposto “defeito” que podem consumir várias horas do dia. Os pacientes freqüentemente pensam que os outros podem estar observando com especial depreciação sua suposta deformidade, talvez comentando a respeito dela ou ridicularizando-a.

Critérios de diagnósticos para F45.2 (CID.10) ou 300.7 (DSM.IV) do Transtorno Dismórfico Corporal

A. Preocupação com um imaginado defeito na aparência. Se uma ligeira anomalia física está presente, a preocupação do indivíduo é acentuadamente excessiva.
B. A preocupação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.
C. A preocupação não é mais bem explicada por outro transtorno mental (por ex., insatisfação com a forma e o tamanho do corpo na Anorexia Nervosa).

Atualmente o Transtorno Dismórfico Corporal é considerado uma doença específica e autônoma pelas classificações internacionais. Apesar disso, desde o final da década de 90, Hollander e cols. acertadamente observam a forte interseção desse quadro com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e, assim, sugerem sua inclusão no chamado Espectro Obsessivo-Compulsivo.

Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo

1.- Transtorno Obsessivo-Compulsivo
2.- Transtorno Dismórfico Corporal
3.- Transtornos Alimentares
3.1- Vigorexia
3.2- Anorexia
3.3- Bulimia
4.- Transtorno do Controle dos Impulsos
4.1- Tricotilomania
4.2- Transtorno de Tique
4.3- Síndrome de Toureute
4.4- Sexo Compulsivo
4.5- Jogo Compulsivo
4.6- Piromania
4.7- Compulsão para Compras
4.8- Compulsão à Internet

Incidência
Os transtornos derivados da excessiva preocupação com o corpo estão se convertendo em uma verdadeira epidemia. Desejar com muito ardor uma imagem perfeita não significa sofrer de uma doença mental, mas aumenta as possibilidades de que este transtorno emocional apareça. Ainda que haja hipóteses biológicas para o Transtorno Dismórfico Corporal, como por exemplo, eventuais alterações nos desequilíbrios nos níveis de serotonina e outros neurotransmissores cerebrais, não cabem dúvidas de que os fatores sócio-culturais e educativos têm uma grande influência em sua incidência.

O Transtorno Dismórfico Corporal parece ser diagnosticado com freqüência aproximadamente igual em homens e mulheres, iniciando-se em geral na adolescência de forma gradual ou súbita e seu curso é flutuante e crônico. Porém, os portadores do tipo Vigorexia (Transtorno Dismórfico Muscular) são, em sua maioria, homens entre 18 e 35 anos, os quais começam a dedicar demasiado tempo (entre 3 e 4 horas diárias) as atividades de modelação físicas, resultando em algum tipo de prejuízo sócio-ocupacional.

A idade de início mais comum do Transtorno Dismórfico Corporal também é no final da adolescência ou início da idade adulta. A média de idade está em torno dos 20 anos, não sendo raro que o diagnóstico seja feito mais tardiamente.

Segundo dados de Pope, entre 9 milhões de norte-americanos que freqüentam academias de ginástica, existe perto de um milhão de pessoas afetadas por um transtorno de ordem emocional que os impede ver-se como são na realidade, e normalmente esse transtorno é o Transtorno Dismórfico Corporal (ou Muscular).

Uma das conseqüências do Transtorno Dismórfico Corporal é a esquiva das atividades costumeiras, a qual pode levar a um extremo isolamento social e resultar, em casos graves, no abandono do trabalho ou da escola. Também há dificuldades em fazer amizades e iniciar ou manter relacionamentos amorosos.

Ideação suicida ou suicídio consumado também podem ocorrer, assim como repetidas hospitalizações. Além disso, esses pacientes freqüentemente buscam e recebem tratamentos médicos gerais, dentários e cirúrgicos para a correção de imaginados defeitos. Esses tratamentos mal indicados costumam piorar o transtorno, levando a uma intensificação ou novas preocupações, as quais podem resultar em procedimentos mal sucedidos adicionais.

Causas
Ainda que não se tenham dúvidas sobre a importância do elemento sociocultural no desenvolvimento e na incidência da Transtorno Dismórfico Muscular, também parece que a patologia está relacionada com desequilíbrios de diversos neurotransmissores do sistema nervoso central, mais precisamente da serotonina.

A causa do Transtorno Dismórfico Corporal também é desconhecida, embora existam relatos de algum envolvimento orgânico em casos que tiveram início pós-encefalite ou meningite. Isso reforça a hipótese de envolvimento ou disfunção dos gânglios da base nestes quadros. Essa mesma hipótese tem sido emprestada ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo e outros transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo.

Hollander e cols. sustentam que os transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo, do ponto de vista orgânico, seriam relacionados à hiperfrontalidade e aumento da atividade serotoninérgica influindo nas desordens compulsivas e, por outro lado, hiperfrontalidade e baixa atividade serotoninérgica pré-sináptica com desordens impulsivas. Isto explicaria a boa resposta desses transtornos aos antidepressivos inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS).

Também para Pope, pode-se recorrer a fármacos que atuem sobre os neurotransmissores para o tratamento dessa doença. A própria resposta positiva dos medicamentos bloqueadores seletivos da recaptação de serotonina tem sugerido que os sintomas de Transtorno Dismórfico Corporal estejam relacionados à função da serotonina. Existem relatos de exacerbação dos sintomas do quadro com o uso de maconha, que também tem ação serotoninérgica.

Entretanto, a psicoterapia é fundamental e deve ser, preferencialmente, comportamental e cognitiva. O objetivo é modificar a conduta da pessoa, recuperando sua autoestima e superando o medo do fracasso social.



para referir:
Ballone GJ - Transtorno Dismórfico Corporal e Muscular - in. PsiqWeb Internet, disponível em http://www.psiqweb.med.br/, revisto em 2008

Referências
Choi PY, Pope HG Jr, Olivardia R. - Muscle dysmorphia: a new syndrome in weightlifters - Br J Sports Med. 2002 Oct;36(5):375-6; discussion 377.

Diaz Marsa M, Carrasco JL, Hollander E.- Body dysmorphic disorder as an obsessive-compulsive spectrum disorder- Actas Luso Esp Neurol Psiquiatr Cienc Afines 24(6): 331-7, 1996

Phillips, K.; McElroy, S.; Hudson, J.; Pope, H. - Body dismorphic disorder: an obsessive-compulsive spectrum disorder, a form of affective spectrum disorder, or both? - Journal Clinical Psychiatric 56 (suppl 4): 41-50, 1995.

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

medoa e fobias


Abissofobia — medo de abismos, precipícios;
Ablepsifobia — medo de ficar cego;
Ablutofobia — medo de tomar banho;
Acarofobia — medo de ter a pele infestada por pequenos organismos (ácaros);
Acerofobia — medo a produtos ácidos;
Acluofobia — medo ou horror exagerado à escuridão;
Acrofobia — medo de altura;
Acusticofobia — medo relacionado aos ruídos de alta intensidade;
Aeroacrofobia — medo de lugar aberto e alto;
Aerodromofobia — medo de viagens aéreas;
Aerofobia — medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas;
Aeronausifobia — medo de vomitar (quando viaja de avião);
Afobia — medo da falta de fobias;
Agliofobia — medo de sentir dor, sinônimo de algofobia;
Afefobia — medo de ser tocado;
Agorafobia — medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos ou deixar lugar seguro;
Agrafobia — medo de abuso sexual;
Agrizoofobia — medo de animais selvagens;
Agirofobia — medo de ruas ou cruzamento de ruas;
Aicmofobia — medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos;
Ailurofobia — medo de gatos. Idem galeofobia ou gatofobia;
Aletrorofobia — medo de galinhas (ornitofobia);
Algofobia — medo de dor. Idem agliofobia;
Amatofobia — medo de poeiras;
Amaxofobia — medo mórbido de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte;
Ambulofobia — medo de andar;
Amnesifobia — medo de perder a memória;
Ancraofobia ou Anemofobia — medo de correntes de ar;
Androfobia — medo de homens;
Anatidaefobia — medo de ser observado por patos;
Anemofobia — medo de ventos;
Anginofobia — medo de engasgar;
Antofobia — medo de flores;
Antropofobia — medo de pessoas ou da sociedade;
Antlofobia — medo exagerado de enchentes ou de inundações;
Anuptafobia — medo de ficar solteiro (a);
Apifobia — medo de abelhas;
Aracnefobia ou Aracnofobia — medo de aranhas;
Astenofobia — medo de desmaiar ou ter fraqueza;
Astrofobia ou astrapofobia — medo de trovões e relâmpagos;
Ataxofobia — medo de desordem;
Autofobia — medo de si mesmo ou de ficar sozinho (Monofobia, Isolofobia);
Automatonofobia — medo de bonecos de ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível);
Azinofobia — medo de ser agredido pelos pais.

B

Bacilofobia ou Bacteriofobia — medo de bactérias (Microbiofobia);
Balistofobia — medo de mísseis;
Basofobia ou basifobia — medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé);
Batofobia — medo de profundidade;
Botanofobia — medo de plantas ;
Batofobia — medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos;
Batracofobia — medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs etc.);
Belonofobia — medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia);
Bifobia — o medo de bissexuais;
Blennofobia — medo de limo ou coisas viscosas;
Brontofobia — medo de trovões e relâmpagos;
Biofobia — medo da vida.

C

Cacorrafiofobia — medo de fracasso ou falhar;
Caetofobia — medo de pêlos;
Cainofobia ou cainotofobia — medo de novidades;
Calipsefobia — medo do apocalipse;
Catagelofobia — medo do ridículo (estar ou ser);
Catapedafobia — medo de saltar de lugares baixos ou altos;
Catisofobia — medo de sentar-se;
Catoptrofobia — medo de espelhos;
Catsaridafobia — medo de baratas;
Cenofobia ou centofobia — medo que caracteriza-se pela aversão e medo mórbido de sentir inquietação de grandes espaços abertos;
Cimofobia — medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas;
Cinetofobia ou cinesofobia — medo de movimento;
Cinofobia — medo de cães;
Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia — medo de prostitutas ou doença venéreas;
Ceraunofobia — medo de trovão;
Copofobia — medo da fadiga;
Corofobia — medo de dançar;
Coniofobia — medo de poeira (amatofobia);
Cosmicofobia — medo de fenômenos cósmicos;
Cromofobia ou cromatofobia — medo de cores;
Cronofobia — medo do tempo;
Cronomentrofobia — medo de relógios;
Claustrofobia — medo de espaços confinados ou lugares fechados ou seja, o oposto da agorafobia;
Cleitrofobia ou cleisiofobia — medo de ficar trancado em lugares fechados;
Cleptofobia — medo de ser roubado;
Climacofobia — medo de degraus (subir ou cair de degraus);
Clinofobia — medo de ir para cama;
Clitrofobia ou cleitrofobia — medo de ficar fechado;
Cnidofobia — medo de cordas;
Cometofobia — medo de cometas;
Coimetrofobia — medo de cemitérios;
Contreltofobia — medo de abuso sexual;
Coprofobia — medo de fezes;
Coulrofobia — medo de palhaços;
Cremnofobia — medo de precipícios;
Criofobia — medo de frio intenso, gelo ou congelamento;
Cristãofobia — cristofobia ou cristianofobia — medo dos cristãos.

D

Deipnofobia — medo de jantar e conversas do jantar;
Demonofobia — medo de demônios;
Demofobia ou enoclofobia — medo de multidão (agorafobia);
Dendrofobia — medo de árvores;
Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia — medo de doenças de pele;
Dextrofobia — medo de objetos do lado direito do corpo;
Diabetofobia — medo de diabetes;
Dinofobia — medo de vertigens ou redemoinho;
Diplofobia — medo de visão dupla;
Dipsofobia — medo de beber;
Disabiliofobia — medo de se vestir na frente de alguém;
Dismorfofobia — medo de deformidade;
Distiquifobia — medo de acidentes;
Domatofobia ou oiquofobia — Medo de casas ou estar em casa;
Dorafobia — medo de pele de animais;
Dromofobia — medo de cruzar ruas.

E

Eisoptrofobia — medo de espelhos ou de se ver no espelho;
Electrofobia — medo de eletricidade;
Eleuterofobia — medo da liberdade;
Elurofobia — medo de gatos (ailurofobia);
Emetofobia — medo de vomitar;
Enosiofobia ou enissofobia — medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável;
Entomofobia — medo de insetos;
Epistaxiofobia — medo de sangrar do nariz;
Epistemofobia — medo do conhecimento;
Equinofobia — medo de cavalos;
Eremofobia — medo de ficar só;
Ereutrofobia — medo de ficar vermelho;
Ergasiofobia — medo de trabalhar ou de operar (cirurgião);
Ergofobia — medo do trabalho;
Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia — medo de luz vermelha ou do vermelho;
Eretofobia — medo mórbido de sentir dor durante relações sexuais;
Esciofobia ou esciafobia — medo de sombras
Escolecifobia — medo de vermes;
Escopofobia ou escoptofobia — medo de estar sendo olhado;
Escotofobia — medo de escuro;
Escotomafobia — medo de cegueira;
Esfecsofobia — medo de marimbondos;
Espectrofobia — medo de fantasmas ou espectros;
Estasibasifobia ou estasifobia — medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia);
Estaurofobia — medo de cruz ou crucifixo;
Estenofobia — medo de lugares ou coisas estreitas;
Estigiofobia — medo do inferno;
Estruminofobia — medo de morrer defecando;
Estupefaçofobia — medo de estupefacientes ou de os consumir;
Estupofobia — medo de pessoas estúpidas.

F

Fagofobia — medo de engolir ou de comer;
Falacrofobia — medo de tornar-se careca;
Farmacofobia — medo de tomar remédios;
Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia — medo de febre;
Fengofobia — medo da luz do dia ou nascer do sol;
Felinofobia — medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia);
Filemafobia ou filematofobia — medo de beijar;
Filofobia — medo de enamorar;
Filosofobia — medo de filosofia;
Fobia social — medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente);
Fobofobia — medo de fobias;
Fonofobia — medo de barulhos ou vozes ou da própria voz de telefone;
Fotoaugliafobia — medo de luzes muito brilhantes;
Fotofobia — medo de luz;
Fronemofobia — medo de pensar;
Ftisiofobia — medo de tuberculose;
Flatusfobia — medo de liberar flatos a valer.

G

Galeofobia ou gatofobia — medo de gatos, mesmo que Ailurofobia;
Gamofobia — medo de casar;
Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia — medo de cruzar pontes;
Geliofobia — medo de rir;
Geniofobia — medo de manter a cabeça erguida;
Gerascofobia — medo de envelhecer;
Gerontofobia — medo de pessoas idosas;
Geumafobia ou geumofobia — medo de sabores;
Ghostfobia — Medo de fantasmas;
Gimnofobia — medo de nudez;
Ginofobia, ginefobia ou ginecofobia — medo de mulheres;
Glossofobia — medo de falar ou tentar falar em publico;
Gnosiofobia — medo do conhecimento.

H

Hadefobia — medo do inferno;
Hagiofobia — medo de santos ou coisas santas;
Hamartofobia — medo de pecar;
Hafefobia ou haptefobia — medo de ser tocado ou de tocar em alguém ou em alguma coisa;
Harpaxofobia — medo de ser roubado;
Hedonofobia — medo de sentir prazer;
Heliofobia — medo do sol;
Hemofobia, hemafobia ou hematofobia — medo de sangue;
Heresifobia ou hereiofobia — medo de desafiar a doutrina oficial (governo);
Herpetofobia — medo de répteis ou coisa que arrastam;
Heterofobia — etimologicamente medo do sexo oposto, uso comum: medo da heterossexualidade;
Hexacosioihexecontahexafobia — medo do número 666;
Hidrargiofobia — medo de medicamentos à base de mercúrio;
Hidrofobia — medo de água;
Hidrofobofobia — medo de contrair hidrofobia;
Hielofobia ou hialofobia — medo de vidro;
Hierofobia — medo de padres ou coisas sacras;
Higrofobia — medo de líquidos ou umidade;
Hilefobia — medo de materialismo ou de epilepsia;
Hilofobia — medo de florestas;
Hipengiofobia ou hipegiafobia — medo de responsabilidade;
Hipnofobia — medo de dormir ou ser hipnotizado;
Hipofobia — medo de casas;
Hipsifobia — medo de altura;
Hobofobia — medo de bêbados ou mendigos;
Hodofobia — medo de atravessar estradas;
Hormefobia — medo de ficar abalado ou chocado;
Homiclofobia — medo de neblina;
Hominofobia — medo de homens, mesmo que androfobia;
Hoplofobia — medo de armas de fogo;
Homofobia — etimologicamente medo do semelhante, uso comum: medo da homossexualidade;
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia — medo de palavras grandes;
Humilhofobia — medo de ser humilhado.

I

Iatrofobia — medo de ir ao médico;
Ictiofobia — medo de peixe;
Ideofobia — medo de ideias;
Ilingofobia — medo de vertigem ou sentir vertigem quando olha para baixo;
Iofobia — medo de veneno;
Insectofobia — medo de insectos;
Isolofobia — medo da solidão, de estar sozinho, o medo de ficar isolado (Autofobia, Monofobia);
Isopterofobia — medo de cupins.

J

Japanofobia — aversão e medo mórbido irracional, desproporcional e persistente de japoneses e de sua cultura.

K

Katsaridafobia ou Catsaridafobia — medo de baratas.

L

Lachanophobia ou lachanofobia — medo de vegetais;
Lactofobia — medo de leite;
Laliofobia ou lalofobia — medo de falar;
Lesbofobia — medo de mulheres lésbicas;
Leprofobia ou leprafobia — medo de lepra;
Ligirofobia — medo de barulhos;
Ligofobia — medo de escuridão;
Lilapsofobia — medo de furacões;
Limnofobia — medo de lagos;
Linonofobia — medo de cordas;
Lissofobia — medo de ficar louco;
Literofobia — medo de letras;
Liticafobia — medo de processos (civil);
Locquiofobia — medo de nascimento (criança);
Logizomecanofobia — medo de computadores;
Logofobia — medo de palavras;
Luefobia — medo de sífilis (lues).

M

Mageirocofobia — medo de cozinhar;
Maieusiofobia — medo da infância;
Malaxofobia — medo de amar (sarmassofobia);
Maniafobia — medo de insanidade;
Mastigofobia — medo de punição;
Mecanofobia — medo de máquinas;
Megalofobia — medo de coisas grandes;
Melanofobia — medo de cor preta;
Melissofobia — medo de abelhas;
Melofobia — medo ou ódio de música;
Meningitofobia — medo de doença nervosa;
Merintofobia — medo de ficar amarrado;
Metalofobia — medo de metal;
Metatesiofobia — medo de mudar;
Meteorofobia — medo de meteoros;
Metifobia — medo de álcool;
Metrofobia — medo ou ódio de poesia;
Micofobia — medo ou aversão por cogumelos;
Microbiofobia — medo de micróbios (bacilofobia);
Microfobia — medo de coisas pequenas;
Mictofobia — medo de escuridão;
Mirmecofobia — medo de formigas;
Misofobia — medo de germes, contaminação ou sujeira;
Mitofobia — medo de mitos, histórias ou declarações falsas;
Mixofobia — medo de qualquer sustância viscosa (blenofobia);
Molismofobia ou molisomofobia — medo de sujeira ou contaminação;
Monofobia — medo de solidão ou ficar só (Autofobia, Isolofobia);
Monopatofobia — medo de doença incurável;
Motefobia — medo de borboleta e mariposa;
Motorfobia — medo de automóveis;
Musofobia ou murofobia — medo de ratos.

N

Narigofobia — medo de narizes;
Nebulafobia — medo de neblina (homiclofobia);
Necrofobia — medo de morte ou coisas mortas;
Nelofobia — medo de vidro;
Neofarmafobia — medo de medicamentos novos;
Neofobia — medo de qualquer coisa nova;
Nefofobia — medo de nevoeiros;
Nictofobia — medo da escuridão ou da noite;
Noctifobia — medo da noite;
Nictohilofobia — medo de florestas escuras ou a noite;
Ninfofobia — medo do sexo;
Nipofobia — medo de japonês ou cultura japonesa;
Nosocomefobia — medo de hospital;
Nosofobia ou nosemafobia — medo de ficar doente;
Nostofobia — medo de voltar para casa;
Novercafobia — medo da madrasta;
Nucleomitufobia — medo de armas nucleares;
Nudofobia — medo de nudez.

O

Obesofobia — medo de ganhar peso (pocrescofobia);
Oclofobia — medo de multidão;
Ocofobia — medo de veículos;
Odinofobia ou odinefobia — medo da dor (algofobia);
Odontofobia — medo de dentista ou cirurgia odontológica;
Oenofobia — medo de vinhos;
Ofidiofobia — medo de cobras;
Oftalmofobia — medo de estar sendo vigiado;
Olfactofobia — medo de cheiros;
Ombrofobia — medo de chuva ou de estar chovendo;
Ometafobia ou omatofobia — medo de olhos;
Oneirofobia — medo de sonhos;
Onomatofobia — medo de ouvir certas palavras ou nomes;
Ostraconofobia — medo de ostras;
Orientalofobia — medo de orientais;
Ornitofobia — medo de passaros;
Octofobia — medo do numero 8.

P

Pantofobia — medo de tudo ou de todas as fobias;
Pedofobia — medo das crianças;
Penterofobia — medo da sogra;
Pirofobia — medo do fogo;
Parasquavedequatriafobia — medo de sexta—feira 13;
Ptesiofobia — medo de viajar de avião.

Q

Quadrofobia — medo de ir ao quadro;
Quemofobia — medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas;
Quenofobia — medo de espaços vazios;
Quifofobia — medo de parar;
Quimofobia — medo de ondas;
Quionofobia — medo de neve;
Quinofobia — medo de raiva (doença);
Quiraptofobia — medo de ser tocada(o);
Quilofobia — medo de esquilos ou qualquer um roedor.

R

Rabdofobia — medo de ser severamente punido;
Radiofobia — medo de radiação, Raio—X;
Ripofobia — medo de defecar;
Ritifobia — medo de ficar enrugado;
Rupofobia — medo de sujeira.

S

Sarmassofobia — medo de seduzir e de participar de jogos de sedução;
Satanofobia — medo de satã (demônio);
Selafobia — medo de flashes (luzes);
Selachofobia — medo de tubarões;
Selenofobia — medo da lua;
Seplofobia — medo de material radiativo;
Sesquipedalofobia — medo de palavras grandes;
Sexoafobia — medo de fazer sexo;
Sexofobia — medo do sexo oposto (heterofobia);
Siderodromofobia — medo de trem ou viagem de trem;
Siderofobia — medo de estrelas;
Sinistrofobia — medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda;
Sinofobia — medo de chinês ou cultura chinesa;
Sitofobia ou Sitiofobia — medo de comida ou comer (cibofobia);
Socerafobia — medo de padrasto ou madrasta;
Sociofobia — medo da sociedade ou de pessoas em geral;
Somnifobia — medo de dormir;
Simmetrofobia — medo de simetria;
Singenesofobia — medo de parentes;
Sifilofobia — medo de sífilis;
Sofofobia — medo de aprender;
Soteriofobia — medo de dependência dos outros;
Surifobia — medo de camundongo (rato);
Simbolofobia — medo de símbolos.

T

Tacofobia ou Tachofobia — medo de velocidade;
Taeniofobia ou Teniofobia — medo de solitária (tênia);
Tafofobia ou tafefobia — medo de ser enterrado vivo;
Talassofobia — medo do mar;
Tanatofobia ou tantofobia — medo da morte ou de morrer;
Tapinofobia medo de ser contagioso;
Taurofobia — medo de touro;
Teatrofobia — medo de teatro;
Tecnofobia — medo de tecnologia;
Telefonofobia — medo de telefone;
Teleofobia — medo de definir planos ou de cerimônias religiosas;
Teofobia — medo de Deus ou de religião;
Teologicofobia — medo de teologia;
Teratofobia — medo de crianças ou pessoas deformadas;
Termofobia — medo de calor;
Testofobia — medo de fazer provas (escolares);
Tetanofobia — medo de tétano;
Tetrafobia — medo do número 4;
Tiranofobia — medo de tiranos;
Tocofobia — medo de gravidez;
Tomofobia — medo de cirurgia;
Tonitrofobia — medo de trovão;
Topofobia — medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor;
Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia — medo de se envenenar;
Traumatofobia — medo de traumas (físicos);
Transfobia — medo de transexuais;
Tripanofobia — medo de injeções;
Triscaidecafobia — medo do número 13;
Tropofobia — medo de mudar ou fazer mudanças.

U

Unatractifobia — medo de pessoas feias;
Uranusfobia — medo do planeta Urano;
Uranofobia — medo do céu;
Urifobia — aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante a fenômenos paranormais;
Urofobia — medo de urina ou do ato de urinar;
Uiofobia — medo dos próprios filhos; medo da prole.

V

Vacinofobia — medo de vacinação;
Verbofobia — medo de palavras;
Verminofobia — medo de vermes;
Virginitifobia — medo de estupro;
Vitricofobia — medo do padrasto.

X

Xantofobia — medo da cor amarela / medo de objetos de cor amarela;
Xenofobia — medo de estrangeiros ou estranhos;
Xerofobia — medo de secura, aridez;
Xilofobia — medo de objetos de madeira ou de floresta.

Z

Zelofobia — medo irracional do ciúme;
Zoofobia — medo de animais.

terça-feira, 5 de junho de 2012

antidepressivos natural

Anti-Depressivos Naturais

  • Alcaçuz (Glycyrrhiza glabra). É uma planta composta por componentes antidepressivos naturais. Pelo menos oito compostos são inibidores de monoamina oxidase, que são compostos capazes de uma potente acção antidepressiva. O uso excessivo (por exemplo mais de 3 chávenas de chá de alcaçus) pode provocar dores de cabeça, letargia, perda excessiva de potássio e pressão arterial elevada, pelo que se aconselha moderação na utilização.
  • Alecrim (Rosmarinus officinalis). O óleo essencial de alecrim é um favorito entre aromoterapistas para o tratamento de depressão. Uma massagem com algumas gotas de óleo de alecrim em óleo vegetal pode fazer maravilhas no tratamento da depressão. Contém um composto chamado cineol, que tem demonstrado estimular o sistema nervoso central. Experimente alecrim cortado em saladas. Outros óleos que aromotrapistas recomendam para o tratamento da depressão incluem o manjericão, camomila, jasmim, lavanda e noz-moscada.
  • Ginkgo (Ginkgo biloba). Estudos cientificos chegaram à conclusão que ginkgo pode ajudar a aliviar depressão, particularmente nos idosos que podem sofrer de redução do fluxo sanguíneo no cérebro. Num estudo realizado por cientistas europeus foram recrutados 40 idosos com sintomas de depressão e com fluxo sanguíneo cerebral reduzido, e que não respondiam satisfatóriamente a antidepressivos farmacêuticos. Foram administradas 80 miligramas de extracto de ginkgo três vezes por dia. O estudo chegou á conclusão que os sintomas de depressão diminuiram significativamente, assim como as faculdades mentais tiveram melhoras consideráveis. Outras ervas com inibidores de monoamina oxidase incluem aipo, coentro, erva-doce e noz-moscada.
  • chá de Sucupira
  • Erva de São João
  • efeitos dos chás durante a gravidez
  • ervas milagrosas
  • Garra do Diabo. contra artrite, artrose e reumatis...
  • ABACATEIRO desperta paixoes
  • Alimentos Ricos Em Vitaminas B. Os neuro-transmissores são substâncias químicas que permitem às células nervosas comunicar e funcionar correctamente, e desempenham um papel na depressão. Nutricionistas sugerem que recebendo o suficiente de certas vitaminas B – ácido fólico e vitaminas B6 e B12 mantêm os níveis dos neuro-transmissores elevados. Boas fontes incluem feijão, espargo, espinafre, brócolos e couve de Bruxelas. No que diz respeito à vitamina B6, os níveis elevados ocorrem na couve-flor, agrião, espinafre, banana, cebola, brócolos, abóbora, couve, rábano, couve de Bruxelas, ervilhas e rabanetes.
  • A pratica De Actividade Física Regular.  Uma das melhores medidas que pode tomar contra qualquer sintoma de depressão é a prática regular de qualquer tipo de exercicio físico. Irá sentir um imediado aumento de auto-estima. Não se esqueça de beber água suficiente (cerca de 1 litro por dia) para facilitar o transporte dos nutrientes pelo organismo, assim como para uma regulaç transpiratória udável e uma eficiente libertação de toxinas do organismo.

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