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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

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doença do beijo

A mononucleose infecciosa, também conhecida como doença do beijo, é uma doença contagiosa, causada por um vírus da família do herpes (leia: HERPES LABIAL E GENITAL) chamado vírus Epstein-Barr (EBV), transmitido através da saliva. A mononucleose é mais comum em adolescentes e adultos jovens e se caracteriza pelos sintomas de febre, dor de garganta e aumento dos linfonodos.

Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre mononucleose infecciosa:

Como se pega mononucleose.
Quanto tempo o paciente permanece contagioso.
Sintomas da mononucleose.
Doenças com sintomas semelhantes à mononucleose.
Diagnóstico da mononucleose.
Tratamento da mononucleose.

Transmissão da mononucleose infecciosa

O vírus Epstein-Barr é transmitido de humano para humano através da saliva. Por este motivo ganhou a alcunha de "doença do beijo". Além do beijo, a mononucleose pode ser transmitida através da tosse, espirro, objetos como copos e talheres ou qualquer outro modo onde haja contato com a saliva de uma pessoa contaminada.

Um indivíduo infectado pelo Epstein-Barr pode manter-se com o vírus na sua orofaringe por até 18 meses após a resolução dos sintomas, podendo contaminar pessoas com quem mantenha algum contato íntimo, principalmente se prolongado. É por isso que a maioria das pessoas que desenvolve mononucleose não se recorda de ter tido contato com alguém doente: A própria pessoa que transmite o vírus também nem sequer imagina que ainda possa transmiti-lo.
Doença do beijo
Doença do beijo

Não é de se estranhar, portanto, que apesar da baixa infectividade, em alguns países mais de 90% da população adulta já tenha tido contato com o vírus da mononucleose.

Você já deve estar pensando: 18 meses! Posso transmitir mononucleose por 18 meses! Isso significa que não posso beijar ninguém por quase dois anos?

Não é bem assim. Vamos explicar.

Na maioria dos casos, as pessoas têm o primeiro contato com o vírus da mononucleose ainda quando criança. Esta infecção passa despercebida porque o vírus da mononucleose não costuma causar doença quando adquirido na infância. Na verdade, menos de 10% das crianças que se contaminam com o Epstein-Barr desenvolvem algum sintoma. Portanto, a imensa maioria da população já teve contato com o vírus da mononucleose e já possui anticorpos, estando imunes ao vírus.

Os casos de mononucleose na adolescência e juventude ocorrem naquela minoria que por acaso não foi contaminada ainda quando criança. Ao contrário do que ocorre nas crianças, nos adolescentes e adultos jovens a mononucleose infecciosa costuma causar os sintomas clássicos, que serão explicados mais à frente neste texto.

Também é importante salientar que apesar do modo de transmissão ser semelhante ao da gripe, o Epstein-Barr é um vírus menos contagioso, o que faz com que seja possível haver contato com pessoas infectadas e não se infectar. A infecção só ocorre após contato prolongado de uma pessoa contaminada com outra que nunca tenha sido exposta ao vírus..

Portanto, quando se soma o fato da maioria da população já ser imune à mononucleose com a natural baixa taxa de contaminação do vírus, o risco de transmissão entre jovens e adultos é muito baixo. Logo, uma vez curado dos sintomas, não há motivos para impedir ninguém de voltar a namorar.

Sintomas da mononucleose

Como acabei de explicar, quando adquirida na infância, a mononucleose costuma passar despercebida. Menos de 10% das crianças infectadas apresentam sintomas. Essa incidência começa a subir com o passar dos anos, atingindo seu ápice entre os 15 e 24 anos. Esta é a faixa etária que mais costuma apresentar infecção sintomática. A mononucleose é rara após os 30 anos, uma vez que virtualmente todos neste grupo já terão sido expostos ao vírus em algum momento da vida.

Nas pessoas que desenvolvem sintomas, o período de incubação, ou seja, desde o contato até o aparecimento da doença, é em média de 4 a 8 semanas.

Os sintomas típicos da mononucleose incluem febre, cansaço, dor de garganta e aumento dos linfonodos do pescoço (ínguas). É um quadro muito semelhante às faringites comuns causadas por outros vírus e bactérias (leia: DOR DE GARGANTA - FARINGITE E AMIGDALITE). Outros sintomas inespecíficos, como dor de cabeça, dores musculares, tosses e náuseas também são comuns. Na mononucleose a fadiga costuma ser intensa e persiste por semanas após a resolução do quadro.

O aumento dos linfonodos na mononucleose infecciosa é um pouco diferente dos linfonodos da faringite comum, acometendo preferencialmente as cadeias posteriores do pescoço e frequentemente se espalhando pelo resto do corpo. Uma dica para o diagnóstico diferencial entre as faringites bacterianas e a mononucleose é que neste último pode haver o aparecimento de uma rash (manchas vermelhas) pelo corpo após o início de antibióticos, principalmente amoxicilina.

Rash da Mononucleose - Lesões de pele
Rash da mononucleose
Uma situação clássica é o paciente procurar o médico por infecção de garganta e receber uma prescrição de amoxicilina para tratamento. O paciente começa a tomar os antibióticos e horas depois surgem manchas vermelhas difusas pelo corpo.

Outro sinal característico da mononucleose é o aumento do baço, chamado de esplenomegalia. Quando este ocorre, é necessário manter repouso, devido ao risco de ruptura do mesmo. A ruptura esplênica (ruptura do baço) é rara, mas quando acontece leva a risco de morte devido ao intenso sangramento que se sucede. O baço aumenta tanto de tamanho que pode ser palpável abaixo das costelas à esquerda do abdômen..

O acometimento do fígado não é incomum, podendo levar a um quadro de hepatite com icterícia em até 20% dos casos. (leia: AS DIFERENÇAS ENTRE AS HEPATITES e ICTERÍCIA NO ADULTO E ICTERÍCIA NEONATAL). Outras complicações descritas, porém, menos comuns, são a síndrome de Guillain-Barré (leia: O QUE É A SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ ?) e a paralisia facial (leia: PARALISIA FACIAL | PARALISIA DE BELL | Causas e Tratamento).

A mononucleose não costuma causar maores problemas quando adquirida durante a gravidez. Não há evidências de aumento do risco de má-formação, aborto ou parto prematuro.

Síndrome de mononucleose x doença mononucleose

Um fato que causa confusão, inclusive entre médicos, é a diferença entre a doença mononucleose infecciosa e a síndrome de mononucleose. O primeiro é causado pelo Epstein-barr vírus e é o alvo de discussão deste artigo. Já a síndrome de mononucleose engloba todas doenças que podem cursar com dor de garganta, aumento de linfonodos, febre e aumento do baço. Entre elas destacam-se o HIV, citomegalovírus, linfomas e toxoplasmose. Portanto, ter mononucleose infecciosa é diferente de ter uma síndrome de mononucleose.

Diagnóstico da mononucleose infecciosa

O diagnóstico da mononucleose é feito através do quadro clínico e é confirmado por análises de sangue.

No hemograma da mononucleose um achado típico é o aumento do número de leucócitos (leucocitose), causado pela maior produção de linfócitos (linfocitose), ou seja, o paciente apresenta leucocitose e linfocitose (leia: HEMOGRAMA - Entenda os seus resultados).

Quando o fígado é acometido, pode haver elevação das enzimas hepáticas, chamadas de TGO e TGP (leia: O QUE SIGNIFICAM AST (TGO), ALT (TGP) E GAMA GT?).

O diagnóstico definitivo, porém, é feito através da sorologia, com a pesquisa de anticorpos. O mais comum e simples é um exame chamado monoteste.

Tratamento da mononucleose

O tratamento baseia-se em sintomáticos e repouso. Não há droga específica para o vírus e o quadro costuma se resolver espontaneamente em duas semanas.

Devido ao risco de ruptura do baço, recomenda-se evitar exercícios por pelo menos quatro semanas.

Durante muitos anos se associou a mononucleose com a síndrome da fadiga crônica (leia: SÍNDROME DA FADIGA CRÔNICA). Porém, hoje sabe-se que a fadiga da mononucleose é diferente. O cansaço prolongado que pode ocorrer normalmente não vem associado com os outros sintomas da síndrome e normalmente ocorre por reativações mais fracas do vírus.

Leia o texto original no site MD.Saúde: MONONUCLEOSE INFECCIOSA | DOENÇA DO BEIJO http://www.mdsaude.com/2009/03/mononucleose-doenca-do-beijo.html#ixzz23Tuz1ETh

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Menopausa

Saúde da mulher

Menopausa
 É por volta do quarenta anos de idade que muitas mulheres começam a sentir os efeitos da menopausa ou climatério, como é chamado o período em que há diminuição da produção dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários.
Os sintomas mais frequentes são ondas de calor (chamadas de fogachos); secura vaginal, que traz desconforto durante as relações sexuais; e alterações de humor, como ansiedade, fadiga, irritabilidade e insônia.
A queda na produção do hormônio estrógeno aumenta ainda risco de doenças cardiovasculares, uma vez que ele atua na proteção do coração e dos vasos sanguíneos, evitando a formação de placas que obstruem os vasos, e ainda mantém os níveis do bom colesterol, chamado de HDL. O declínio do estrógeno também está ligado à osteoporose, que é a perda acentuada de massa óssea.
A diminuição do hormônio progesterona, por sua vez, interfere nas secreções liberadas pelo endométrio (parede do útero), na libido, na queda do tônus muscular e resulta numa menor proteção contra o câncer de mama e contra a depressão.
Radílson Carlos Gomes / Ministério da Saúde Exame de acompanhamento no Hospital de São Paulo (SP):   queda na produção do hormônio estrógeno aumenta risco de doenças cardiovasculares Ampliar
  • Exame de acompanhamento no Hospital de São Paulo (SP): queda na produção do hormônio estrógeno aumenta risco de doenças cardiovasculares
A intensidade desses sintomas varia para cada mulher. Para minimizar o desconforto da menopausa, existe a terapia de reposição hormonal, que normalmente combina os dois hormônios, estrógeno e progesterona. Nas Unidades Básicas de Saúde e também nos Núcleos de Saúde da Família (NASF) são oferecidos os tratamentos de terapia de reposição hormonal, inclusive com medicamentos fitoterápicos, que são obtidos a partir de plantas, como é o caso da soja.
Segundo o doutor na disciplina endocrinologia ginecológica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), José Mário Soares Jr., a reposição hormonal deve ser feita dez anos após a última menstruação ou a partir dos 60 anos.
A prescrição da terapia hormonal para mulheres obesas, sedentárias e fumantes costuma ser restrita, dependendo do estágio destas deficiências no organismo.  O mesmo aplica-se para diabéticas que têm mais predisposição para infarto, e para hipertensas cuja pressão arterial não é normalizada mesmo com o uso de medicamentos.
As que já tiveram câncer de mama ou de útero, bem como as portadoras de porfíria (doença que obstrui as articulações) não podem fazer uso do tratamento. Alguns estudos apontam que a terapia hormonal aumenta a incidência de câncer de mama em 1,25%.
“A terapia hormonal é hoje individualizada e identifica qual é a necessidade hormonal da paciente, quais são os fatores de risco e os antecedentes familiares de cada mulher”, explica Soares Jr.. “Mas é necessário que a paciente faça o acompanhamento com seu médico periodicamente.”
Estudos apontam que a combinação de exercícios físicos, como a caminhada, potencializam os benefícios da terapia de reposição hormonal. Para o professor da Unifesp, soma-se às atividades físicas, a dieta balanceada e a exposição solar adequada – até as 10h ou após as 16h.


Fontes:

Planejamento familiar

Saúde da mulher

Planejamento familiar
Assegurado pela Constituição Federal e também pela Lei n° 9.263, de 1996, o planejamento familiar é um conjunto de ações que auxiliam as pessoas que pretendem ter filhos e também quem prefere adiar o crescimento da família.
“Além de prevenir a gravidez não planejada, as gestações de alto risco e a promoção de maior intervalo entre os partos, o planejamento familiar proporciona maior qualidade de vida ao casal, que tem somente o número de filhos que planejou”, ressalta Patrícia Albuquerque, enfermeira obstetra do setor de planejamento familiar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Benjamin Earwicker/sxc Controlar a fertilidade é o primeiro passo para planejar o momento mais adequado para ter filhos Ampliar
  • Controlar a fertilidade é o primeiro passo para planejar o momento mais adequado para ter filhos
Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), os programas de planejamento familiar foram responsáveis pela diminuição de um terço da fecundidade mundial, entre os anos de 1972 e 1994.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que 120 milhões de mulheres no mundo desejam evitar a gravidez. Apesar disso, nem elas nem seus parceiros usam métodos contraceptivos.
No Brasil, a Política Nacional de Planejamento Familiar foi criada em 2007.  Ela inclui oferta de oito métodos contraceptivos gratuitos e também a venda de anticoncepcionais a preços reduzidos na rede Farmácia Popular.
Toda mulher em idade fértil (de 10 a 49 anos de idade) tem acesso aos anticoncepcionais nas Unidades Básicas de Saúde, mas em muitos casos precisa comparecer a uma consulta prévia com profissionais de saúde. A escolha da metodologia mais adequada deverá ser feita pela paciente, após entender os prós e contras de cada um dos métodos.
Em 2008, o Ministério da Saúde alcançou a marca histórica de distribuir esses dispositivos em todos os municípios do território nacional. No ano seguinte, a política foi ampliada e houve maior acesso a vasectomias e laqueaduras, métodos definitivos de contracepção, bem como a preservativos e outros tipos de anticoncepcionais.
Controlar a fertilidade é o primeiro passo para planejar o momento mais adequado para ter filhos. A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS), feita em 2006, financiada pelo Ministério da Saúde, revelou que 46% das gravidezes não são planejadas.
A PNDS mostrou também que 80% das mulheres usam de algum método para evitar a gravidez. A pílula anticoncepcional e o Dispositivo Intrauterino (DIU) são os mais usados pelas brasileiras.
Graças à política de distribuição de meios anticonceptivos, houve diminuição no número de gravidezes indesejadas. Esse fator pode ter contribuído com a queda nos índices de abortos inseguros e, consequentemente, na mortalidade materna, indica estudo do Ministério da Saúde.
A ampliação do acesso aos métodos contraceptivos na rede pública e nas drogarias conveniadas do programa “Aqui Tem Farmácia Popular” trouxe outro resultado positivo: a incidência de gravidez na adolescência (de 10 a 19 anos de idade) diminuiu 20% entre 2003 e 2009.
As ações educativas do Programa Saúde na Escola (PSE), criado em 2008, também apoiou a redução no número de adolescentes grávidas. Entre outras atividades, o programa distribuiu preservativos para cerca de dez mil instituições de ensino, beneficiando 8,4 milhões de alunos de 608 municípios.

Infertilidade
Estima-se que, no Brasil, mais de 278 mil casais em idade fértil tenham dificuldade para conceber um filho. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e sociedades científicas, entre 8% e 15% dos casais têm algum problema de infertilidade. Esta deficiência é definida como a incapacidade de um casal alcançar a concepção após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de contracepção.
A Política Nacional de Atenção Integral em Reprodução Humana Assistida prevê o apoio do Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento da infertilidade.
Esse serviço normalmente é oferecido em hospitais universitários e também em hospitais conveniados ao SUS. O Ministério da Saúde coordena as políticas de assistência à população e define suas diretrizes, mas são as secretarias estaduais e municipais os órgãos responsáveis por sua execução.
Entre as instituições que oferecem o tratamento da infertilidade, estão:
1- Centro de Reprodução Assistida do Hospital Regional da Asa Sul (HRAS), antigo HMIB, em Brasília, vinculado à Secretaria de Saúde do Distrito Federal;
2- Centro de Referência em Saúde da Mulher, antigo Hospital Pérola Byington, em São Paulo, vinculado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo;
3- Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIPE), em Recife, uma instituição filantrópica de caráter público;
4- Hospital Universitário de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP);
5- Hospital Universitário da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Para saber mais acesse a importância de se planejar

Métodos anticoncepcionais

Métodos anticoncepcionais
Seja para evitar uma gravidez não programada ou para se prevenir de doenças sexualmente transmissíveis, os métodos anticonceptivos devem fazer parte da vida dos brasileiros. Por este motivo, o Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente à população oito tipos de métodos contraceptivos. São eles: preservativos feminino e masculinos (camisinha), pílula oral, minipílula, injetável mensal, injetável trimestral, dispositivo intrauterino (DIU), pílula anticoncepcional de emergência (mais conhecida como pílula do dia seguinte), diafragma e anéis medidores.
Matthew Bowden/sxc Ministério da Saúde disponibiliza oito tipos de métodos contraceptivos, entre eles, a pílula anticoncepcional Ampliar
  • Ministério da Saúde disponibiliza oito tipos de métodos contraceptivos, entre eles, a pílula anticoncepcional
É possível retirar gratuitamente nos postos de saúde o método anticoncepcional mais adequado às suas necessidades. Por meio do programa Farmácia Popular, o governo também oferece estes medicamentos a baixo custo (o desconto chega a 90%, valor esse que é subsidiado pelo governo federal) – com exceção da pílula de emergência, do DIU e do diafragma.
Mas, antes de retirar o contraceptivo, marque uma consulta com um ginecologista. Este profissional poderá ajudar a indicar o método mais adequado ao seu estilo de vida e também com base no seu histórico e atual estado de saúde.
Importante reforçar que o uso de todos os métodos anticonceptivos deve ser combinado com o de camisinha (masculina ou feminina). Desta forma, mulheres e homens evitam contrair doenças sexualmente transmissíveis.
Confira as características de cada método anticoncepcional:

Pílula oral
Com percentual de 99,8% de eficácia, elas são feitas com hormônios parecidos com os que são produzidos pelo próprio corpo: o estrogênio e a progesterona. Age impedindo a ovulação e dificultando a passagem dos espermatozóides para o interior do útero. Devem ser tomadas diariamente, de preferência no mesmo horário.

Anticoncepcional injetável mensal
Com aplicação mensal, normalmente nas nádegas, o anticoncepcional injetável é semelhante à pílula. É prático, pois não exige que seja administrado diariamente e possui menos efeito colaterais no estômago do que o comprimido. Por ser uma solução oleosa, é liberada a mesma quantidade de hormônios da pílula diária e a menstruação ocorre normalmente.

Dispositivo intrauterino (DIU)
Trata-se de uma estrutura de metal que tem ação espermicida intrauterina, ou seja, que impede que o espermatozóide chegue ao óvulo. Pode ficar até cinco anos dentro do corpo da mulher. É necessário que um médico insira o dispositivo no útero.
Sua eficácia contra a gravidez é de 99,6% e, os efeitos colaterais podem ser o aumento do sangramento menstrual, da duração da menstruação e da incidências de cólicas. Não é recomendado para mulheres com anemia severa justamente porque aumenta o fluxo menstrual, e, assim, poderia agravar a doença.

Diafragma
Com uma estrutura em látex, o diafragma é um método de barreira móvel, ou seja, que pode ser colocado e retirado da vagina. Para ser eficiente, deve ser colocado duas horas antes da relação sexual e retirado entre quatro e seis horas após o sexo. É combinado com gel espermicida. Após o uso, deve ser lavado com água e sabão. Sua durabilidade é de cerca de dois anos.

Anéis medidores
O anel vaginal é um método hormonal que traz uma formulação semelhante à da pílula anticoncepcional (etonogestrel e etinilestradiol), mas dispensa o uso do gel espermicida. Deve ser introduzido pela vagina e acomodado no colo do útero no quinto dia de menstruação, permanecendo ali por três semanas. Não traz desconforto e normalmente não é sentido durante as relações sexuais.

Preservativos feminino e masculino
São os métodos mais seguros, já que além de evitar a gravidez, também protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids.
De fácil manipulação, a capa fina de borracha da camisinha masculina cobre o pênis durante a relação sexual e impede o contato do sêmen com a vagina, o ânus ou a boca. O esperma fica retido e os espermatozóides não entram no corpo da mulher. Deve ser descartada após o uso. Nunca use mais de uma camisinha e verifique se ela não está furada antes de usar.
Já a camisinha feminina pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual  e também é um método de barreira que não deixa com que o espermatozóide entre no corpo feminino.
Feita com um plástico mais fino e mais lubrificado que a camisinha masculina, o anel interno deve ser inserido na vagina, enquanto que o externo deve ficar para fora do corpo, cobrindo a parte externa da vagina. Não é recomendado o uso combinado de camisinha feminina e masculina simultaneamente.
A camisinha feminina pode ser retirada imediatamente após a saída do pênis, de preferência antes da mulher se levantar para evitar que o esperma escorra. É necessário segurar as bordas do anel externo, dar uma leve torcida na camisinha e puxá-la delicadamente para fora.

Pílula anticoncepcional de emergência (pílula do dia seguinte)
Esse medicamento só deve ser usado em caso de emergência, como, por exemplo, quando a camisinha estourou ou não houve uso de preservativo na relação sexual. Jamais deve ser adotado como método usual de proteção.
De acordo com Rodolfo Strufaldi, membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp) e professor assistente de ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC, o uso frequente da pílula de emergência pode causar alterações no ciclo menstrual. É preciso de receita médica para retirar esse medicamento.
As duas pílulas que compõem uma dose devem ser ingeridas com intervalo de 12 horas. Elas concentram alta dose hormonal (o equivalente a oito pílulas anticoncepcionais de uso prolongado), que vai retardar a ovulação e, assim, dificultar a gestação. A ocorrência de sangramento, ou a ausência do mesmo, está ligada ao período do ciclo menstrual da mulher.

Minipílula e injeção trimestral
Para mulheres em amamentação, o Ministério da Saúde oferece dois métodos contraceptivos, que podem ser introduzidos seis semanas após o parto: a minipílula, administrada via oral, e a injeção trimestral.
A combinação entre a prolactina (hormônio que estimula a produção do leite materno), com a progesterona (hormônio que prepara organismo para a fecundação) cria a barreira que impede uma nova gravidez durante a amamentação.
Para as mulheres que tiveram filhos, mas que por algum motivo não podem amamentar, a recomendação é que cerca de 40 dias após o parto seja introduzida a pílula anticoncepcional comum.

Métodos definitivos
Segundo a Lei do Planejamento Familiar, pessoas com mais de 25 anos e pelo menos dois filhos vivos, ou naqueles casos em que há risco de vida para a mulher ou para o futuro bebê, podem usar os métodos contraceptivos definitivos, como a ligadura das trompas de falópio para as mulheres, ou a vasectomia nos homens.
Os dois procedimentos impedem que os espermatozóides atinjam o óvulo. É necessário aguardar 60 dias entre a manifestação da vontade de fazer a cirurgia e sua execução. Por serem métodos de difícil reversão são chamados de definitivos.
Veja também a importância de se planejar

Saúde da mulher HIV e DST

Saúde da mulher

HIV e DST
O Departamento de DST, Aids e Hepatites virais do Ministério da Saúde é a principal ponte entre o tratamento público e os brasileiros que sofrem com estas doenças. Criado em 1986, o órgão é hoje referência internacional no tratamento de males como a Aids e outras DSTs e tem o compromisso de reduzir o contágio e melhorar a vida das pessoas infectadas. 

A OMS também lista as doenças sexualmente transmissíveis de maior recorrência no Brasil. A organização afirma que a população sexualmente ativa do País apresenta 937.000 casos de sífilis, 1.541.800 casos de gonorreia, 1.967.200 casos de clamídia, 640.900 casos de herpes genital e 685.400 casos de HPV.  Já o número de soropositivos registrados pelo Ministério da Saúde chegou a 592.914 desde a década de 1980 até 2010.

DST nas mulheres

Os sintomas de DST nas mulheres podem ser confundidos com reações orgânicas comuns do organismo e, por isso, a atenção deve ser redobrada. A diretora do Instituto Kaplan (centro de estudos de sexualidade humana), Maria Helena Vilela, alerta que DSTs como a sífilis são perigosas em mulheres, já que os sintomas só são sentidos quando a doença atinge estágio avançado.

“As feridas causadas pela sífilis não apresentam nenhuma dor, coceira ou secreção e se esta ferida aparecer na parede vaginal interna, a mulher não vai sentir e nem ver nada, o que é extremamente perigoso. Se nenhum exame for feito, a doença vai se desenvolver e pode causar de danos cerebrais até morte”, diz. Ainda segundo Vilela, além da proteção durante as relações sexuais, as mulheres devem fazer consultas periódicas ao médico.

DSTs de maior incidência no Brasil

Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é causada pelo vírus HIV) – Pode ou não (fase assintomática) se manifestar no organismo do portador.  A doença, quando desenvolvida, ataca o sistema imunológico, comprometendo seu funcionamento e deixando-o vulnerável a outros males. A relação sexual sem camisinha com alguém infectado, o compartilhamento de seringas e a reutilização de objetos perfurocortantes contaminados pelo HIV são as principais formas de contágio.

O tratamento deve ser iniciado imediatamente após a descoberta,  com medicamentos antirretrovirais. Mulheres grávidas contaminadas com o HIV têm 20% de chance de transmissão para o bebê quando não há tratamento, mas este número cai para menos de 1% caso a mãe siga as medidas preventivas e recomendações médicas.

Sífilis – A doença infecciosa pode ser transmitida durante a relação sexual sem camisinha com alguém infectado, transfusão de sangue contaminado ou da mãe infectada para o bebê. Os possíveis sintomas são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas. Mesmo sem tratamento, essas feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz, mas a doença continua a se desenvolver. O aparecimento de manchas pelo corpo e queda de cabelos também são sintomas desta doença que, sem tratamento adequado, pode levar à cegueira, paralisia, danos ao cérebro e inclusive à morte.

Clamídia e Gonorreia – Duas das mais comuns DSTs existentes no Brasil, essas doenças são infecções causadas por bactérias. Ambas são transmitidas por meio de relações sexuais sem camisinha. Atacam os órgãos genitais femininos e masculinos e, quando não tratadas, podem causar infertilidade e dor durante as relações sexuais, entre outros danos. A gonorreia pode infectar o colo do útero, o reto (canal anal), o pênis, a garganta e os olhos. A clamídia é comum entre jovens adultos e adolescentes e causa problemas como corrimento e ardor ao urinar.


Doenças cardiovasculares

Doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são responsáveis por 29,4% de todas as mortes registradas no País em um ano. Isso significa que mais de 308 mil pessoas faleceram principalmente de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Estudos do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (São Paulo) mostram que 60% dessas vítimas são homens, com média de idade de 56 anos. A alta freqüência do problema coloca o Brasil entre os 10 países com maior índice de mortes por doenças cardiovasculares.
As doenças cardiovasculares são aquelas que afetam o coração e as artérias, como os já citados infarto e acidente vascular cerebral, e também arritmias cardíacas, isquemias ou anginas. A principal característica das doenças cardiovasculares é a presença da aterosclerose, acúmulo de placas de gorduras nas artérias ao longo dos anos que impede a passagem do sangue.
Para funcionar, o corpo humano precisa de oxigênio. O sangue sai do coração com oxigênio e atinge todos os órgãos por meio das artérias; depois, volta ao coração para se reabastecer de oxigênio. Quando as artérias fecham (aterosclerose), ocorre um infarto na região que não recebeu o oxigênio. Basta não receber oxigênio, para região entrar em colapso.
As causas da aterosclerose podem ser de origem genética, mas o principal motivo para o acúmulo é comportamental. Obesidade, sedentarismo, tabagismo, hipertensão, colesterol alto e consumo excessivo de álcool são as principais razões para a ocorrência de entupimentos das artérias. Esses comportamentos foram apontados pelo estudo Afirmar (Fatores de Risco Associados com o Infarto do Miocárdio no Brasil), o maior já realizado no País, realizado pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Foram entrevistados 3.550 pacientes de 51 cidades brasileiras entre 1997 e 2000.
Radílson Carlos Gomes / Ministério da Saúde Teste de condicionamento físico no Hospital São Paulo: 60% das vítimas de doenças cardiovasculares são homens, com média de 56 anos Ampliar
  • Teste de condicionamento físico no Hospital São Paulo: 60% das vítimas de doenças cardiovasculares são homens, com média de 56 anos
Segundo o estudo, o homem fumante tem cinco vezes mais chance de ter um infarto que o não-fumante. Os riscos provocados pelo comportamento superam inclusive histórico familiar de doença cardiovascular. Estudo recente do Hospital do Coração (HCor), de São Paulo, apontou que também jovens entre 20 e 40 anos estão tendo mais problemas cardiovasculares, como infartos. Segundo Ricardo Pavanello, supervisor de cardiologia do HCor e autor do estudo, os casos nesta faixa etária já representam, em média, 12% do total. Há dez anos, esse número não passava de 6%. As razões, segundo o médico, são estresse associado ao fumo e a outros fatores de risco, como peso acima do ideal.
Para evitar sustos, a melhor conduta é a prevenção. Consultas regulares ao médico são essenciais para medir pressão arterial, controle de peso, orientação nutricional, além de avaliação física. “Homens sem histórico familiar de doenças cardiovasculares podem visitar o médico a cada cinco anos até completar 40 anos e uma vez por ano a partir dessa idade”, orienta José Carlos Nicolau, diretor da Unidade Coronariopatia Aguda do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Incor). Já para quem tem histórico familiar, a frequência deve de ao menos uma consulta por ano.
A visita regular é necessária inclusive para serem identificados os fatores de risco. Talvez o paciente ainda esteja na fase pré-clínica do problema e seja possível evitar o pior. Nesta fase 1 a pessoa demonstra poucos sintomas, explica o cardiologista Dikran Arnaganijan, diretor da Promoção de Saúde Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Na fase 2, a doença já se instalou, e os sintomas começam a aparecer – dor no peito, falta de ar, palpitações, insuficiência cardíacas, isquemias, dores de cabeça. Na fase 3, ocorrem as dores agudas, sinal de complicações cardiovasculares severas.
Infelizmente, a prevenção masculina começa apenas quando o homem está na fase 2, ou, até mesmo na 3. São comuns relatos de pacientes que sentiram cansaço repentino, uma dor de cabeça extremamente forte ou ainda uma falta de ar intensa e só no hospital, depois de exames, descobriram que tinham alguma doença cardiovascular.
O comportamento preventivo ajuda, porém não afasta as chances de o problema aparecer. Um em cada dois homens pode ter alguma doença cardiovascular depois dos 60 anos. “Por isso que manter uma dieta saudável, fazer exercícios físicos regulares e deixar de fumo são importantes. Mas, às vezes, ainda é insuficiente e o médico precisa indicar o uso de medicamentos para, por exemplo, manter o colesterol em bons níveis”, diz Nicolau, do Incor
Fontes:
Ministério da Saúde
Hospital do Coração

Diabetes

Diabetes
O diabetes é uma epidemia que já afeta mais de 200 milhões de pessoas no mundo. Até 2025, a previsão é de que esse número chegue a 380 milhões. A doença apresenta altos índices de novos casos e mortalidade, além de ter significante custo social e financeiro para a sociedade e os sistemas de saúde.
Shutterstock Pessoas com histórico de diabetes na família devem fazer exames regularmente Ampliar
  • Pessoas com histórico de diabetes na família devem fazer exames regularmente
O diabetes mellitus é uma doença de causa múltipla, que ocorre quando o organismo deixa de produzir insulina ou quando a substância deixa de atuar de forma eficaz. Como consequência, há o aumento da taxa de glicose no sangue (hiperglicemia). A insulina, produzida pelo pâncreas, é essencial para que o corpo funcione bem e utilize a glicose (açúcar) como principal fonte de energia. Manter uma alimentação saudável, peso em níveis normais e praticar atividade física regularmente são hábitos que ajudam a prevenir a doença.

Tipos mais frequentes de diabetes

Tipo1 - diabetes mellitus insulinodependente
Geralmente ocorre em crianças, jovens e adultos jovens, que utilizam insulina injetável para o seu controle.
Tipo 2 - diabetes mellitus não insulinodependente
É o tipo mais frequente de diabetes, aparece geralmente após os 40 anos de idade.
Diabetes gestacional -  Surge na gravidez, sobretudo em mulheres que têm mais de 30 anos;
• que parentes próximos com diabetes;
• que já tiveram filhos pesando mais de 4 Kg ao nascer;
• que já tiveram abortos ou filhos natimortos;
• que são obesas ou aumentaram muito de peso durante a gestação.

Principais sintomas

Diabetes tipo 1 e tipo 2 descontrolado: fome excessiva
Diabetes tipo 1 e tipo 2 descontrolado: perda de peso
Diabetes tipo 2: ganho de peso, grande volume de urina, urina doce, desânimo, fraqueza, cansaço físico
Estes sintomas são os mais frequentes e não aparecem isolados. No diabetes tipo 1, surgem de maneira rápida e, no diabetes tipo 2, eles podem estar ausentes ou aparecem de forma lenta e gradual junto a outros sintomas, como:
• sede excessiva
• lesões de difícil cicatrização (principalmente nas pernas ou nos pés)
• infecções frequentes (pele, urina e dos órgãos genitais)
• alterações visuais

Fatores de risco

O diabetes pode comprometer a saúde sem que surjam sintomas. Pessoas com histórico familiar ou propensas a desenvolver a doença devem ficar atentas e fazer exames regularmente. São fatores de risco:
• Ter parentes (pais, irmãos, tios etc.) com diabetes;
• Excesso de peso (especialmente do tipo abdominal);
• Vida sedentária (não faz atividade física);
• Ter mais de 40 anos e fazer tratamento para pressão alta, ter colesterol e triglicerídeos elevados, usar medicamentos diabetogênicos (corticóides, anticoncepcionais etc.), ter dado à luz filhos com mais de 4 kg ou sofrido abortos e/ou natimortos.

Câncer de próstata

Câncer de próstata
O câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. As taxas da manifestação da doença são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos, quando comparados aos países em desenvolvimento.
Cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, tem os riscos de mortalidade reduzidos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer e corresponde a 6% do total de óbitos por este grupo.
Segundo estimativa da pesquisa Incidência de Câncer no Brasil em 2010/11, realizada pelo Instituto Nacional do Câncer, a população masculina do Rio Grande do Sul deve ser a que apresentará mais casos de câncer de próstata até o final do ano – 80 para cada 100 mil homens.
Prevenção e tratamento
A próstata é uma glândula masculina localizada na parte baixa do abdômen. Tem a forma de maçã e situa-se logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada.
Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco do câncer. Especialistas recomendam pelo menos 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.
Homens a partir dos 50 anos devem procurar um posto de saúde para realizar exames de rotina. Os sintomas mais comuns do tumor são a dificuldade de urinar, frequência urinária alterada ou diminuição da força do jato da urina, dentre outros. Quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará os exames necessários.
O toque retal é o teste mais utilizado, apesar de suas limitações: somente a porção posterior e lateral da próstata pode ser palpada. É recomendável fazer o exame PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), que pode identificar o aumento de uma proteína produzida pela próstata, o que seria um indício da doença.
Para um diagnóstico preciso, é necessário analisar parte do tecido da glândula, obtida pela biópsia da próstata.
Caso a doença seja comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia ou até tratamento hormonal. Para doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento escolhido é a terapia hormonal. A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.
Rede pública
A Política Nacional de Atenção Oncológica garante o atendimento integral a todos aqueles diagnosticados com câncer, por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon).
Todos os estados brasileiros têm pelo menos um hospital habilitado em oncologia, onde o paciente de câncer encontrará desde um exame até cirurgias mais complexas.
Mas para ser atendido nessas unidades e centros é necessário ter um diagnóstico já confirmado de câncer por laudo de biópsia ou punção.
Fontes:
Fundação do Câncer
Instituto Nacional do Câncer (Inca)
Tratamento no SUS
Recomendações contra o Câncer de Próstata – Publicação organizada pela “Oficina de Trabalho para o Consenso sobre o Programa Nacional de Controle do Câncer da Próstata”, com a participação de representantes do Instituto Nacional de Câncer/MS, da Sociedade Brasileira de Urologia, Sociedade Brasileira de Radioterapia, Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins, Departamento de Ciência e Tecnologia em Saúde da Secretaria de Políticas de Saúde/MS e da Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ, realizada em 2002.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Calculadora de calorias

Calculadora de calorias

Quer saber quantas calorias tem a sua refeição? Use a calculadora!

  Para emagrecer, você deve consumir menos calorias do que gasta durante as atividades diárias: desde falar, andar, dormir ou até mesmo suando a camisa na academia. Portanto, fique de olho no seu cardápio usando a nossa calculadora.

Como usar a calculadora

1. Escolha a categoria que o alimento se encaixa. Por exemplo: frutas.

2. Vamos apresentar uma lista de alimentos dessa categoria. Daí, é só clicar em cima do alimento que está procurando.

3. Se quiser somar a caloria de vários alimentos, volte e clique na categoria e no alimento. A calculadora faz a soma.

clique aqui

 

terça-feira, 19 de junho de 2012

NUTRICIONISTA ONLINE GRÁTIS



Alguns nutricionistas estão usando a internet como uma ferramenta a seu favor, isso porque muitos deles estão montando blogs ou sites para que as pessoas possam esclarecer dúvidas banais e entender um pouco melhor sobre os alimentos e sobre alimentação saudável.
Em alguns desses sites e blogs é possível enviar dúvidas e perguntas para que o especialista as esclareça. O que vale lembrar é que os sites são apenas uma maneira de apoiar e informar, não há como fazer uma consulta propriamente dita, para quem precisa ser avaliado por um nutricionista e deseja um diagnóstico e um regime apropriado, o ideal é marcar uma consulta no consultório do especialista de sua escolha.

Mas enquanto sua consulta não chega, você pode conferir informações interessantes a repseito de alimentos e dietas nos sites como os relacionados abaixo:
-www.suanutricionistaonline.com/
- www.comerbemfazbem.com.br/p/sistema-de-atendimento-nutricional.html
- www.3fitness.com/2nutricao/nutricionista.htm

A esclerose múltipla

É um distúrbio do sistema nervoso central, sobretudo do cerebelo, e se caracteriza pela dificuldade dos movimentos musculares. Pode causar a paralisia total.
Causas:
- vírus e bactérias que atingem o sistema nervoso central;
- tumor no cerebelo ou coluna (geralmente câncer);
- vermes que atingem a coluna ou cerebelo, isto o auto tem constatado nos exames bioenergéticos que realiza, por exemplo a fascíola hepática;
- alimentação deficiente em gorduras não-saturadas e alimentação morta, desvitalizada, requentada;
- envenenamento por chumbo.
Tratamento:
Dependendo do estágio da doença e dos estragos musculares causados, pode-se ter bons resultados com o seguinte:
Aplicar argila com o chá de cipó-mil-homens no cerebelo (atrás da cabeça) por 30 dias, deixando por 3 horas ou a noite inteira.
Linda Clark em seu livro: “Os remédios naturais que curam as doenças” dá o seguinte depoimento: “Milhares de pacientes de esclerose múltipla que se submeteram à dieta do Dr. Joseph Evers, da Alemanha Ocidental, recuperaram-se e um mês e voltaram para casa prontos para viver uma vida normal”.
Um sacerdote americano que não podia andar quando começou o tratamento de Evers em sua própria casa, recuperou-se de tal forma, que passou a fazer caminhadas de 14km por dia.
Eis aqui a dieta do Dr. Evers, que não contém qualquer alimento desnaturado:
1) Leite cru, laticínios, contanto que você não seja alérgico a eles; se o leite de vaca lhe faz mal, pode tomar o leite de cabra. Use manteiga, queijo e leite fermentados.
2) Cereais germinados como centeio e trigo.
3) Qualquer fruta preferencialmente fresca e crua.
4) Mel puro e natural.
5) Nozes e outros alimentos que contenham óleo.
6) Legumes bulbosos (que formam raízes), organicamente cultivados.
7) Um ovo cru por dia (de galinha caipira), pode ser batido com leite e mel, como gemada.
Alimentos proibidos:
1) Quaisquer alimentos fritos ou cozidos, com exceção do pão de cereal integral, de massa azeda.
2) Café, chocolate, álcool, mostarda, sal, açúcar ou adoçante.
Outros procedimentos:
- fazer jejum de desintoxicação por 2 a 3 dias, depois comer só alimentos crus, nenhum açúcar e muita vitamina B;
- aplicar argila também no baço com cipó-mil-homens por 15 dias.
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 201-203. Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

maçã

maçã é uma das frutas mais consumidas no mundo. Devido a sua facilidade de cultivo e não possuindo sazonalidade, ou seja, sendo colhida durante todo o ano, pode ser usada de forma ampla na culinária. Conheça as propriedades nutricionais da maçã. A composição nutricional da maçã merece destaque, principalmente pelo seu alto valor de vitaminas do complexo B, vitamina C e E, além do mineral potássio. Além disso, sua composição de fibras, principalmente da pectina, fornece aproximadamente 10% das necessidades diárias de fibras. O consumo regular da pectina, tem se mostrado eficaz no controle da glicemia, auxiliando os portadores de diabetes a manter a boa saúde. O consumo aproximado de 2 maçãs pequenas ao dia, fornece a dose de pectina necessária. A pectina auxilia também na redução do mau colesterol, pois forma uma barreira de fibra na parede intestinal impedindo a absorção do colesterol e de outras gorduras.
Há quem diga que a maçã costuma “abrir” o apetite, mas na realidade o que os estudos demonstram é um efeito importante na saciedade. As fibras presentes na casca são do tipo insolúvel, ou seja, não são digeridas e desta forma ficam presentes por mais tempo no estômago, induzindo a sensação de saciedade.
As maças exercem uma função benéfica e protetora para toda a mucosa do trato digestório, pois além das fibras possui agentes cicatrizantes, portanto indicada para os que sofrem de problemas como azia, gastrite e úlceras, além de auxiliar no funcionamento intestinal.
As vitaminas do complexo B colaboram com a saúde do sistema nervoso, no crescimento infantil, na saúde da pele. É uma excelente fonte de nutrientes para o cérebro, pois é rica em vitamina C e ácido fosfórico. É ainda uma poderosa arma desintoxicante e antioxidante, pois é fonte de ácido málico, essencial para o processo de detoxificação hepática e para a neutralização dos radicais livres.
Os Taninos e os Flavonóides, fitonutrientes presentes na maçã, possuem ação antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce, adstringente e principalmente antiinflamatória.
Inclua a maçã na sua alimentação diária e desfrute de toda a saúde que ela oferece!

terça-feira, 12 de junho de 2012

melanismo

O melanismo industrial é uma forma de seleção natural, que se caracteriza pelo aumento da ocorrência de indivíduos (plantas, animais ou até seres humanos) com coloração escura, por conta de mudanças ambientais geradas pela industrialização. Um exemplo é a mariposa Biston betularia, típica de regiões industrializadas da Inglaterra. Originalmente, a maioria das mariposas de determinada região inglesa tinha coloração esbranquiçada e habitualmente pousava em troncos de árvores cobertos por liquens de coloração clara. Por conta da poluição gerada pela industrialização, os líquens desapareceram dos troncos das árvores e, com isso, as mariposas claras ficavam muito expostas aos predadores. Assim, as poucas escuras que existiam começaram a ter mais facilidade de sobreviver, desenvolver-se e reproduzir-se e. Com o tempo, elas passaram a existir em proporção muito maior do que as claras.

AVC-(Acidente Vascular Cerebral)

  • POR FAVOR PRESTE ATENÇÃO Isto é muito importante e pode salvar a vida de uma pessoa !
  • Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu no chão suavemente..
  • Ela garantiu aos presentes que estava bem (aos que se ofereceram para chamar por socorro) e que havia tropeçado no ladrilho por causa dos seus sapatos novos.
  • Os seus amigos ajudaram-na a levantar-se e trouxeram-lhe um novo prato de comida, enquanto ela parecia um pouco aturdida, tentando desfrutar da festa durante o resto da tarde.
  • Mais tarde o marido ligou para os seus amigos informando-os que a sua mulher havia sido levada ao hospital onde veio a falecer.
  • Havia sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o churrasco. Se o seu esposo e amigos soubessem como reconhecer um AVC, talvez hoje ela estivesse viva.
  • COMO RECONHECER UM AVC :
  • Um neurologista afirma que se o chamarem dentro das primeiras 3 horas, os efeitos de um AVC podem ser revertidos totalmente.
  • Afirma que é crucial diagnosticá-lo e prestar assistência ao paciente nas três horas subsequentes.
  • Lembre-se dos '3' Passos:
  • LEIA e APRENDA:
  • Actualmente os médicos estabeleceram uma regra para reconhecê-lo mediante três simples perguntas:
  • 1. Peça que a pessoa SORRIA.
  • 2. Peça que a pessoa LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
  • 3. Peça que a pessoa PRONUNCIE UMA FRASE SIMPLES (Coerente) (por exemplo . . . Hoje está um dia ensolarado)
  • Se ele ou ela apresentar dificuldades numa destas três questões, chame imediatamente o SOCORRO e descreva os sintomas.
  • Depois de descobrir que um grupo de voluntários que não são médicos podem identificar a debilidade facial, a debilidade motora dos braços e a debilidade na fala, os investigadores apelam ao público em geral para que aprenda estas três perguntas.
  • Uma maior divulgação deste teste pode facilitar um rápido diagnóstico e tratamento do AVC e evitar danos cerebrais.

Azeite é um dos melhores hidratantes

AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM

Azeite é um dos melhores hidratantes para sua pele. Pesquisadores estão estudando suas propriedades anticancerigenas e os resultados são muito positivos. Na antiga Grecia as pessoas se banhavam em azeite de oliva. Agora sabemos que o Azeite tem 4 tipos diferentes de antioxidantes. Eles ajudam a proteger sua pele contra o cancer e o envelhecimento. Estudos feitos em ratos mostram que aqueles que bebem o azeite extra virgem tem muito menos possibilidade de ter cancer de pele quando expostos a raios UV. Essa pesquisa também mostrou que se passar o azeite nos ratos depois de que foram expostos ao s raios UV, eles tem muito menos possibilidade de ter cancer de pele. Azeitona tem acido Lonileic, que é um componente da sua pele e a protege quanto a perda de água. Se você está deficiente em acido linoleic em sua pele, vai perder muito mais água o que irá provocar o cancer de pele. O acido linoleic não é fabricado pelo corpo, então tem que ser aplicado localmente em forma de creme ou loção, ou até mesmo ingerido. Sendo assim, comendo azeitona e/ou tomando uma dose de azeite extra virgem, e até mesmo tomando um banho morno onde se acrescentou uma porção de azeite de oliva, ou até mesmo aplicando o azeite diretamente na pele, vai ajudar a supri-la com acido linoleic.

hipotireoidismo

Crie o hábito de comer peixe, principalmente de águas frias e profundas do oceano. Além de ricos  em ácidos graxos ômega-3, são excelentes fontes de iodo, fundamental para o funcionamento da glândula tireóide, bem como de minerais como selênio e magnésio.

Atenção!

O mercúrio pode ser encontrado em níveis elevados em alguns tipos de peixe, como o peixe-espada, o atum e o espadarte (peixes de água profunda).


A Food Standards Agency do Reino Unido aconselhou recentemente as mulheres grávidas e as crianças a não consumir esses tipos de peixe, pois o mercúrio pode danificar o sistema nervoso do feto e aumentar o risco de envenenamento em crianças pequenas.


Os peixes com maior teor de mercúrio são o cação, o peixe-espada (branco e preto), o espadarte e o atum. Os peixes grandes e predadores de águas profundas são mais ricos em mercúrio do que os peixes pequenos. Por isso, é bom evitar os peixes anteriormente citados (não comer mais de duas vezes por semana) e o fígado de todos os peixes, bem como preferir os peixes pequenos. Esta regra é válida sobretudo para as mulheres grávidas.





REDUZA O AÇÚCAR
Minimize o consumo de açúcar e farináceos, pois altos níveis de açúcar no sangue podem desregular o funcionamento da glândula tireóide.


CONSUMA ALIMENTOS RICOS EM IODO
O iodo é necessário, em pequenas quantidades, para a função da glândula tireóide, assim como para o metabolismo das gorduras, produção de hormônios sexuais e uma série de processos bioquímicos. Cãibras musculares, dores de cabeça, depressão, pés frios, mãos geladas e ganho de peso podem ser sinal de deficiência dessa substância. Deficiências de iodo podem aumentar a suscetibilidade para doenças como câncer de mama e pólio.

Alguns alimentos ricos em iodo:
  • frutos do mar;
  • sal não refinado;
  • algas marinhas;
  • caldo de peixe caseiro;
  • manteiga (não margarina);
  • abacaxi;
  • alcachofra;
  • aspargos;
  • verduras de coloração mais escura.
Para que possa ser utilizado pelo organismo, o iodo requer níveis adequados de vitamina A, que são obtidos com a ingestão moderada de manteiga e gorduras de origem animal (de animais criados soltos, e não em cativeiro ou à base de ração).

O iodo em excesso pode ser tóxico para o organismo, por isso não se recomenda o consumo excessivo de algas ou de sal iodado.
CONSIDERAÇÕES SOBRE AS ALGAS
Quanto às algas marinhas, embora elas sejam ricas em iodo e uma série de outros minerais, seu consumo excessivo pode causar intoxicação pelo próprio iodo.

Além disso, algumas pessoas não têm a enzima capaz de digerir o carboidrato complexo presente nas algas e muitas algas comerciais são tratadas com pesticidas e fungicidas durante o processo de secagem e armazenamento, razão pela qual é importante se conhecer os métodos utilizados pelo fabricante da alga.

Por fim, recomenda-se deixar as algas in natura de molho por um período de 6 horas, a fim de auxiliar a digestão.

CALDO DE CABEÇA DE PEIXE
Prepare caldo de peixe em casa, à moda dos nossos ancestrais, utilizando carcaça e cabeça, ricas em minerais, inclusive iodo. Além disso, a cabeça de peixe é fonte direta de hormônios da tireóide, além de outras substâncias que nutrem essa glândula.

Quatro mil anos atrás, os médicos chineses rejuvenesciam seus pacientes idosos com sopa feita com a tireóide de animais. Segundo os textos antigos, esse tratamento ajudava os pacientes a se sentir remoçados, com mais energia e capacidade mental. Na Inglaterra do período vitoriano, os médicos prescreviam sanduíches especiais de tireóide crua para seus pacientes mais doentes. Tal sanduíche não oferece o menor apelo ou atração para nosso paladar, mas as sopas e molhos feitos com caldo de peixe caseiro são uma delícia! Um “remédio” impossível de recusar!

Algumas pesquisas indicam que até 40% das pessoas podem estar sofrendo de alguma deficiência da glândula tireóide e de seus respectivos sintomas: fadiga crônica, ganho de peso, dificuldade de perder peso, resfriados e gripes freqüentes, unhas quebradiças, cabelos fracos, dificuldade de concentração, dores de cabeça, depressão e uma série de complicações mais sérias, como doenças cardiovasculares e câncer. Por que então não incluir um caldo de peixe caseiro em sua dieta sempre que for possível?

OVA DE PEIXE
Inclua ovas de peixe na sua alimentação. As ovas sempre foram valorizadas pelos povos primitivos pela sua capacidade de prevenir problemas da tireóide, promover a fertilidade e nutrir mulheres grávidas e crianças em fase de crescimento.

VERDURAS CRUAS
Algumas verduras cruas contêm substâncias naturais chamadas glucosinolatos, que podem interferir negativamente na produção de hormônios da tireóide. Entre essas verduras estão repolho, brócolis, couve-de-bruxelas, couve-flor e espinafre. Para neutralizar esse efeito potencialmente prejudicial à tireóide, basta cozinhar essas verduras, ligeiramente, no vapor, em água ou em sopas. Ocasionalmente, pode-se – e até se deve – consumir essas verduras cruas, pois somente quando cruas elas têm importantes propriedades anticâncer (por causa daqueles mesmos glucosinolatos, que são neutralizados pelo cozimento). A sabedoria está em não consumi-las cruas diariamente, mas sim ocasionalmente.
Lembre-se: Prefira as verduras sem agrotóxico ou, na impossibilidade de tê-las, deixe-as de molho em água com bicarbonato de sódio (leia matéria publicada neste blog).

GRÃOS, CEREAIS E SEMENTES INTEGRAIS
Consuma grãos, cereais e sementes integrais que tenham sido deixados de molho por 7 a 24 horas, em água com gotas de limão ou 1 colher (sopa) de soro de iogurte. Faça isso com feijão, arroz integral, grão-de-bico, lentilha, trigo, aveia e todos os grãos e cereais que você consumir. Esse procedimento neutraliza substâncias potencialmente prejudiciais à tireóide, denominadas antinutrientes. O único grão que não obedece a essa regra é a soja, pois seus antinutrientes não são neutralizados por tais procedimentos. Por essa razão, seu consumo deve ser evitado ao máximo.

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