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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Pílula do câncer (Fosfoetanolamina Sintética) DOCUMENTARIO









 

Segundo a legislação, para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária reconheça uma droga como um medicamento legal, permitindo assim sua fabricação e comercialização, é preciso que o produto, através de comprovação científica e de análise, “seja reconhecido como seguro e eficaz para o uso a que se propõe, e possua a identidade, atividade, qualidade, pureza e inocuidade necessárias”.
Tratando-se de um medicamento novo, é exigido que sejam oferecidas “amplas informações sobre a sua composição e o seu uso, para avaliação de sua natureza e determinação do grau de segurança e eficácia necessários”. Essa aprovação só pode ser alcançada após a realização de testes em seres humanos, que servirão como base para a comprovação de que os benefícios do medicamento superam seus eventuais riscos.
A complexidade de formas, variações, reações e transformações através das quais uma doença como o câncer se manifesta torna improvável a ideia uma cura definitiva para essa doença. Ainda assim, a fosfoetanolamina, composto químico sintetizada por um brasileiro, que supostamente possui função antitumoral, apresentando resultados relevantes no combate ao câncer, tem colocado a comunidade médica e os pacientes em natural polvorosa.
Um tratamento menos invasivo e debilitador, levando quem sabe à cura dessa doença, pode estar na esquina da história, aguardando somente o cumprimento desses testes e burocracias para poder ser enfim colocado no mercado e na corrente sanguínea dos que mais precisam.
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Foto © Cecília Bastos
A fosfoetanolamina é um composto orgânico, presente no organismo de diversos mamíferos, que ajuda a formar as membranas celulares e possui ainda função sinalizadora, informando ao organismo processos e situações atravessadas pelas células.
No final da década de 1980, uma versão artificial desse composto foi sintetizada pelo químico Gilberto Orivaldo Chierice, então professor do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), hoje aposentado. Por sua alegada eficiência em combater, reduzir e até curar tumores, naturalmente que a procura pela droga por pacientes foi desde então intensa.
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O químico Gilberto Chierice. Foto © Rogério Cassimiro/ Revista Época
Por mais de 20 anos, o químico distribuiu gratuitamente e por iniciativa própria a fosfoetanolamina para diversos pacientes que, em sua maioria, relataram melhoras significativas e até a cura da doença. Uma portaria da USP, universidade a qual o IQSC é ligado, no entanto, proibiu em 2014 a distribuição do medicamento, justamente pela falta de testes, pesquisas, registro e autorização da Anvisa.
A universidade afirmou não possuir meios para a realização dos testes nem para a produção em larga escala. Desde então, diversas liminares foram concedidas pela justiça para permitir a pacientes o acesso ao medicamento. Contudo, a fosfoetanolamina não possui registro na Anvisa e, por isso, ainda não pode ser comercializada no Brasil.
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Fórmula. Arte © Patrick Rodrigues
Trata-se de um dilema labiríntico e angustiante para os que têm pressa de cura. Para conseguir o registro e, assim, sua autorização, o medicamento precisa ter sido testado tanto em não humanos quanto em humanos, e cumprir uma série de exigências e procedimentos documentais. É claro que tais processos possuem fundos sanitários e de segurança importantíssimos, mas sua realização pode ser demorada e caríssima. Sem tais testes, no entanto, é impossível afirmar com segurança que um medicamento seria realmente eficiente, e que não seria uma ameaça para pacientes em estado terminal, por exemplo.
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Fonte: Revista Época. Arte © Vitor Paiva
Segundo entrevista do próprio Chierice a EPTV, filiada da Rede Globo, a substância não teria ainda chegado ao mercado por má vontade das autoridades. O químico afirma que procurou por diversas vezes a Anvisa, que alegou que faltavam dados clínicos em sua pesquisa, já publicada em diversas das principais revistas científicas do mundo.
A ausência de dados clínicos, segundo ele, não impediu que outros medicamento fossem aprovados no Brasil. “Essa é a alegação de todo mundo, mas está cheio de remédios nesse país que não tem dados clínicos”, afirma o cientista. A agência nega qualquer contato por parte de Chierice.
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Gilberto Chierice. Foto: reprodução EPTV
Uma das consequências apontadas por Chierice dessa demora será o interesse de outros países pelo desenvolvimento do remédio. “Nós poderemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional”, diz Chierice. “Mas, se não for possível aqui, a melhor coisa é outro país fazer, porque beneficiar pessoas não é por bandeira”, afirma, para em seguida categoricamente enunciar que a fosfoetanolamina é sim uma possível cura para o câncer.
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Fonte/Arte © Jornal de Santa Catarina
É inevitável cogitar sobre interesse escusos de grandes laboratórios em impedir o surgimento de um medicamento que torne obsoletos os caríssimos tratamentos contra o câncer já aprovados e utilizados não só no Brasil, como em todo mundo, ameaçando as gigantescas cifras da chamada “indústria do desespero”. Mexer com tais valores, especialmente em um mercado tão urgente e, ao mesmo tempo, de fiscalização tão técnica e especializada (deixando qualquer aval, proibição, ou até mesmo entendimento real nas mãos das agências e especialistas), é necessariamente adentrar um processo caudaloso.
Negar o poder de fogo do lobby da indústria farmacêutica seria ingenuidade leviana em questão tão sensível para a população – o que pode natural e intuitivamente nos levar a questionar inclusive os métodos da Agência para a aprovação de um novo medicamento.
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Em cima: o Instituto de Química de São Carlos (IQSC); Embaixo: Fila de interessados no remédio. Divulgação.
Segundo o testemunho de uma pessoa que preferiu não se identificar (parente de uma paciente de câncer, que chegou a utilizar o medicamento, também apresentando melhoras significativas), o acesso à fosfoetanolamina hoje enfrenta problemas similares a qualquer produto vendido pelo mercado negro. “O custo é alto e sem controle, e os riscos envolvem não só a ameaça pela qualidade do produto, como pela ilegalidade e o perigo do roubo e da violência, visto que o interesse pelo remédio por parte da população é imenso”. A incidência de roubos seria proporcional ao interesse e ao alto custo da medicação.
Na internet são diversos os relatos de pessoas que, mesmo com liminares para o recebimento do medicamento, tiveram dificuldades em retirar o produto nos correios ou mesmo em encontrar a encomenda.
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Manifestações na internet e nas ruas pela liberação da Fosfo. Divulgação.
Em nota técnica emitida em 2015, a Anvisa esclarece que não há qualquer registro concedido ou pedido de registro sequer para medicamentos com o princípio ativo fosfoetanolamina, nem mesmo para fins de pesquisa envolvendo seres humanos. Assim, a agência não poderia reconhecer, “por absoluta falta de dados científicos”, segundo a nota, a eficácia da fosfoetanolamina para o tratamento do câncer, e por isso não recomenda o uso ou muito menos a substituição de tratamentos já prescritos e estudados por um medicamento ainda não avaliado.
São diversas as academias de medicina, profissionais e entidades especializadas que se posicionam de forma semelhante, não recomendando o uso de uma substância sem que ela tenha sido devidamente testada e aprovada pela Anvisa.
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Protestos via youtube pela liberação do remédio. Reprodução YouTube.
Alguns relatos sobre o efeito da droga, no entanto, podem ser lidos até mesmo pelo Facebook. Uma usuária, moradora da Alemanha, conta através de um post que recebeu a doação da USP e, “para total espanto dos médicos, o tumor regrediu 3 cm e eu senti melhor do que nunca”.
Segundo a postagem, seu ânimo e apetite melhoraram sensivelmente, e seu médico alemão teria recomendado que ela continuasse o tratamento. Ela, entretanto, afirma que não pôde mais receber o medicamento e, com isso, o tumor teria voltado a crescer. “Minha única chance atualmente é a Fosfo”, ela escreve. “Minha vida está nas mãos de quem pode ou não liberar as liminares e aumentar a produção”.
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Posts retirados do Facebook sobre o uso do medicamento.
Diante do impasse, os governos dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul informaram que realizarão os testes que faltam para a conclusão da pesquisa.
Enquanto isso, alguns deputados mineiros estão se mobilizando para transformar Belo Horizonte no primeiro polo produtor do medicamento. A movimentação pela agilização do processo vem também do próprio Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, que liberou R$ 10 milhões para que pesquisas possam ser concluídas em um período de dois anos, a fim de determinar a eficácia e a segurança do uso da substância. A empreitada mineira será uma parceria entre a USP e a Fundação Ezequiel Dias, a Funed, que, se tudo der certo, segundo a própria fundação em reportagem para O Globo, começará a produção do medicamento em março, com distribuição para todos os estados do Brasil.
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O medicamento. Reprodução EPTV.
Em São Paulo, os testes serão realizados em cinco hospitais da rede estadual, com participação de até 1000 pacientes. Segundo David Uip, secretario estadual de saúde do estado, em paralelo à elaboração dos padrões para a realização dessas pesquisas, será enviada uma solicitação à USP e a Gilberto Chierice, pois a fosfoetanolamina é uma droga patenteada por Chierice. Os critérios para a seleção de pacientes envolvidos na pesquisa ainda não foram divulgados, mas a ideia é contemplar diversos tipos da doença, para justamente medir a atuação do medicamento sobre as variações de atuação do câncer no corpo humano.
O fato é que, para além de nossas esperanças e nossos desejos, até que se realizem tais testes, a fosfoetanolamina é somente uma promessa aparentemente boa mas ainda muito arriscada e perigosa. Se essa é uma falsa promessa ou se o medicamento se tornará de fato um marco ou até mesmo o ponto de chegada na busca pela cura do câncer, isso só os resultados desses testes poderão responder. Mas é fundamental que os motivos, os processos e as decisões ao redor da avaliação do medicamento sejam objetivos e transparentes.
Da mesma forma, é de suma importância que as razões de ser de qualquer que seja cada decisão tomada pela Anvisa e pelos laboratórios e instâncias governamentais envolvidas daqui pra frente se deem não em nome do dinheiro ou do poder, mas sim, das conquistas científicas e do bem estar da população como um todo – independentemente da aprovação ou não do medicamento.
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Fosfoetanolamina. Divulgação USP.
Veja abaixo a reportagem do Domingo Espetacular, da Rede Record, sobre o medicamento, e outros vídeos sobre o tema:
Fosfoetanolamina: a droga brasileira que promete curar o câncer

 

 

 

 

 

 

 

 

 

depoimentos de pessoas que foram curadas com a fosfoetanolamina





Relato de caso número 1

Relato de caso número 2

Relato de caso número 3

Relato de caso número 4

Relato de caso número 5

Relato de caso número 6

Relato de caso número 7

Relato de caso número 8

Relato de caso número 9

Relato de caso número 10

Relato de caso número 11

Relato de caso número 12

Relato de caso número 13

Relato de caso número 14

Relato de caso número 15

Relato de caso número 16

Relato de caso número 17

Relato de caso número 18

Relato de caso número 19

Relato de caso número 20

Relato de caso número 21

Relato de caso número 22



Relato de caso número 23
Relato de caso número 24

Relato de caso número 25

Relato de caso número 26

Relato de caso número 27

Relato de caso número 28

Relato de caso número 29


Relato de caso número 30


ara ler a nota de esclarecimento do ISQC, clique aqui. Para ler o portal da Anvisa sobre a Fosfoetanolamina, clique aqui.
O Hypeness já falou em reportagem recente sobre outros avanços no combate ao câncer. Relembre aqui.

Os Herdeiros da Pílula do Câncer

parto vantagens e desvantagens


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urante a gravidez, uma das preocupações das mulheres é a forma que o filho virá ao mundo. Especialistas são unânimes em afirmar que não existe um tipo ideal de parto, embora o normal seja o mais indicado, por oferecer um ambiente mais seguro para mãe e neném.
Para que a decisão seja adequada, a gestante deve acompanhar o desenvolvimento do bebê por meio de um pré-natal, dando ao obstetra as condições necessárias para avaliar a saúde do feto e indicar a melhor opção. Conheça, a seguir, as vantagens e desvantagens de cada tipo de parto. 

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Parto normal
Como é feito : entre a 37ª e a 40ª semana de gestação, as contrações alertam a mãe sobre o começo do trabalho de parto. Quando ocorrem a cada cinco minutos, significa que o corpo está pronto para o nascimento. Para que o processo se inicie, é preciso que a dilatação esteja em, aproximadamente, dez centímetros. Após isso, o útero começa a empurrar o bebê e a mamãe deve ajudar fazendo força até a cabeça aparecer. Após o nascimento, novas contrações expulsam a placenta.
Indicação : grávidas que não apresentem complicações, pois o organismo já se prepara para o nascimento. Os hormônios produzidos durante o trabalho de parto ajudam a acelerar a produção do leite, inclusive.
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Benefícios : não apresenta riscos ao bebê ou à mãe e beneficia o corpo para novas gestações. “Além do que, se não for necessário um corte cirúrgico no períneo, a recuperação da paciente é muito rápida e menos dolorosa”, salienta Jurandir Passos, ginecologista, obstetra e especialista em medicina fetal do Delboni Auriemo.
Desvantagens : mesmo que a gestação tenha sido saudável, não se tem controle total do parto, pois é preciso esperar o corpo reagir. Se o corte cirúrgico for necessário para facilitar a passagem, é preciso ter cuidado durante a cicatrização.
Parto cesárea
Como é feito : processo cirúrgico realizado por meio de uma incisão no abdômen e na parte inferior do útero para retirar o bebê, com auxílio de anestesia. Logo após o nascimento, o neném é avaliado por um pediatra e a mãe é levada para uma sala de recuperação, após os pontos.
Indicação : apenas quando há algum impedimento para o parto normal ou a mulher apresente riscos de hemorragia, descolamento da placenta, problemas de coluna ou quadril, cardiopatia, diabetes gestacional ou hipertensão. “Às vezes, mesmo induzindo o parto normal, se não houver dilatação, pode haver riscos à mãe e ao bebê, sendo necessária a cesárea”, diz o ginecologista.
Benefícios : método alternativo nos casos em que os riscos do parto normal são maiores do que os benefícios, e também uma opção para quem enfrenta uma gravidez complicada.
Desvantagens : riscos de infecção, hemorragia, complicações anestésicas ou até mesmo acidentes próprios da cirurgia. “A cicatrização pode ser problemática, pois se cria um sinal no útero, que é uma região frágil e a recuperação requer cuidados”, salienta Jurandir.
Variações
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Natural : nesse parto, a dor é diminuída por meio de banhos quentes, massagens, caminhadas e exercícios com bola. Além do que, não há intervenções para romper artificialmente a bolsa e nenhuma incisão é feita. Ainda assim, é preciso acompanhamento para que o médico tenha um panorama da evolução da criança, se está adequado ou não, possibilitando qualquer procedimento de emergência.
Leboyer : procedimento no qual as luzes ficam apagadas e, assim que o bebê nasce, é colocado em cima da barriga da mãe, sem o corte imediato do cordão umbilical. “Esse parto nada mais é do que tirar o neném da barriga e colocá-lo num ambiente parecido com o útero, com baixa luminosidade e água quente”, completa.
Na água : numa banheira esterilizada e com água aquecida, a mãe dá à luz. Nos primeiros momentos, a criança ainda respira pelo cordão umbilical, por isso não há risco de afogamento. Nele, a mulher sente menos o cansaço do trabalho de parto, mas é contraindicado para gestantes com pré-eclâmpsia.
De cócoras : com a ajuda da gravidade, a tendência é que seja realizado mais rapidamente, porém só é indicado para mulheres que não apresentam problemas de pressão arterial e se o bebê estiver na posição certa para descer.
Domiciliar : precisa de suporte médico e estrutura, pois existem complicações que podem ocorrer até mesmo com uma gravidez considerada normal e saudável, como crises hipertensivas no momento do parto e hemorragia.
Com fórceps : equipamento de ferro que auxilia na descida do bebê. Serve apenas para auxiliar a passagem pela parte muscular. “Hoje, ele é chamado de parto de alívio e auxilia o bebê apenas na parte final, no último obstáculo para sua passagem”, esclarece.
Agência Hélice Terra

PARTO -TOPICO

Parto Normal

Se o pré-natal é feito com regularidade e a gestante não apresenta nenhuma complicação durante os nove meses, este tipo de parto é uma opção válida. Nele, o bebê nasce no tempo correto e as contrações são aguardadas até o momento ideal para se dar à luz.
O parto normal acontece quando o bebê vem ao mundo pela vagina, podendo ocorrer uso de ocitocina (hormônio que estimula o trabalho de parto), anestesia e episiotomia (corte do períneo que facilita a saída do bebê).
A mamãe participa de todo os momentos do parto. A maioria dos hospitais também possuem técnicas para deixar a mãe mais tranquila e relaxada durante o parto.
A peridural e a ráqui são os dois anestésicos usados para esse tipo de parto, separadamente ou em uma combinação das duas, chamada de bloqueio duplo.
Uma das principais vantagens do parto normal é a recuperação imediata após efeito da anestesia.
Outra vantagem é o baixo risco de infecções e menor índice de complicações respiratórias para o bebê.
O risco presente nessa opção é a ruptura do útero, caso a mamãe tenha feito cirurgias anteriores.
No parto normal, a mamãe tem contato com o filho imediatamente após dar à luz!

Parto Natural

No parto natural, bastante confundido com o parto normal, não são realizadas intervenções com medicamentos e procedimentos, como corte do períneo ou anestesia de peridural ou ráqui. Nele, as necessidades da mulher são respeitadas e também deve ser acompanhado por um profissional da saúde.
Para realizar o parto natural são recomendados exercícios durante a gravidez para fortalecimento do períneo e musculatura da bacia.
Muitas mães que optam por esse tipo de parto preferem dar à luz em casa, na banheira, de cócoras ou mesmo na cama. Os mesmos métodos podem ser realizados em hospitais também.
Apesar de não sofrer intervenções, os riscos também estão presentes. Complicações na hora do parto podem acontecer exigindo outros métodos para o nascimento do bebê.
Se essa é uma de suas preferências, converse com seu médico para saber se é o indicado para sua gravidez.

Parto Humanizado

No Brasil há uma forte campanha pelo parto humanizado. Assim como no parto natural, as vontades da mãe são respeitadas.
Ela deve contar com o apoio de seu companheiro e, muitas vezes, conta com a doula, uma acompanhante profissional preparada para dar suporte (emocional, físico e informativo) à mulher durante a gestação e o parto .
O parto humanizado propõe a experiência total sobre o processo de dar à luz para a mãe, seu parceiro e o bebê que está chegando. A ideia é que a obstetrícia auxilie, mas não interfira no parto.

Cesárea

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 15% dos partos acabarão na mesa de cirurgia, ou seja, sendo cesárea.
No parto cirúrgico, a gestante recebe anestesia geral ou da cintura para baixo, a chamada peridural. Um corte com cerca de 20 centímetros é feito abaixo do umbigo até acima da vagina para retirada do filho.
A mamãe vê o bebê rapidamente e é sedada para finalização da cirurgia, enquanto o bebê fica na sala de pediatria neonatal sob observação.
Ao contrário do parto normal, a recuperação não acontece no mesmo dia. Após a cesárea, a mamãe deve tomar cuidados com a cicatrização. Problemas na bexiga e prisão de ventre podem ser um dos efeitos colaterais após a cirurgia.
Esse tipo de parto pode trazer riscos ao bebê, como complicações respiratórias ou gerar uma infecção hospitalar.
A cesárea deve ser a opção em casos de complicação no parto normal, ou se a gestante possui algum problema de saúde, como pressão alta ou diabetes.

Parto a Fórceps ou Parto por Vácuo Extrator

Nesse tipo de parto, um instrumento é usado para retirada do bebê quando ele está em sofrimento fetal ou a mãe não consegue fazer forças para a descida no canal vaginal.
No caso do fórceps, são ajustadas duas pás na cabeça do bebê e ele é puxado. No vácuo extrator, uma ventosa de metal ou silicone ligado a uma pequena bomba a vácuo é ajustada na cabeça do bebê.
No Brasil, o uso do fórceps não está entre as principais opções dos médicos, sendo utilizado apenas quando necessário em momentos de complicação do parto para ajudar na saída do bebê.

Parto na Água

O parto na água também acontece pelo canal vaginal e pode ser realizado no hospital ou em casa.
A mamãe se mantém posicionada em uma banheiro com água em temperatura de 36º, que pode trazer conforto e alívio.
Esse tipo de parto é acompanhado por médicos e auxiliares e não impede uso de medicação caso necessário, mas não é recomendado para as mulheres com diabetes ou pressão alta.
Os riscos são os mesmos encontrados no parto normal: o de ruptura do útero. A vantagem de recuperação rápida também se assemelha com o parto normal.

Parto de Cócoras

A diferença entre o parto normal e o de cócoras é apenas a posição, que permite mais conforto e alívio das dores para algumas mulheres.
Para esse tipo de parto de cócoras existe uma cadeira especial disponível para o apoio da mamãe e que também auxilia o obstetra durante o processo.
Nesse caso, o bebê deve estar posicionado e encaixado para que o parto ocorra tranquilamente. Em situações de risco, não é um dos tipos recomendados.
A saída do bebê acontece de maneira rápida devido a posição. Assim como no parto normal, a recuperação é rápida.
As opções são muitas, mas o que irá determinar o tipo de parto para a chegada do seu bebê será o seu pré-natal e sua conversa com o médico.
Tire todas as dúvidas com seu obstetra e se informe para que você fique tranquila para o momento mais esperado de sua vida: a hora de dar à luz!

faça seu cartao SUS (Cadastramento Nacional de Usuários do SUS )


O Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados. Para tanto, é necessária a construção de cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidades de saúde. A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem um número nacional de identificação.

Cadastramento de Usuários 

O cadastramento de usuários para os 44 municípios do projeto-piloto do Cartão Nacional de Saúde foi iniciado em janeiro de 2000, com o objetivo de constituir um cadastro com informações individualizadas dos usuários nesses municípios, permitindo que cada cidadão tenha seu Cartão Nacional de Saúde. 

O Ministério da Saúde assinou convênio com cada um dos 44 municípios, de forma a apoiar as tarefas envolvidas no cadastramento. O repasse foi feito na base de R$ 0,30 por habitante, devendo o município dispor, em contrapartida, de R$ 1,00 por habitante. Cada município estabeleceu sua própria estratégia de operacionalização do cadastramento. 

Os cartões confeccionados pelas empresas contratadas pelo Ministério da Saúde são encaminhados às respectivas secretarias municipais de saúde. Cabe ao gestor, portanto, sua distribuição aos usuários. É nesse momento que deve ser aproveitado o contato para ressaltar a importância de seu uso e dos benefícios. A forma de distribuição também pode ser escolhida pelo município: 

§ entrega domiciliar; 

§ entrega na unidade de saúde; 

§ entrega feita por agentes comunitários de saúde; 

§ entrega feita pelos Correios. 

Cadastramento de Profissionais 

Os profissionais envolvidos nas unidades de saúde onde está sendo implantado o Cartão Nacional de Saúde também precisam ser cadastrados para que possam receber seus cartões de identificação, igualmente baseados no número PIS/Pasep. 

O cadastramento dos profissionais dos 44 municípios teve início em novembro/2000 e integra o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde realizado pela Secretaria de Assistência à Saúde (SAS), do Ministério da Saúde. 

Para o Projeto, são considerados profissionais todos aqueles que geram procedimentos para o SUS ou que trabalharão com a operação direta dos terminais de atendimento. 

O cadastramento foi idealizado nos mesmos moldes do cadastramento de usuários, um formulário foi concebido pelo Ministério e o Departamento de Informática do SUS (Datasus) desenvolveu um aplicativo para entrada de dados. 


Os cartões de profissionais também são encaminhados às secretarias municipais de saúde, juntamente com as correspondências lacradas que contêm as senhas de acesso ao sistema. 


Essa senha é pessoal, sigilosa, intransferível, está gravada na tarja magnética do cartão e permite a identificação do profissional que faz atendimento, lança ou extrai dados do sistema. 



Cadastramento Nacional de Usuários do SUS 


Diante da necessidade de identificação individualizada de usuários do SUS e já visando à expansão do projeto Cartão Nacional de Saúde para toda a população brasileira, na Portaria MS/GM nº 17, de 13 de fevereiro de 2001, o Ministério da Saúde instituiu o Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde e regulamentou sua implantação. 

Esse cadastramento agrega novas características àquele anteriormente desenvolvido nos municípios do projeto piloto: 

· todo o preenchimento dos formulários deve ser feito através da visita aos domicílios dos usuários; 

· os municípios e estados aderem ao processo voluntariamente por meio da assinatura de termos de adesão; 

· a ajuda financeira aos municípios para a operacionalização do processo é realizada a partir da validação de cada cadastro. Como forma de apoiar o início do processo de cadastramento, na adesão dos municípios o Ministério da Saúde libera 15% do total de recursos estimados para o repasse. 

A Portaria SIS/SE n.º 39, publicada em 19 de abril de 2001, trata da operacionalização do processo de cadastramento nacional e traz os termos de adesão, municipal e estadual, bem como o manual de preenchimento do formulário.

Campanha para Doação de Leite Humano "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"

Com o slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa", a campanha aborda a necessidade do leite humano ao desenvolvimento dos bebês, como única fonte de alimento até os seis meses de idade
Com o objetivo de conscientizar a sociedade para a importância da doação de leite humano e incentivar a prática entre mães que amamentam, o Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano, lançou, nesta terça-feira (16), a Campanha Doe Leite Materno. A amamentação é o principal fator de redução da mortalidade na infância e, por isso, a campanha prevê o aumento do número de novas doadoras voluntárias, bem como do volume de leite humano coletado e distribuído aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso, internados no Brasil.

Durante o lançamento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que o Brasil é referência mundial em doação de leite. “Este reconhecimento é mais uma conquista do SUS. O Ministério da Saúde continuará dando todo o apoio necessário para estimular cada vez mais a amamentação e a doação de leite entre as mães brasileiras, práticas que contribuíram para a redução da mortalidade infantil em todo o mundo. Espero que no próximo ano possamos comemorar um avanço no número de doações e bebês beneficiados. Doar leite humano é salvar vidas”, afirmou o ministro.
No evento, estiveram presentes, além do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a atriz e embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Maria Paula, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, entre outras autoridades. Os ministros de Cabo Verde e Equador, países para quem o Brasil exporta técnicas de baixo custo para implantar bancos de leite, participaram dos seus países, por meio de conferência.
O governador Rodrigo Rollemberg destacou os resultados já alcançados no DF. “Tenho orgulho em dizer que o Distrito Federal é referência nacional em doações de leite materno. Conseguimos este resultado com o esforço de todos os profissionais, principalmente do Corpo de Bombeiros, que participa inteiramente do processo de coleta. Hoje, o DF possui 13 bancos de leite com o padrão ouro. Continuaremos com todo o empenho necessário para manter e ampliar este resultado”, destacou o governador.
A embaixadora Maria Paula reforçou a importância das mães doarem o leite materno. “A maternidade foi um divisor na minha vida. De artista, me transformei em ativista deste projeto tão maravilhoso que salva vidas. Doar leite materno possibilita que os bebês prematuros tenham sua vida preservada. Se todas as mães doarem um pouquinho do seu leite, a gente consegue mudar o mundo em apenas uma geração”, ressaltou Maria Paula.
Os Bancos de Leite Humano (BLH) são casas de apoio à amamentação que surgiram como uma estratégia de qualificação da assistência neonatal em termos de segurança alimentar e nutricional, com foco em ações que ajudam a reduzir a mortalidade infantil em instituições hospitalares. O trabalho é voltado a crianças que demandam cuidados especiais em unidades de terapia semi-intensiva e intensiva, ou seja, bebês que nasceram prematuros, com baixo peso. São crianças que, pelas mais variadas razões, precisam de uma atenção especializada.
A estratégia de Bancos de Leites Humano (BLHs) do Brasil, desenvolvida há 32 anos pelo Ministério da Saúde, já beneficiou, entre os anos de 2009 e 2016, mais de 1,8 milhão de recém-nascidos. Contou com o apoio de mais de 1,3 milhão de mulheres doadoras, com aproximadamente, 1,4 milhão de litros de leite coletados. Em 2016, os BLHs do país, registraram mais de 300 atendimentos em grupos, 1,7 milhão de atendimentos individuais e aproximadamente, mais de 270 mil atendimentos domiciliares.
Neste mesmo período, em todo o mundo, mais de17,8 milhões de mulheres foram assistidas por BLH. Foram mais de 1,5 milhão de litros de leite doados por 1,8 milhão de mulheres doadoras e mais de 1,5 recém-nascidos beneficiados.
Para Gisele Bortolini, mãe da pequena Helena, o trabalho do Banco de Leite foi fundamental para o desenvolvimento da sua filha, que nasceu prematura, com 30 semanas. “A doação de leite humano realmente salva vidas. Tive uma gravidez complicada com diagnóstico de pré-eclampsia. Minha filha passou quatro meses no hospital e o banco de leite foi fundamental para o desenvolvimento dela. A amamentação é um momento muito importante para o bebê e um período de solidariedade entre as mães”, reforçou Gisele.
MAIOR REDE - O Brasil possui a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo. Hoje, existem no país 221 BLH, em todos os estados e Distrito Federal, e 186 Postos de Coleta, além da coleta domiciliar. O modelo brasileiro de bancos de leite humano é focado na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, exclusivo, até os seis meses e continuidade da amamentação por dois anos ou mais. Além de coletar e distribuir leite humano de qualidade a bebês prematuros e de baixo peso, contribuindo para a diminuição da mortalidade infantil.
Todo leite coletado nos bancos passa por um rigoroso controle de qualidade, antes de ser distribuído, e é fornecido de acordo com as necessidades de cada criança. No Brasil, nascem aproximadamente 3 milhões de bebês por ano, sendo que 332 mil são prematuros ou vêm ao mundo com baixo peso (menor de 2,5kg). Muitas dessas crianças precisam permanecer internadas assim que nascem até terem condições de ir para a casa. Esses bebês têm melhores chances de sobrevivência e recuperação, se a alimentação com leite humano for ofertada.
Apesar das mobilizações já realizadas, o número de doações de leite humano ainda é baixo em relação à demanda. Hoje, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados nas UTI Neonatais do Brasil. Isso significa que cerca de 40% dos bebês internados que precisam não podem contar com o leite humano na sua alimentação. Por isso o Ministério da Saúde, em parceria com a rBLH, realiza todos os anos uma campanha, para estimular que amamentam a adotar a prática.
A doação de leite humano, além proporcionar o alimento mais completo que existe para bebês internados, também representa uma economia de R$ 180 milhões para o país com a diminuição da necessidade de compra de fórmulas artificiais para recém-nascidos prematuros nas maternidades do SUS.
A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil, pois permite grande impacto na saúde da criança, diminuindo a ocorrência de diarreias e infecções, principais causas de morte de recém-nascidos, ao mesmo tempo em que traz inúmeros benefícios à saúde da mulher, como a redução das chances de desenvolver câncer de mama e de útero. Estima-se que o aleitamento materno seja capaz de diminuir em até 13% a morte de crianças menores de 5 anos em todo o mundo por causas preveníveis. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças nessa faixa etária.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - O Brasil transfere os princípios utilizados na implantação do BLH, capaz de alinhar baixo custo com alta tecnologia, a 24 países ao redor do mundo: Angola, Argentina, Bolívia, Belize, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Moçambique, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
São acordos firmados de cooperação técnica para a implantação do banco de leite humano no país. Em todos os casos, são realizadas visitas exploratórias de técnicos de ambos os países para receber orientação e capacitação em banco de leite humano.
A cooperação internacional começou nos anos 80, quando os bancos de leite humano passaram a constituir uma Política de Saúde Pública no Brasil – país que lidera o movimento internacional em prol da amamentação e da doação de leite humano, por meio da Agência de Brasileira de Cooperação (ABC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desde então, os resultados positivos para o aprimoramento da atenção à gestante e a recém-nascidos internados em unidades neonatais – e a redução da mortalidade infantil no país – chamaram atenção da comunidade internacional para a estratégia nutricional praticada pelo Brasil.
Em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a rBLH-BR como uma das ações que mais contribuíram para redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990. De 1990 a 2012, a taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 70,5%.
SERVIÇO - Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta estar saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Por isso, quem estiver amamentado e quiser doar, basta procurar o banco de leite humano mais próximo ou ligar para o Disque Saúde, no número 136.
Não existe quantidade mínima para fazer a doação. Qualquer quantidade é importante. Um pote de 300 ml de leite humano, por exemplo, pode alimentar até 10 recém-nascidos internados. Por isso, a mulher não precisa se preocupar em encher o pote para fazer a doação. Todo leite doado é analisado, pasteurizado e submetido a rigoroso controle de qualidade pelos Bancos de Leite Humano antes de ser ofertado a uma criança.
Antes da coleta, é aconselhável que a doadora faça uma higiene pessoal, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, usando pano ou máscara sobre o nariz e a boca, lavando bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secadas com toalha limpa. O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

Por Nicole Beraldo, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3880/3580

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